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Sem-terra invadem Câmara e agridem funcionários


Do Diário OnLine
Com agências

06/06/2006 | 18:36


AFPCerca de 300 manifestantes ligados ao MLST (Movimento pela Libertação dos Sem-Terra), movimento dissidente do MST, entraram em conflito com os seguranças da Câmara e invadiram dependências do Parlamento na tarde desta terça. Os seguranças da Câmara conseguiram controlar os manifestantes, que permaneceram por ceca de uma hora no Salão Verde da Casa.

Os sem-terra estavam armados com foices e pedaços de pau. Eles agrediram pelo menos 20 funcionários, viraram um carro no estacionamento, quebraram o vidro da entrada do Anexo 2 (próximo às comissões) e destruíram uma mostra sobre meio ambiente que estava no saguão do prédio. Um funcionário sofreu traumatismo craniano.

De acordo com um dos dirigentes do grupo, Valmir Macedo, o protesto é em defesa de uma lei que permite a desapropriação de terras onde há trabalho escravo, contra a violência no campo e pela renegociação de dívidas de assentados. 

O presidente da Casa, Aldo Rebelo (PcdoB-SP) não aceitou receber uma carta dos manifestantes devido à ação violenta. Reunido com deputados, Rebelo não quis chamar reforço policial para evitar reação agressiva dos sem-terra, mas defendeu a prisão dos invasores.

"A ordem de prisão foi dada. Os responsáveis serão todos autuados e identificados pela delegacia da Câmara dos deputados", declarou.



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Sem-terra invadem Câmara e agridem funcionários

Do Diário OnLine
Com agências

06/06/2006 | 18:36


AFPCerca de 300 manifestantes ligados ao MLST (Movimento pela Libertação dos Sem-Terra), movimento dissidente do MST, entraram em conflito com os seguranças da Câmara e invadiram dependências do Parlamento na tarde desta terça. Os seguranças da Câmara conseguiram controlar os manifestantes, que permaneceram por ceca de uma hora no Salão Verde da Casa.

Os sem-terra estavam armados com foices e pedaços de pau. Eles agrediram pelo menos 20 funcionários, viraram um carro no estacionamento, quebraram o vidro da entrada do Anexo 2 (próximo às comissões) e destruíram uma mostra sobre meio ambiente que estava no saguão do prédio. Um funcionário sofreu traumatismo craniano.

De acordo com um dos dirigentes do grupo, Valmir Macedo, o protesto é em defesa de uma lei que permite a desapropriação de terras onde há trabalho escravo, contra a violência no campo e pela renegociação de dívidas de assentados. 

O presidente da Casa, Aldo Rebelo (PcdoB-SP) não aceitou receber uma carta dos manifestantes devido à ação violenta. Reunido com deputados, Rebelo não quis chamar reforço policial para evitar reação agressiva dos sem-terra, mas defendeu a prisão dos invasores.

"A ordem de prisão foi dada. Os responsáveis serão todos autuados e identificados pela delegacia da Câmara dos deputados", declarou.

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