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Pagamento de dívidas deve ser prioridade do novo reitor da FSA

Arquivo Pessoal Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Terceiro candidato na disputa eleitoral, Edvaldo Luis Rossini prega manutenção do trabalho da atual gestão para tirar centro universitário da crise financeira


Daniel Macário
Do Diário do Grande ABC

06/01/2018 | 07:00


 Zerar dívida estimada hoje em R$ 106 milhões para depois pensar em investimentos. Para Edvaldo Luis Rossini, o professor Didi, terceiro candidato mais votado no processo eleitoral para o cargo de reitor da FSA (Fundação Santo André), este é o caminho para que o centro universitário volte a ser referência de ensino no Grande ABC.

Embora destaque que a tarefa de administrar a FSA, que vive grave crise econômica, não é fácil, para Rossini – docente da instituição de ensino desde 2009 – a única solução é honrar os compromissos assumidos pela atual gestão, sob o comando de Leila Modanez, mulher do professor Didi. “Trata-se de uma medida complicada, mas necessária. O pagamento dessas dívidas de fato tem comprometido as finanças da instituição, mas se deixar de pagar, assim como foi feito durante anos, corremos o risco de a Fundação fechar as portas”, acredita.

Para o docente, os acordos financeiros já têm apresentado resultados positivos para a FSA. “Atualmente temos um deficit mensal de R$ 500 mil, mas a expectativa é a de que em março esse valor caia para R$ 300 mil, com o término de alguns empréstimos, o que já nos mostra um horizonte mais positivo.”

Apesar das dificuldades financeiras, o docente diz acreditar na recuperação a médio prazo da instituição de Ensino Superior. “Nosso objetivo é retomar o reconhecimento da Fundação. Sabemos que o cenário mudou muito e que é difícil recuperar os 12 mil alunos que já tivemos, afinal, hoje existem muitas universidades na região. Mas não é tarefa difícil. Com união dos corpos docente e estudantil é possível sim efetivar isso”, avalia.

Embora tenha relação próxima com a atual reitora, professor Didi confia que a situação não deverá causar problemas. “Acredito que o prefeito Paulo Serra (PSDB) não levará isso em conta. Tenho um plano de trabalho bom e confio na minha competência”, confia.

A expectativa é a de que o chefe do Executivo anuncie ainda neste mês o nome do novo reitor da FSA. A lista tríplice com os três candidatos ao cargo foi encaminhada ao prefeito no fim de novembro. Concorrem à vaga ainda o professor Francisco José Santos Milreu, o mais votado, e a professora Andrea Dias Quintao, segunda colocada na disputa.

Greve de servidores entra no terceiro dia

A greve de servidores do setor administrativo da FSA (Fundação Santo André), vinculados ao Saee-ABC (Sindicato dos Auxiliares de Administração Escolar), entra hoje em seu terceiro dia.

Insatisfeitos com o atraso do pagamento de salários, situação que se arrasta há pelo menos três meses, cerca de 300 trabalhadores cobram a regularização de seus proventos, incluindo o pagamento do 13º referente aos exercícios de 2016 e 2017.

Cartazes expostos nas dependências da FSA pedem, de forma irônica, para que alunos procurem por integrantes da reitoria caso necessitem de qualquer serviço administrativo.

Nos informativos, funcionários ainda destacam a situação como “descaso” e “desrespeito” da FSA com os colaboradores da instituição de Ensino Superior.



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Pagamento de dívidas deve ser prioridade do novo reitor da FSA

Terceiro candidato na disputa eleitoral, Edvaldo Luis Rossini prega manutenção do trabalho da atual gestão para tirar centro universitário da crise financeira

Daniel Macário
Do Diário do Grande ABC

06/01/2018 | 07:00


 Zerar dívida estimada hoje em R$ 106 milhões para depois pensar em investimentos. Para Edvaldo Luis Rossini, o professor Didi, terceiro candidato mais votado no processo eleitoral para o cargo de reitor da FSA (Fundação Santo André), este é o caminho para que o centro universitário volte a ser referência de ensino no Grande ABC.

Embora destaque que a tarefa de administrar a FSA, que vive grave crise econômica, não é fácil, para Rossini – docente da instituição de ensino desde 2009 – a única solução é honrar os compromissos assumidos pela atual gestão, sob o comando de Leila Modanez, mulher do professor Didi. “Trata-se de uma medida complicada, mas necessária. O pagamento dessas dívidas de fato tem comprometido as finanças da instituição, mas se deixar de pagar, assim como foi feito durante anos, corremos o risco de a Fundação fechar as portas”, acredita.

Para o docente, os acordos financeiros já têm apresentado resultados positivos para a FSA. “Atualmente temos um deficit mensal de R$ 500 mil, mas a expectativa é a de que em março esse valor caia para R$ 300 mil, com o término de alguns empréstimos, o que já nos mostra um horizonte mais positivo.”

Apesar das dificuldades financeiras, o docente diz acreditar na recuperação a médio prazo da instituição de Ensino Superior. “Nosso objetivo é retomar o reconhecimento da Fundação. Sabemos que o cenário mudou muito e que é difícil recuperar os 12 mil alunos que já tivemos, afinal, hoje existem muitas universidades na região. Mas não é tarefa difícil. Com união dos corpos docente e estudantil é possível sim efetivar isso”, avalia.

Embora tenha relação próxima com a atual reitora, professor Didi confia que a situação não deverá causar problemas. “Acredito que o prefeito Paulo Serra (PSDB) não levará isso em conta. Tenho um plano de trabalho bom e confio na minha competência”, confia.

A expectativa é a de que o chefe do Executivo anuncie ainda neste mês o nome do novo reitor da FSA. A lista tríplice com os três candidatos ao cargo foi encaminhada ao prefeito no fim de novembro. Concorrem à vaga ainda o professor Francisco José Santos Milreu, o mais votado, e a professora Andrea Dias Quintao, segunda colocada na disputa.

Greve de servidores entra no terceiro dia

A greve de servidores do setor administrativo da FSA (Fundação Santo André), vinculados ao Saee-ABC (Sindicato dos Auxiliares de Administração Escolar), entra hoje em seu terceiro dia.

Insatisfeitos com o atraso do pagamento de salários, situação que se arrasta há pelo menos três meses, cerca de 300 trabalhadores cobram a regularização de seus proventos, incluindo o pagamento do 13º referente aos exercícios de 2016 e 2017.

Cartazes expostos nas dependências da FSA pedem, de forma irônica, para que alunos procurem por integrantes da reitoria caso necessitem de qualquer serviço administrativo.

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