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Atila defende continuidade de Morando, mas antecipa 2019

Nario Barbosa/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Prefeito de Mauá endossa reeleição do tucano, mas sugere debate sobre sucessão no colegiado


Raphael Rocha
Do Diário do Grande ABC

27/10/2017 | 07:00


O prefeito de Mauá, Atila Jacomussi (PSB), declarou não ver objeção à reeleição de Orlando Morando (PSDB), chefe do Executivo de São Bernardo, como presidente do Consórcio Intermunicipal do Grande ABC para o ano que vem. Entretanto, o socialista defendeu já tratar sobre o mandatário da entidade em 2019.

“Acredito na manutenção do prefeito de São Bernardo à frente do Consórcio. Acho que é o melhor caminho, de fato. Mas acho que no terceiro ano tem de ser outro e, no quarto ano, já defendo o nome do prefeito Gabriel Maranhão (PSDB, de Rio Grande da Serra), já que ele não terá de disputar a reeleição pela Prefeitura de sua cidade”, afirmou Atila.

Na terça-feira, o Diário mostrou que os prefeitos já abriram caminho para recondução de Morando como mandatário do Consórcio em 2018 – Atila, à ocasião, não tinha se manifestado. Com o encaminhamento de vitória, o tucano de São Bernardo cogitou até a possibilidade de antecipar o pleito para dar continuidade aos projetos da entidade regional.

Para Atila, há disposição em acelerar o pleito interno, mas é preciso ver os mecanismos legais para embasar essa decisão. “Também há uma discussão, ainda no começo, sobre o Paulinho (Paulo Serra, PSDB, prefeito de Santo André) ficar como vice. Mas acho que tudo tem de ser discutido, para que a decisão seja consensual entre os seis prefeitos (Diadema se retirou da instituição)”, citou o socialista.

Pelo regimento do Consórcio Intermunicipal, um prefeito tem direito a uma única reeleição dentro da legislatura. E há uma tradição que, no último ano, o presidente do colegiado é um político que não vá concorrer a uma eleição em sua cidade – em 2016, por exemplo, o comandante do grupo foi Luiz Marinho (PT), de São Bernardo, que não concorreu ao pleito no município. 



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Atila defende continuidade de Morando, mas antecipa 2019

Prefeito de Mauá endossa reeleição do tucano, mas sugere debate sobre sucessão no colegiado

Raphael Rocha
Do Diário do Grande ABC

27/10/2017 | 07:00


O prefeito de Mauá, Atila Jacomussi (PSB), declarou não ver objeção à reeleição de Orlando Morando (PSDB), chefe do Executivo de São Bernardo, como presidente do Consórcio Intermunicipal do Grande ABC para o ano que vem. Entretanto, o socialista defendeu já tratar sobre o mandatário da entidade em 2019.

“Acredito na manutenção do prefeito de São Bernardo à frente do Consórcio. Acho que é o melhor caminho, de fato. Mas acho que no terceiro ano tem de ser outro e, no quarto ano, já defendo o nome do prefeito Gabriel Maranhão (PSDB, de Rio Grande da Serra), já que ele não terá de disputar a reeleição pela Prefeitura de sua cidade”, afirmou Atila.

Na terça-feira, o Diário mostrou que os prefeitos já abriram caminho para recondução de Morando como mandatário do Consórcio em 2018 – Atila, à ocasião, não tinha se manifestado. Com o encaminhamento de vitória, o tucano de São Bernardo cogitou até a possibilidade de antecipar o pleito para dar continuidade aos projetos da entidade regional.

Para Atila, há disposição em acelerar o pleito interno, mas é preciso ver os mecanismos legais para embasar essa decisão. “Também há uma discussão, ainda no começo, sobre o Paulinho (Paulo Serra, PSDB, prefeito de Santo André) ficar como vice. Mas acho que tudo tem de ser discutido, para que a decisão seja consensual entre os seis prefeitos (Diadema se retirou da instituição)”, citou o socialista.

Pelo regimento do Consórcio Intermunicipal, um prefeito tem direito a uma única reeleição dentro da legislatura. E há uma tradição que, no último ano, o presidente do colegiado é um político que não vá concorrer a uma eleição em sua cidade – em 2016, por exemplo, o comandante do grupo foi Luiz Marinho (PT), de São Bernardo, que não concorreu ao pleito no município. 

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