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Jardim Iramaia, em Ribeirão Pires, está repleto de mato e buracos


Angela Martins
Especial para o Diário

19/05/2006 | 07:48


Viver no Jardim Iramaia, em Ribeirão Pires, é tarefa para gente corajosa e paciente. Os moradores demonstram preparo físico para atravessar as ruas do bairro, por conta da grande quantidade de buracos que se forma nas ruas de terra quando chove. A comunidade também tem de conviver com a lama que se forma nas vias e, ainda, com o mato que cresce assustadoramente nas laterais dessas ruas. Em uma das vias do bairro, os moradores estão no escuro porque não há iluminação pública.

“Quando chove mais forte, não passa ônibus”, denuncia a atendente Adriana Maria Gomes Silva, 29 anos. Por fazer parte da Associação de Moradores do bairro, ela conhece bem as queixas da população local. As ruas de terra têm se tornado pesadelo para quem vive no Jardim Iramaia. As chuvas deixam buracos grandes o suficiente para atolar um carro de passeio. E a lama se transforma em desafio para os pedestres.

Sem calçadas para transitar, as pessoas precisam também desviar das crateras que surgem pelas ruas. De acordo com Adriana, vários pedidos foram feitos à Prefeitura para que se fizesse manutenção das vias, mas nunca foram atendidos. “Esses problemas já se arrastam há mais de dois anos”, diz. Além dos problemas com pavimentação, em alguns pontos do bairro não há rede de esgoto. As ruas com mais problemas são a Bororó, a Agostinho dos Santos e a Luiz Reis.

Iluminação – Como se não bastassem crateras e mato, à noite a situação se complica pela falta de iluminação. Onde há luz, o mato chega a engolir postes nas encostas. Na rua Ataufo Alves, o problema é mais grave – simplesmente não há iluminação pública no trecho.

O mato, que chegava a fechar algumas vias ao ponto de os moradores fazerem trilhas para passar, começou a ser cortado nesta semana, quando funcionários da Prefeitura estiveram no bairro. A administração municipal avisa que há uma equipe fazendo a manutenção geral no bairro e que o prazo para o término dos serviços é de 15 dias. (Supervisão de Adriana Gomes)



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Jardim Iramaia, em Ribeirão Pires, está repleto de mato e buracos

Angela Martins
Especial para o Diário

19/05/2006 | 07:48


Viver no Jardim Iramaia, em Ribeirão Pires, é tarefa para gente corajosa e paciente. Os moradores demonstram preparo físico para atravessar as ruas do bairro, por conta da grande quantidade de buracos que se forma nas ruas de terra quando chove. A comunidade também tem de conviver com a lama que se forma nas vias e, ainda, com o mato que cresce assustadoramente nas laterais dessas ruas. Em uma das vias do bairro, os moradores estão no escuro porque não há iluminação pública.

“Quando chove mais forte, não passa ônibus”, denuncia a atendente Adriana Maria Gomes Silva, 29 anos. Por fazer parte da Associação de Moradores do bairro, ela conhece bem as queixas da população local. As ruas de terra têm se tornado pesadelo para quem vive no Jardim Iramaia. As chuvas deixam buracos grandes o suficiente para atolar um carro de passeio. E a lama se transforma em desafio para os pedestres.

Sem calçadas para transitar, as pessoas precisam também desviar das crateras que surgem pelas ruas. De acordo com Adriana, vários pedidos foram feitos à Prefeitura para que se fizesse manutenção das vias, mas nunca foram atendidos. “Esses problemas já se arrastam há mais de dois anos”, diz. Além dos problemas com pavimentação, em alguns pontos do bairro não há rede de esgoto. As ruas com mais problemas são a Bororó, a Agostinho dos Santos e a Luiz Reis.

Iluminação – Como se não bastassem crateras e mato, à noite a situação se complica pela falta de iluminação. Onde há luz, o mato chega a engolir postes nas encostas. Na rua Ataufo Alves, o problema é mais grave – simplesmente não há iluminação pública no trecho.

O mato, que chegava a fechar algumas vias ao ponto de os moradores fazerem trilhas para passar, começou a ser cortado nesta semana, quando funcionários da Prefeitura estiveram no bairro. A administração municipal avisa que há uma equipe fazendo a manutenção geral no bairro e que o prazo para o término dos serviços é de 15 dias. (Supervisão de Adriana Gomes)

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