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Dívidas? Reavalie seu orçamento


Luciele Velluto
Do Diário do Grande ABC

04/04/2006 | 08:23


Quem contraiu dívidas pode tomar algumas providências para tirar o nome da lista de inadimplentes. Para começar é preciso avaliar o próprio orçamento – quanto ganha, quanto gasta – e avaliar onde está o erro, pois o endividamento começa com os gastos além do permitido, valendo até para empréstimos feitos na hora errada – o que faz tudo virar uma "bola de neve".

De início, é necessário fazer um planejamento de tudo que se ganha e das despesas prioritárias no sustento do lar, como contas de água, luz, telefone, entre outros. Economia é palavra fundamental nessa hora, mesmo que se tenha que mudar alguns hábitos de consumo. O montante que sobrar deve ser dedicado, sempre, ao pagamento das contas atrasadas.

As dívidas são negociáveis, desde que se procure o credor para propor que a dívida seja parcelada da forma que se possa eliminar o débito. Não aceitar a primeira proposta de negociação e pedir um prazo maior para o parcelamento pode ajudar a melhorar as condições de quitação, mesmo que o credor não aceite também a primeira proposta de quem está devendo. A barganha também é possível no caso de inadimplência.

Os acordos sobre a dívida podem ser feitos por intermédio do Juizado de Defesa do Consumidor da cidade. Mesmo sendo devedor, é possível prestar queixa contra quem está cobrando a conta, seja banco, financeira, administradoras de cartões de crédito, principalmente se houver abuso de parte dos credores – com intimidação ou cobrança de juros altos.

No caso de não haver o juizado, o Procon pode receber a reclamação ou até o Juizado de Pequenas Causas do Fórum local. É necessário ter o nome e endereço da empresa, origem do problema, valor envolvido e o máximo de informações que possam contribuir com a negociação da dívida.

Cartão – O valor mínimo pago em caso de dívidas do cartão de crédito nem sempre é a melhor saída. O débito não diminui, pois o valor mínimo paga apenas os juros que as administradoras cobram no caso de inadimplentes. O melhor a se fazer é cancelar o cartão e negociar o montante em parcelas fixas. As empresas procuram resistir a esse tipo de acordo, mas o devedor não deve ceder às pressões para continuar pagando apenas o mínimo.



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Dívidas? Reavalie seu orçamento

Luciele Velluto
Do Diário do Grande ABC

04/04/2006 | 08:23


Quem contraiu dívidas pode tomar algumas providências para tirar o nome da lista de inadimplentes. Para começar é preciso avaliar o próprio orçamento – quanto ganha, quanto gasta – e avaliar onde está o erro, pois o endividamento começa com os gastos além do permitido, valendo até para empréstimos feitos na hora errada – o que faz tudo virar uma "bola de neve".

De início, é necessário fazer um planejamento de tudo que se ganha e das despesas prioritárias no sustento do lar, como contas de água, luz, telefone, entre outros. Economia é palavra fundamental nessa hora, mesmo que se tenha que mudar alguns hábitos de consumo. O montante que sobrar deve ser dedicado, sempre, ao pagamento das contas atrasadas.

As dívidas são negociáveis, desde que se procure o credor para propor que a dívida seja parcelada da forma que se possa eliminar o débito. Não aceitar a primeira proposta de negociação e pedir um prazo maior para o parcelamento pode ajudar a melhorar as condições de quitação, mesmo que o credor não aceite também a primeira proposta de quem está devendo. A barganha também é possível no caso de inadimplência.

Os acordos sobre a dívida podem ser feitos por intermédio do Juizado de Defesa do Consumidor da cidade. Mesmo sendo devedor, é possível prestar queixa contra quem está cobrando a conta, seja banco, financeira, administradoras de cartões de crédito, principalmente se houver abuso de parte dos credores – com intimidação ou cobrança de juros altos.

No caso de não haver o juizado, o Procon pode receber a reclamação ou até o Juizado de Pequenas Causas do Fórum local. É necessário ter o nome e endereço da empresa, origem do problema, valor envolvido e o máximo de informações que possam contribuir com a negociação da dívida.

Cartão – O valor mínimo pago em caso de dívidas do cartão de crédito nem sempre é a melhor saída. O débito não diminui, pois o valor mínimo paga apenas os juros que as administradoras cobram no caso de inadimplentes. O melhor a se fazer é cancelar o cartão e negociar o montante em parcelas fixas. As empresas procuram resistir a esse tipo de acordo, mas o devedor não deve ceder às pressões para continuar pagando apenas o mínimo.

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