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Seqüestro em Fiji está longe do fim


Do Diário do Grande ABC

18/06/2000 | 15:12


Os reféns em poder dos golpistas de George Speight, no arquipélago de Fiji, estao retidos no Parlamento há um mês e ainda nao há perspectivas de soluçao para a crise política do país.

Speight e alguns soldados membros das forças especiais se apoderaram no dia 19 de maio passado do Parlamento, onde retêm como reféns o primeiro-ministro de orígem indiana, Mahendra Chaundry, e uns trinta parlamentares.

Os golpistas alegam que estao agindo pelos interesses da populaçao fijiana original e contra os de orígem indiana que representam 43% da populaçao do arquipélago e cujo êxito no campo econômico provoca irritaçao na populaçao fijiana de orígem melanésia.

Enquanto isso, o Exército, que está no poder desde a instauraçao da lei marcial, anunciou que os golpistas vao ajudar a redigir uma Constituiçao e seu porta-voz, o tenente-coronel Tarakinikini, nao esconde que as motivaçoes golpistas estao repercutindo entre os militares.

"Simpatizamos com a causa dos fijianos de orígem (melanésia). Faremos com que todos os seus temores e aspiraçoes sejam levados em conta na nova Constituiçao", reiterou Tarakinikini.

A Uniao Européia ameaçou suspender suas compras de açúcar fijiano, principal exportaçao do arquipélago, se George Speight ou qualquer um de seus homens figurar no novo governo.

Neste sábado, Speight anunciou que dava sua última entrevista à imprensa, pois, segundo ele, os meios de comunicaçao internacionais nao expoem seu ponto de vista de maneira objetiva. Ressaltou que de agora em diante só vai falar para os jornalistas locais.



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Seqüestro em Fiji está longe do fim

Do Diário do Grande ABC

18/06/2000 | 15:12


Os reféns em poder dos golpistas de George Speight, no arquipélago de Fiji, estao retidos no Parlamento há um mês e ainda nao há perspectivas de soluçao para a crise política do país.

Speight e alguns soldados membros das forças especiais se apoderaram no dia 19 de maio passado do Parlamento, onde retêm como reféns o primeiro-ministro de orígem indiana, Mahendra Chaundry, e uns trinta parlamentares.

Os golpistas alegam que estao agindo pelos interesses da populaçao fijiana original e contra os de orígem indiana que representam 43% da populaçao do arquipélago e cujo êxito no campo econômico provoca irritaçao na populaçao fijiana de orígem melanésia.

Enquanto isso, o Exército, que está no poder desde a instauraçao da lei marcial, anunciou que os golpistas vao ajudar a redigir uma Constituiçao e seu porta-voz, o tenente-coronel Tarakinikini, nao esconde que as motivaçoes golpistas estao repercutindo entre os militares.

"Simpatizamos com a causa dos fijianos de orígem (melanésia). Faremos com que todos os seus temores e aspiraçoes sejam levados em conta na nova Constituiçao", reiterou Tarakinikini.

A Uniao Européia ameaçou suspender suas compras de açúcar fijiano, principal exportaçao do arquipélago, se George Speight ou qualquer um de seus homens figurar no novo governo.

Neste sábado, Speight anunciou que dava sua última entrevista à imprensa, pois, segundo ele, os meios de comunicaçao internacionais nao expoem seu ponto de vista de maneira objetiva. Ressaltou que de agora em diante só vai falar para os jornalistas locais.

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