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Anistia Internacional pede libertação dos presos políticos em Cuba


Da AFP

18/03/2005 | 10:43


A organização de direitos humanos Anistia Internacional pediu nesta sexta-feira, em Madri, a liberdade imediata e incondicional de 71 presos políticos de Cuba.

Ao completar dois anos de detenção de 75 dissidentes políticos condenados em julgamentos sumários a penas de até 28 anos, em uma onda repressiva sem precedentes, a entidade humanitária apresentou o informe intitulado "Cuba, 71 presos políticos aguardam a liberdade", no qual manifesta suas preocupações quanto à situação dos detidos.

A Anistia reclama das autoridades cubanas que respeitem as mínimas regras de tratamento de prisioneiros, investigue os casos de maus-tratos nas prisões e permitam que os políticos fiquem detidos perto de suas casas, informou Gerardo Ducos, investigador dessa organização para Cuba.

A entidade pediu, além disso, que o governo de Fidel Castro elimine a pena de morte de sua legislação.

A organização reconhece "os impactos negativos no respeito dos direitos humanos do embargo unilateral" econômico e comercial que os Estados Unidos impõem à ilha há mais de 40 anos. No entanto, a Anistia diz que o embargo é usado como pretexto pelo governo cubano para atacar a dissidência.



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Anistia Internacional pede libertação dos presos políticos em Cuba

Da AFP

18/03/2005 | 10:43


A organização de direitos humanos Anistia Internacional pediu nesta sexta-feira, em Madri, a liberdade imediata e incondicional de 71 presos políticos de Cuba.

Ao completar dois anos de detenção de 75 dissidentes políticos condenados em julgamentos sumários a penas de até 28 anos, em uma onda repressiva sem precedentes, a entidade humanitária apresentou o informe intitulado "Cuba, 71 presos políticos aguardam a liberdade", no qual manifesta suas preocupações quanto à situação dos detidos.

A Anistia reclama das autoridades cubanas que respeitem as mínimas regras de tratamento de prisioneiros, investigue os casos de maus-tratos nas prisões e permitam que os políticos fiquem detidos perto de suas casas, informou Gerardo Ducos, investigador dessa organização para Cuba.

A entidade pediu, além disso, que o governo de Fidel Castro elimine a pena de morte de sua legislação.

A organização reconhece "os impactos negativos no respeito dos direitos humanos do embargo unilateral" econômico e comercial que os Estados Unidos impõem à ilha há mais de 40 anos. No entanto, a Anistia diz que o embargo é usado como pretexto pelo governo cubano para atacar a dissidência.

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