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Livro fala do assassinato do sucessor de Bento XVI


Das Agências

06/11/2006 | 19:38


O papa Pacífico I, sucessor de Bento XVI, é assassinado no seu escritório por um raio-laser em uma trama escrita por um especialista em física cósmica, Carlo Musso, que uma pequena editora italiana está prestes a lançar no mercado.

Segundo a agência Ansa, na "Sede vacante", Musso, ex-coordenador do programa científico da agência espacial italiana e escritor apaixonado de novelas policiais e de espionagem, imagina que Pacífico I é assassinado em seu escritório, hermeticamente fechado por dentro.

O Papa morre quando está concluindo uma encíclica com a qual a Igreja Católica admitirá finalmente o casamento homossexual, a eutanásia, o uso de células tronco e o sacerdócio feminino.

O colégio de cardeais, reunidos para eleger o novo Papa, decide não revelar as circunstâncias do crime deixando ao novo Pontífice a decisão de fazê-lo.

Durante o conclave, um sacerdote e dois policiais investigam de forma independente o que aparentemente é um crime perfeito.

Utilizando a técnica do quarto fechado, elaborada por Leroux para o seu famoso "O mistério do quarto amarelo", Musso imagina o gabinete papal trancado por dentro e com as portas guardadas 24 horas pela Guarda Suíça, que afirma não ter ouvido nada de estranho durante a noite.

O corpo de Pacífico I está reclinado sobre a mesa como se dormisse e só uma minúscula queimadura, como as provocadas por um raio-laser, situada na altura da omoplata, revela o possível assassinato.

Entre as pistas seguidas pelos investigadores estão o terrorismo islâmico e os neoconservadores e enquanto a minuta da encíclica desaparece e reaparece corrigida integralmente, o novo Papa eleito pelo conclave insinua o fim iminente do mundo.

Entre os vários temas que Musso trata em sua obra, ambientada em meados de 2010, está o desafio para a Igreja Cat[olica de conciliar a necessidade de um diálogo com o mundo moderno e a manutenção da integridade da ortodoxia da fé.



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Livro fala do assassinato do sucessor de Bento XVI

Das Agências

06/11/2006 | 19:38


O papa Pacífico I, sucessor de Bento XVI, é assassinado no seu escritório por um raio-laser em uma trama escrita por um especialista em física cósmica, Carlo Musso, que uma pequena editora italiana está prestes a lançar no mercado.

Segundo a agência Ansa, na "Sede vacante", Musso, ex-coordenador do programa científico da agência espacial italiana e escritor apaixonado de novelas policiais e de espionagem, imagina que Pacífico I é assassinado em seu escritório, hermeticamente fechado por dentro.

O Papa morre quando está concluindo uma encíclica com a qual a Igreja Católica admitirá finalmente o casamento homossexual, a eutanásia, o uso de células tronco e o sacerdócio feminino.

O colégio de cardeais, reunidos para eleger o novo Papa, decide não revelar as circunstâncias do crime deixando ao novo Pontífice a decisão de fazê-lo.

Durante o conclave, um sacerdote e dois policiais investigam de forma independente o que aparentemente é um crime perfeito.

Utilizando a técnica do quarto fechado, elaborada por Leroux para o seu famoso "O mistério do quarto amarelo", Musso imagina o gabinete papal trancado por dentro e com as portas guardadas 24 horas pela Guarda Suíça, que afirma não ter ouvido nada de estranho durante a noite.

O corpo de Pacífico I está reclinado sobre a mesa como se dormisse e só uma minúscula queimadura, como as provocadas por um raio-laser, situada na altura da omoplata, revela o possível assassinato.

Entre as pistas seguidas pelos investigadores estão o terrorismo islâmico e os neoconservadores e enquanto a minuta da encíclica desaparece e reaparece corrigida integralmente, o novo Papa eleito pelo conclave insinua o fim iminente do mundo.

Entre os vários temas que Musso trata em sua obra, ambientada em meados de 2010, está o desafio para a Igreja Cat[olica de conciliar a necessidade de um diálogo com o mundo moderno e a manutenção da integridade da ortodoxia da fé.

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