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Colaboração como estratégia

Na reengenharia da cadeia produtiva, consolidada na década de...


Dgabc

10/05/2012 | 00:00


Artigo

Na reengenharia da cadeia produtiva, consolidada na década de 1980, venceu a tese da especialização. A melhor empresa e mais rentável passou a ser aquela que se concentrava em um ponto da cadeia, terceirizando os processos complementares. Surgiram daí novas tecnologias que abrandaram o esforço humano, cortaram custos e aperfeiçoaram a qualidade. O marketing se tornou fundamental na interface com o consumidor. Mas o modelo deu sinais de cansaço. Os elos da cadeia, antes parceiros, centralizaram comandos e se tornaram concorrentes.

A nova ordem impõe estratégia baseada na maior participação de funcionários e consumidores no processo produtivo. Quem atua na base do processo de produção ou na operação dos serviços tem hoje visão ampla e crítica do sistema e do contexto no qual está inserido. É desperdício não aproveitar essa informação em favor dos negócios.

Alteramos o paradigma. Antes, um funcionário ingressava em uma empresa e seguia regras e regulamentos estabelecidos. Agora, a companhia dá mais autonomia e poder para que articulem regras e regulamentos internos, partindo de alguns preceitos. O compartilhamento de inteligência gera valor, no entanto, quando o consumidor é ouvido. Ele é direto e transparente. Nas redes sociais há material rico, disponível e fácil de usar. O desafio é adaptar a área de desenvolvimento de produtos para que captem esses desejos e, no compartilhamento de inteligência, os materializem.

O primeiro passo foi o lançamento da campanha ‘De olho na Validade', no ano passado. O consumidor se manifestou, e respondemos com projeto consistente, compensando-o com o mesmo produto sem custo. A questão que antes colocava autoridades públicas de um lado, supermercados de outro, Procon autuando e consumidor de fora, colocou todos do mesmo lado. Todos colaboram e ganham. A pesquisa que fizemos mostra a adesão de 82% dos filiados da Apas à campanha. Os produtos vencidos encontrados nas gôndolas caíram 90%.

Por essa razão a Associação Paulista de Supermercados fez da colaboração a linha condutora das discussões e palestras do 28º Congresso e Feira de Negócios em Supermercados - Apas 2012, maior evento varejista do mundo. Afinal, respondem pelo abastecimento de 85% dos lares brasileiros, atuando como catalisadores dos interesses do consumidor e integradores dos produtos e lançamentos da indústria.

João Galassi é presidente da Apas (Associação Paulista de Supermercados).

PALAVRA DO LEITOR

Será amor?

Após saber que a cada cinco minutos uma mulher é espancada no Brasil, fiquei a me perguntar: por quê? Será porque a mulher esqueceu de que para comungar, estar junto, beijar e chegar a se doar totalmente fisicamente, isso tenha de ter preparo, um antes muito melhor que o final? Minhas amigas leitoras, cadê nossa força e resposta certa a esses que dizem nos amar? Se observarem bem, qual o ponto que mais aparece nessa minha escrita? Pois é, a interrogação. O que está acontecendo? Estamos perdendo? Cadê nossa força, minhas amigas? Vamos decidir assim: ao primeiro tapa, beliscão, vamos parar, pensar e discar 190. E basta? Recomece, reconstrua, restaure e renove tudo. Porque tudo pode ser novo de novo!

Rosângela Caris, Mauá

Obras da Câmara

Em relação às obras de reforma na Câmara de São Bernardo, está na hora de a Casa ter engenheiro civil no quadro de servidores públicos.

Charles França, São Bernardo

Ajuda Divina

Nós reclamamos dos políticos, porém sabemos que eles estão lá porque nós os elegemos! Então, vamos prestar atenção nesta eleição que vem aí. Vamos analisá-los melhor: já trocamos PT por PTB, então vamos trocando que um dia melhora. Quem sabe? Que Deus nos ajude!

Paulino de Oliveira, Santo André

Lula de bengala

Ao ver o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva se apoiando numa bengala somos obrigados a perguntar: será que essa bengala é propriamente para sua segurança ou é para ele se manter na mídia, sua maior paixão? Saído, apenas alguns dias, de hospital, onde tratou de câncer na laringe, Lula parece mais preocupado em não perder seu lugar na mídia de que propriamente zelar por sua saúde. Tal atitude caracteriza o ponto fraco dos fortes que se enganam pensando serem insubstituíveis, quando na verdade são simples seres apegados aos seus caprichos pessoais. Desejamos, sim, a plenitude de sua saúde, mas desejamos também que ele renuncie à sua obsessão de querer intrometer-se no governo, deixando que Dilma execute o seu trabalho, onde o que parece ser o mais difícil é livrar-se das falcatruas que herdou do seu antecessor.

Américo Del Corto, Ribeirão Pires

Uniforme

Como torcedor santista desde a década de 1950, sempre vibrando ou sofrendo com os seus jogos, vi o Santos se destacar mundialmente com os famosos uniformes branco e o listrado em preto e branco, até hoje lembrados pelo mundo. Não consigo entender a mudança de cor do uniforme tão tradicional. É triste para quem tem maravilhosas lembranças daquele esquadrão famoso. Vibro com o sucesso do Santos, mas estou triste com essa falha.

Benone Augusto de Paiva, Capital

Pão e circo

Agora virou moda as tais viradas culturais, gastronômicas e outros eventos do tipo, bancados pelo Estado e pelas prefeituras. Por que esses prefeitos e governadores não pensam na Educação, Saúde e Segurança? Pois sequer podemos sair de casa. Ninguém fala dos resíduos sólidos (lixo mesmo)! Também nada é tratado. É chegada a hora de um basta!

