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Justiça adia julgamento de acusado da morte de irmão de deputado


Do Diário OnLine

06/11/2006 | 17:03


A Justiça adiou o julgamento de Fábio Conigieiro, acusado de participar do assassinato do empresário Cláudio Hanna Havar, irmão do deputado estadual de São Paulo Alberto Hiar, conhecido como ‘Turco Louco’. O júri foi remarcado para o dia 14 de março de 2007.

A sessão, que estava marcada para esta segunda-feira, chegou a começar, mas a Defesa alegou que o réu estava com problemas de saúde. Uma testemunha também não apareceu para depor.

O crime aconteceu em abril de 2003, no bairro do Pari, Centro de São Paulo. O réu deveria ter sido julgado em julho, mas a ausência de uma testemunha adiou o júri. Na ocasião, outro acusado, Alexandre Alves Portes, autor do disparo que matou o empresário, foi condenado a 19 anos de prisão.

De acordo com a acusação, a dupla foi contratada para o crime por Issam Ate Sammour, proprietário de um terreno que teve uma obra irregular embargada após denúncia da vítima. O suposto mandante foi denunciado pelo crime, mas ainda não tem julgamento marcado.



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Justiça adia julgamento de acusado da morte de irmão de deputado

Do Diário OnLine

06/11/2006 | 17:03


A Justiça adiou o julgamento de Fábio Conigieiro, acusado de participar do assassinato do empresário Cláudio Hanna Havar, irmão do deputado estadual de São Paulo Alberto Hiar, conhecido como ‘Turco Louco’. O júri foi remarcado para o dia 14 de março de 2007.

A sessão, que estava marcada para esta segunda-feira, chegou a começar, mas a Defesa alegou que o réu estava com problemas de saúde. Uma testemunha também não apareceu para depor.

O crime aconteceu em abril de 2003, no bairro do Pari, Centro de São Paulo. O réu deveria ter sido julgado em julho, mas a ausência de uma testemunha adiou o júri. Na ocasião, outro acusado, Alexandre Alves Portes, autor do disparo que matou o empresário, foi condenado a 19 anos de prisão.

De acordo com a acusação, a dupla foi contratada para o crime por Issam Ate Sammour, proprietário de um terreno que teve uma obra irregular embargada após denúncia da vítima. O suposto mandante foi denunciado pelo crime, mas ainda não tem julgamento marcado.

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