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Uma aventura fantástica


Dojival Filho
Do Diário do Grande ABC
Com Agências

21/03/2008 | 07:00


Um aperitivo para o paladar da criançada é o longa Crônicas de Spiderwick, que estréia hoje na região e em São Paulo. Baseado em livros de Tony DeTerlizzi e Holly Black, o filme tem direção de Mark Waters (de Meninas Malvadas) e segue a linha de produções como Harry Potter e O Senhor dos Anéis.

 Narra a a história de uma família que se muda para uma velha casa, onde a matriarca espera recomeçar a vida com os três filhos, dois garotos e uma jovem, após ser abandonada pelo marido.

 A filha mais velha, Helen (Sarah Bolger, de Terra dos Sonhos) e os irmãos gêmeos Simon e Jared (ambos interpretados por Freddie Highmore, de Em Busca da Terra do Nunca) não estão nada felizes com a mudança.

 Logo, eles descobrem que sobre a casa pesa uma maldição. Há um século, o antigo morador, o cientista Spiderwick (David Strathairn) descobriu os segredos do mundo mágico de gnomos, duendes e fadas e os reuniu em um livro. Jared encontra a obra e, ao iniciar a leitura, uma série de acontecimentos estranhos envolvendo goblins (uma espécie de duendes malvados) e ogros colocam o menino no centro da ação.

 Spiderwick desapareceu sem deixar pistas e sua filha, Lucinda Spiderwick (Joan Plowright, de Os 101 Dálmatas), agora uma senhora de mais de 80 anos, está internada num hospício.

 Quem explica a Jared o que está acontecendo é Tibério, uma criatura chamada de brownie (um duende caseiro) que some e aparece quando quer e vira um miniogro quando está com raiva.

PERSEGUIÇÃO

 Comandadas por Mulgarath (Nick Nolte), criaturas do mal estão à procura do livro mágico. Para conseguir defender sua casa e a família, o garoto precisará convencer os irmãos de que as criaturas encantadas existem e são perigosas.

 Há uma maneira de parar o ataque dos goblins, mas as crianças não sabem como. O filme combina drama familiar com fantasia, porque os seres mágicos representam uma forma de escapismo para as crianças sob a pressão da separação dos pais.

 A combinação de uma fotografia naturalista com o mundo da magia é uma boa sacada do diretor. Mas nem isso sobrevive ao excesso de efeitos especiais e ação que dominam a meia hora final do longa.


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Uma aventura fantástica

Dojival Filho
Do Diário do Grande ABC
Com Agências

21/03/2008 | 07:00


Um aperitivo para o paladar da criançada é o longa Crônicas de Spiderwick, que estréia hoje na região e em São Paulo. Baseado em livros de Tony DeTerlizzi e Holly Black, o filme tem direção de Mark Waters (de Meninas Malvadas) e segue a linha de produções como Harry Potter e O Senhor dos Anéis.

 Narra a a história de uma família que se muda para uma velha casa, onde a matriarca espera recomeçar a vida com os três filhos, dois garotos e uma jovem, após ser abandonada pelo marido.

 A filha mais velha, Helen (Sarah Bolger, de Terra dos Sonhos) e os irmãos gêmeos Simon e Jared (ambos interpretados por Freddie Highmore, de Em Busca da Terra do Nunca) não estão nada felizes com a mudança.

 Logo, eles descobrem que sobre a casa pesa uma maldição. Há um século, o antigo morador, o cientista Spiderwick (David Strathairn) descobriu os segredos do mundo mágico de gnomos, duendes e fadas e os reuniu em um livro. Jared encontra a obra e, ao iniciar a leitura, uma série de acontecimentos estranhos envolvendo goblins (uma espécie de duendes malvados) e ogros colocam o menino no centro da ação.

 Spiderwick desapareceu sem deixar pistas e sua filha, Lucinda Spiderwick (Joan Plowright, de Os 101 Dálmatas), agora uma senhora de mais de 80 anos, está internada num hospício.

 Quem explica a Jared o que está acontecendo é Tibério, uma criatura chamada de brownie (um duende caseiro) que some e aparece quando quer e vira um miniogro quando está com raiva.

PERSEGUIÇÃO

 Comandadas por Mulgarath (Nick Nolte), criaturas do mal estão à procura do livro mágico. Para conseguir defender sua casa e a família, o garoto precisará convencer os irmãos de que as criaturas encantadas existem e são perigosas.

 Há uma maneira de parar o ataque dos goblins, mas as crianças não sabem como. O filme combina drama familiar com fantasia, porque os seres mágicos representam uma forma de escapismo para as crianças sob a pressão da separação dos pais.

 A combinação de uma fotografia naturalista com o mundo da magia é uma boa sacada do diretor. Mas nem isso sobrevive ao excesso de efeitos especiais e ação que dominam a meia hora final do longa.

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