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Buracos significam perigo em via do Casa Grande

Remendos mostram que houve manutenção, mas moradores cobram serviço de qualidade


Matheus Angioleto

29/11/2017 | 07:00


Circular em uma via em condições satisfatórias é o mínimo que esperam motoristas de motociclistas. A possibilidade de trafegar tranquilamente sem balançar dentro do veículo, sem buracos ou fissuras no asfalto é coisa difícil em rua de Diadema. Esse é o cenário na altura do número 1635 da Avenida Casa Grande, no bairro Casa Grande. 

Os buracos que se acumulam no asfalto, que aparenta já ter recebido inúmeras manutenções devido à presença de remendos, aumentam cada dia mais. Com a chegada da temporada de chuvas, que já ocorrem no Grande ABC, a população aponta que é visível o aumento dos buracos no solo.

Enquanto os problemas aumentam, quem fica logo em frente à dificuldade reclama da situação, que persiste há pelo menos três semanas. Este é o caso do mecânico Adriano Silva, 30 anos, que trabalha em frente à área mais castigada pelos buracos, que precisa de cuidados. “Quando chove a situação piora, porque os motoristas e motoqueiros não conseguem ver. Quem sabe, desvia, mas quem não conhece passa em cima e corre riscos, como os motociclistas. Vários caíram quando a roda ficou presa”, relata. 

Vários motoristas se livraram por pouco de colisões, já que, devido à dificuldade de visualização, quem vem à frente freia bruscamente e pode ser atingido por aquele que vem logo atrás.

O barulho das freadas bruscas é ouvido constantemente pela cabeleireira Vanda Silva, 58, e outros por ali. Segundo ela, até os pedestres têm medo de acidentes. “Todo o pessoal reclama e fala a mesma coisa. Faz muito tempo que está assim, porque arrumam e arrebenta de novo. Deveriam fazer o serviço bem feito para não ficar com esse problema e trazer esse transtorno à população”, reclama.

Questionada sobre o problema, a Prefeitura não se posicionou até o fechamento desta edição.



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Buracos significam perigo em via do Casa Grande

Remendos mostram que houve manutenção, mas moradores cobram serviço de qualidade

Matheus Angioleto

29/11/2017 | 07:00


Circular em uma via em condições satisfatórias é o mínimo que esperam motoristas de motociclistas. A possibilidade de trafegar tranquilamente sem balançar dentro do veículo, sem buracos ou fissuras no asfalto é coisa difícil em rua de Diadema. Esse é o cenário na altura do número 1635 da Avenida Casa Grande, no bairro Casa Grande. 

Os buracos que se acumulam no asfalto, que aparenta já ter recebido inúmeras manutenções devido à presença de remendos, aumentam cada dia mais. Com a chegada da temporada de chuvas, que já ocorrem no Grande ABC, a população aponta que é visível o aumento dos buracos no solo.

Enquanto os problemas aumentam, quem fica logo em frente à dificuldade reclama da situação, que persiste há pelo menos três semanas. Este é o caso do mecânico Adriano Silva, 30 anos, que trabalha em frente à área mais castigada pelos buracos, que precisa de cuidados. “Quando chove a situação piora, porque os motoristas e motoqueiros não conseguem ver. Quem sabe, desvia, mas quem não conhece passa em cima e corre riscos, como os motociclistas. Vários caíram quando a roda ficou presa”, relata. 

Vários motoristas se livraram por pouco de colisões, já que, devido à dificuldade de visualização, quem vem à frente freia bruscamente e pode ser atingido por aquele que vem logo atrás.

O barulho das freadas bruscas é ouvido constantemente pela cabeleireira Vanda Silva, 58, e outros por ali. Segundo ela, até os pedestres têm medo de acidentes. “Todo o pessoal reclama e fala a mesma coisa. Faz muito tempo que está assim, porque arrumam e arrebenta de novo. Deveriam fazer o serviço bem feito para não ficar com esse problema e trazer esse transtorno à população”, reclama.

Questionada sobre o problema, a Prefeitura não se posicionou até o fechamento desta edição.

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