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Arco e Flecha: Km 36 sedia etapa do Paulista e deve dar cursos


Miriam Gimenes
Especial para o Diário

28/11/2005 | 08:58


A quinta etapa do Campeonato Paulista de Arco e Flecha, mais conhecido como Field, está pelo terceiro ano consecutivo cumprindo etapas na Pousada dos Pescadores, na Serra do Mar. Domingo, cerca de 30 pessoas participaram do evento que é promovido pela Km 36 Esportes Radicais. A organizadora pretende, para o próximo ano, ministrar curso para quem se interesse pelo esporte, iniciativa pioneira no Grande ABC.

"Todos que participam do Field é por amor ao esporte, porque não existe profissionalismo no Brasil", contou o vice-presidente da Federação Paulista de Arco e Flecha, Carlos Alberto Klein de Magalhães. Segundo ele, a participação desses competidores durante esses três anos, faz com que o esporte continue vivo no país.

O Field é praticado no Brasil desde 1992, por iniciativa do Clube do Ibirapuera de Arco e Flecha. A competição é dividida por dois hounds com 14 alvos. No primeiro, os participantes não sabem a distância dos pontos demarcados até o alvo e, no segundo, elas passam pelos mesmos locais e já podem calcular a distância.

Os alvos simulam uma situação de caça, por terem figuras de animais silvestres. Neles é desenhada uma linha que delimita a área vital do animal. Se acertada a flecha neste local, já no primeira tentativa, o arqueiro ganha 20 pontos. Fora desta área, os arqueiros chamam de ferimento, e vale apenas 18 pontos. Se errar, o competidor só terá mais duas chances em cada alvo, diminuindo sempre quatro pontos em cada uma e em locais separados por 3 metros de distância. O máximo que o competidor pode atingir é 560 pontos. A partida leva, em média uma hora e meia para terminar.

Existem dois tipos de arcos: o composto e o recurvo. O primeiro é mais rápido que o segundo, por causa da existência de duas polias nas extremidades que auxiliam na diminuição da potência na hora da puxada da flexa. Os dois são subdivididos entre os que têm mira (como a de arma) e os intuitivos, onde a pessoa não tem como se basear no alvo. O preço dos arcos variam de R$ 200 a R$ 5 mil.

A cada competição, Klein afirmou que os alvos instalados com sua ajuda, têm maior grau de dificuldade. "É para dar mais graça", confessa. Segundo ele, a competição segue as normas da NFAA (Nacional Field Archery Association) e tem o apoio da Federação Paulista de Arco e Flecha. Mais informações sobre o esporte pelo telefone 4426-5959.



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Arco e Flecha: Km 36 sedia etapa do Paulista e deve dar cursos

Miriam Gimenes
Especial para o Diário

28/11/2005 | 08:58


A quinta etapa do Campeonato Paulista de Arco e Flecha, mais conhecido como Field, está pelo terceiro ano consecutivo cumprindo etapas na Pousada dos Pescadores, na Serra do Mar. Domingo, cerca de 30 pessoas participaram do evento que é promovido pela Km 36 Esportes Radicais. A organizadora pretende, para o próximo ano, ministrar curso para quem se interesse pelo esporte, iniciativa pioneira no Grande ABC.

"Todos que participam do Field é por amor ao esporte, porque não existe profissionalismo no Brasil", contou o vice-presidente da Federação Paulista de Arco e Flecha, Carlos Alberto Klein de Magalhães. Segundo ele, a participação desses competidores durante esses três anos, faz com que o esporte continue vivo no país.

O Field é praticado no Brasil desde 1992, por iniciativa do Clube do Ibirapuera de Arco e Flecha. A competição é dividida por dois hounds com 14 alvos. No primeiro, os participantes não sabem a distância dos pontos demarcados até o alvo e, no segundo, elas passam pelos mesmos locais e já podem calcular a distância.

Os alvos simulam uma situação de caça, por terem figuras de animais silvestres. Neles é desenhada uma linha que delimita a área vital do animal. Se acertada a flecha neste local, já no primeira tentativa, o arqueiro ganha 20 pontos. Fora desta área, os arqueiros chamam de ferimento, e vale apenas 18 pontos. Se errar, o competidor só terá mais duas chances em cada alvo, diminuindo sempre quatro pontos em cada uma e em locais separados por 3 metros de distância. O máximo que o competidor pode atingir é 560 pontos. A partida leva, em média uma hora e meia para terminar.

Existem dois tipos de arcos: o composto e o recurvo. O primeiro é mais rápido que o segundo, por causa da existência de duas polias nas extremidades que auxiliam na diminuição da potência na hora da puxada da flexa. Os dois são subdivididos entre os que têm mira (como a de arma) e os intuitivos, onde a pessoa não tem como se basear no alvo. O preço dos arcos variam de R$ 200 a R$ 5 mil.

A cada competição, Klein afirmou que os alvos instalados com sua ajuda, têm maior grau de dificuldade. "É para dar mais graça", confessa. Segundo ele, a competição segue as normas da NFAA (Nacional Field Archery Association) e tem o apoio da Federação Paulista de Arco e Flecha. Mais informações sobre o esporte pelo telefone 4426-5959.

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