Maria de Mello, Capital 



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Colaboração como estratégia

Na reengenharia da cadeia produtiva, consolidada na década de...

Dgabc

10/05/2012 | 00:00


Artigo

Na reengenharia da cadeia produtiva, consolidada na década de 1980, venceu a tese da especialização. A melhor empresa e mais rentável passou a ser aquela que se concentrava em um ponto da cadeia, terceirizando os processos complementares. Surgiram daí novas tecnologias que abrandaram o esforço humano, cortaram custos e aperfeiçoaram a qualidade. O marketing se tornou fundamental na interface com o consumidor. Mas o modelo deu sinais de cansaço. Os elos da cadeia, antes parceiros, centralizaram comandos e se tornaram concorrentes.

A nova ordem impõe estratégia baseada na maior participação de funcionários e consumidores no processo produtivo. Quem atua na base do processo de produção ou na operação dos serviços tem hoje visão ampla e crítica do sistema e do contexto no qual está inserido. É desperdício não aproveitar essa informação em favor dos negócios.

Alteramos o paradigma. Antes, um funcionário ingressava em uma empresa e seguia regras e regulamentos estabelecidos. Agora, a companhia dá mais autonomia e poder para que articulem regras e regulamentos internos, partindo de alguns preceitos. O compartilhamento de inteligência gera valor, no entanto, quando o consumidor é ouvido. Ele é direto e transparente. Nas redes sociais há material rico, disponível e fácil de usar. O desafio é adaptar a área de desenvolvimento de produtos para que captem esses desejos e, no compartilhamento de inteligência, os materializem.

O primeiro passo foi o lançamento da campanha ‘De olho na Validade', no ano passado. O consumidor se manifestou, e respondemos com projeto consistente, compensando-o com o mesmo produto sem custo. A questão que antes colocava autoridades públicas de um lado, supermercados de outro, Procon autuando e consumidor de fora, colocou todos do mesmo lado. Todos colaboram e ganham. A pesquisa que fizemos mostra a adesão de 82% dos filiados da Apas à campanha. Os produtos vencidos encontrados nas gôndolas caíram 90%.

Por essa razão a Associação Paulista de Supermercados fez da colaboração a linha condutora das discussões e palestras do 28º Congresso e Feira de Negócios em Supermercados - Apas 2012, maior evento varejista do mundo. Afinal, respondem pelo abastecimento de 85% dos lares brasileiros, atuando como catalisadores dos interesses do consumidor e integradores dos produtos e lançamentos da indústria.

João Galassi é presidente da Apas (Associação Paulista de Supermercados).

PALAVRA DO LEITOR

Será amor?

Após saber que a cada cinco minutos uma mulher é espancada no Brasil, fiquei a me perguntar: por quê? Será porque a mulher esqueceu de que para comungar, estar junto, beijar e chegar a se doar totalmente fisicamente, isso tenha de ter preparo, um antes muito melhor que o final? Minhas amigas leitoras, cadê nossa força e resposta certa a esses que dizem nos amar? Se observarem bem, qual o ponto que mais aparece nessa minha escrita? Pois é, a interrogação. O que está acontecendo? Estamos perdendo? Cadê nossa força, minhas amigas? Vamos decidir assim: ao primeiro tapa, beliscão, vamos parar, pensar e discar 190. E basta? Recomece, reconstrua, restaure e renove tudo. Porque tudo pode ser novo de novo!

Rosângela Caris, Mauá

Obras da Câmara

Em relação às obras de reforma na Câmara de São Bernardo, está na hora de a Casa ter engenheiro civil no quadro de servidores públicos.

Charles França, São Bernardo

Ajuda Divina

Nós reclamamos dos políticos, porém sabemos que eles estão lá porque nós os elegemos! Então, vamos prestar atenção nesta eleição que vem aí. Vamos analisá-los melhor: já trocamos PT por PTB, então vamos trocando que um dia melhora. Quem sabe? Que Deus nos ajude!

Paulino de Oliveira, Santo André

Lula de bengala

Ao ver o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva se apoiando numa bengala somos obrigados a perguntar: será que essa bengala é propriamente para sua segurança ou é para ele se manter na mídia, sua maior paixão? Saído, apenas alguns dias, de hospital, onde tratou de câncer na laringe, Lula parece mais preocupado em não perder seu lugar na mídia de que propriamente zelar por sua saúde. Tal atitude caracteriza o ponto fraco dos fortes que se enganam pensando serem insubstituíveis, quando na verdade são simples seres apegados aos seus caprichos pessoais. Desejamos, sim, a plenitude de sua saúde, mas desejamos também que ele renuncie à sua obsessão de querer intrometer-se no governo, deixando que Dilma execute o seu trabalho, onde o que parece ser o mais difícil é livrar-se das falcatruas que herdou do seu antecessor.

Américo Del Corto, Ribeirão Pires

Uniforme

Como torcedor santista desde a década de 1950, sempre vibrando ou sofrendo com os seus jogos, vi o Santos se destacar mundialmente com os famosos uniformes branco e o listrado em preto e branco, até hoje lembrados pelo mundo. Não consigo entender a mudança de cor do uniforme tão tradicional. É triste para quem tem maravilhosas lembranças daquele esquadrão famoso. Vibro com o sucesso do Santos, mas estou triste com essa falha.

Benone Augusto de Paiva, Capital

Pão e circo

Agora virou moda as tais viradas culturais, gastronômicas e outros eventos do tipo, bancados pelo Estado e pelas prefeituras. Por que esses prefeitos e governadores não pensam na Educação, Saúde e Segurança? Pois sequer podemos sair de casa. Ninguém fala dos resíduos sólidos (lixo mesmo)! Também nada é tratado. É chegada a hora de um basta!

Maria de Mello, Capital 

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