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Ataque contra mesquita mata cinco na Caxemira indiana


Da AFP

10/11/2006 | 10:55


Pelo menos cinco pessoas morreram e 50 ficaram feridas nesta sexta-feira na Caxemira indiana depois que uma granada foi lançada numa mesquita situada no sul do território.

O ataque, que não foi reivindicado, é o pior desde o mês de julho, quando supostos militantes islâmicos mataram da mesma forma oito pessoas e feriram outras 40 em Srinagar, capital de verão da Caxemira indiana.

"Havia muitos fiéis na mesquita e nos arredores no momento que a granada foi lançada", explicou o oficial de polícia Imtiaz Ajmed, do distrito de Pulwama (40 km ao sul de Srinagar).

Segundo o oficial da polícia, dois homens e três mulheres morreram e pelo menos 50 pessoas ficaram feridas, algumas delas em estado grave.

A granada explodiu no interior da mesquita, desatando pânico nos fiéis reunidos para a oração de sexta-feira, explicou a testemunha Abdul Jabbar.

"Está claro que é um ato terrorista. Nos o condenamos. Quem fez isso não pode ser um amigo dos habitantes da Caxemira", declarou o dirigente separatista Javed Mir.

Em outro ataque com granada em Srinagar quatro policiais e uma muçulmana ficaram feridos

Conflitos - A violência na parte indiana da Caxemira é praticamente diária. Em geral, ocorrem enfrentamentos entre insurgentes e policiais ou militares indianos. Os lugares de culto são raramente um alvo na Caxemira indiana.

A província é vítima de uma insurreição separatista desde 1989, a qual provocou mais de 44 mil mortos.

O território da Caxemira está compartilhado entre Índia e Paquistão e ambos os países reivindica a plena soberania do território. Os dois rivais asiáticos, que possuem armas nucleares, já protagonizaram três guerras pela Caxemira desde 1947.

A Índia acusa regularmente o Paquistão de armar grupos de rebeldes para realizar ataques contra seu território.


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Ataque contra mesquita mata cinco na Caxemira indiana

Da AFP

10/11/2006 | 10:55


Pelo menos cinco pessoas morreram e 50 ficaram feridas nesta sexta-feira na Caxemira indiana depois que uma granada foi lançada numa mesquita situada no sul do território.

O ataque, que não foi reivindicado, é o pior desde o mês de julho, quando supostos militantes islâmicos mataram da mesma forma oito pessoas e feriram outras 40 em Srinagar, capital de verão da Caxemira indiana.

"Havia muitos fiéis na mesquita e nos arredores no momento que a granada foi lançada", explicou o oficial de polícia Imtiaz Ajmed, do distrito de Pulwama (40 km ao sul de Srinagar).

Segundo o oficial da polícia, dois homens e três mulheres morreram e pelo menos 50 pessoas ficaram feridas, algumas delas em estado grave.

A granada explodiu no interior da mesquita, desatando pânico nos fiéis reunidos para a oração de sexta-feira, explicou a testemunha Abdul Jabbar.

"Está claro que é um ato terrorista. Nos o condenamos. Quem fez isso não pode ser um amigo dos habitantes da Caxemira", declarou o dirigente separatista Javed Mir.

Em outro ataque com granada em Srinagar quatro policiais e uma muçulmana ficaram feridos

Conflitos - A violência na parte indiana da Caxemira é praticamente diária. Em geral, ocorrem enfrentamentos entre insurgentes e policiais ou militares indianos. Os lugares de culto são raramente um alvo na Caxemira indiana.

A província é vítima de uma insurreição separatista desde 1989, a qual provocou mais de 44 mil mortos.

O território da Caxemira está compartilhado entre Índia e Paquistão e ambos os países reivindica a plena soberania do território. Os dois rivais asiáticos, que possuem armas nucleares, já protagonizaram três guerras pela Caxemira desde 1947.

A Índia acusa regularmente o Paquistão de armar grupos de rebeldes para realizar ataques contra seu território.

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