Fechar
Publicidade

Segunda-Feira, 24 de Fevereiro

|

Max º Min º
Clima da Região Trânsito Assine Clube do Assinante Diário Virtual Login

Setecidades

setecidades@dgabc.com.br | 4435-8319

Cartilha orienta docente
sobre prática do bullying

Material será distribuído para os 15.350 educadores de
todas as escolas estaduais da região do Grande ABC


Natália Fernandjes
Do Diário do Grande ABC

14/06/2012 | 07:00


A Secretaria Estadual de Educação iniciou, ontem, distribuição de 250 mil cartilhas sobre bullying para os cerca de 220 mil educadores da rede, sendo 15.350 no Grande ABC. O material faz parte da campanha Bullying. Curta outra ideia, e foi feito pelo CNJ (Conselho Nacional de Justiça). A iniciativa pretende auxiliar na identificação do problema em ambiente escolar, além de fornecer dicas de como superar conflitos.

A ação é mais uma ferramenta para amparar o professor na tarefa de identificar o bullying, segundo o responsável pelo Sistema de Proteção Escolar do Estado, Felippe Angeli. "Não é o primeiro contato com o tema, até porque temos diversos projetos nessa área", destaca, referindo-se aos programas mantidos, tais como os professores-mediadores, distribuição de kits informativos, livros, DVD e jogos, além da oferta de cursos sobre justiça restaurativa em parceria com o Ministério Público.

Elaborado pela psiquiatra, escritora e diretora técnica de medicina do comportamento Ana Beatriz Barbosa Silva, o conteúdo do material explica o significado do termo bullying e suas formas de aplicação. Também traz dicas para identificar possíveis agressores e vítimas, consequências da agressão para os estudantes e ainda formas de ajudar na superação do problema.

A cartilha também está disponível no portal da Secretaria Estadual da Educação, o que permite que a comunidade possa se inteirar do tema. "Temos de buscar a união entre os diversos atores da sociedade para que cada um possa fazer seu papel", observa Angeli.

Para a presidente da Apeoesp (Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo), Maria Izabel Azevedo Noronha, a cartilha é um caminho, mas é preciso investir em campanhas fora da escola, a fim de alertar a população. "O bullying não acontece só na escola, ele está em casa e nas ruas", diz.

Parceria com canal infantil e Facebook amplia comunicação

Outra ação anunciada ontem pelo governo estadual foi a adesão à campanha Chega de Bullying, promovida desde o início do ano passado nos Estados Unidos pelo Facebook e pelo canal de televisão infantil fechado Cartoon Network.

Com criação de fan page da Secretaria da Educação do Estado na rede social, a proposta é estabelecer comunicação com os estudantes sobre o tema. "A rede social oferece acesso direto aos alunos. Com linguagem própria, é possível disseminar informações e obter retorno", destaca Felippe Angeli.

ARQUIVADO

No início de junho, o Estado anunciou que arquivou a apuração interna sobre a conduta da professora de História Roseli Tadeu Tavares Santana. Há dois meses, o Diário revelou que ela usava até 20 minutos do horário de aula para fazer pregações evangélicas aos alunos na Escola Estadual Antonio Caputo, no Riacho Grande, em São Bernardo. A Pasta alega que não encontrou indícios de que tal prática realmente acontecia.



Comentários

Atenção! Os comentários do site são via Facebook. Lembre-se de que o comentário é de inteira responsabilidade do autor e não expressa a opinião do jornal. Comentários que violem a lei, a moral e os bons costumes ou violem direitos de terceiros poderão ser denunciados pelos usuários e sua conta poderá ser banida.

Cartilha orienta docente
sobre prática do bullying

Material será distribuído para os 15.350 educadores de
todas as escolas estaduais da região do Grande ABC

Natália Fernandjes
Do Diário do Grande ABC

14/06/2012 | 07:00


A Secretaria Estadual de Educação iniciou, ontem, distribuição de 250 mil cartilhas sobre bullying para os cerca de 220 mil educadores da rede, sendo 15.350 no Grande ABC. O material faz parte da campanha Bullying. Curta outra ideia, e foi feito pelo CNJ (Conselho Nacional de Justiça). A iniciativa pretende auxiliar na identificação do problema em ambiente escolar, além de fornecer dicas de como superar conflitos.

A ação é mais uma ferramenta para amparar o professor na tarefa de identificar o bullying, segundo o responsável pelo Sistema de Proteção Escolar do Estado, Felippe Angeli. "Não é o primeiro contato com o tema, até porque temos diversos projetos nessa área", destaca, referindo-se aos programas mantidos, tais como os professores-mediadores, distribuição de kits informativos, livros, DVD e jogos, além da oferta de cursos sobre justiça restaurativa em parceria com o Ministério Público.

Elaborado pela psiquiatra, escritora e diretora técnica de medicina do comportamento Ana Beatriz Barbosa Silva, o conteúdo do material explica o significado do termo bullying e suas formas de aplicação. Também traz dicas para identificar possíveis agressores e vítimas, consequências da agressão para os estudantes e ainda formas de ajudar na superação do problema.

A cartilha também está disponível no portal da Secretaria Estadual da Educação, o que permite que a comunidade possa se inteirar do tema. "Temos de buscar a união entre os diversos atores da sociedade para que cada um possa fazer seu papel", observa Angeli.

Para a presidente da Apeoesp (Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo), Maria Izabel Azevedo Noronha, a cartilha é um caminho, mas é preciso investir em campanhas fora da escola, a fim de alertar a população. "O bullying não acontece só na escola, ele está em casa e nas ruas", diz.

Parceria com canal infantil e Facebook amplia comunicação

Outra ação anunciada ontem pelo governo estadual foi a adesão à campanha Chega de Bullying, promovida desde o início do ano passado nos Estados Unidos pelo Facebook e pelo canal de televisão infantil fechado Cartoon Network.

Com criação de fan page da Secretaria da Educação do Estado na rede social, a proposta é estabelecer comunicação com os estudantes sobre o tema. "A rede social oferece acesso direto aos alunos. Com linguagem própria, é possível disseminar informações e obter retorno", destaca Felippe Angeli.

ARQUIVADO

No início de junho, o Estado anunciou que arquivou a apuração interna sobre a conduta da professora de História Roseli Tadeu Tavares Santana. Há dois meses, o Diário revelou que ela usava até 20 minutos do horário de aula para fazer pregações evangélicas aos alunos na Escola Estadual Antonio Caputo, no Riacho Grande, em São Bernardo. A Pasta alega que não encontrou indícios de que tal prática realmente acontecia.

Ao acessar você concorda com a nossa Política de Privacidade.


Para continuar, faça o seu login:


  • Aceito receber novidades e ofertas do Diário do Grande ABC e parceiros por
    correio eletrônico, mala direta, SMS ou outros meios de comunicação.


Ou acesse todo o conteúdo de forma ilimitada:

Veja como ter acesso a todo o conteúdo de forma ilimitada:

Copyright © 1995-2017 - Todos direitos reservados

;