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Irresistível hambúrguer


Gislaine Gutierre
Do Diário do Grande ABC

19/08/2006 | 03:51


Tudo bem que o ideal seja uma comida leve e balanceada, nutricionalmente correta, dentro de uma dieta à base de frutas, verduras e legumes. Mas convenhamos: na hora de fazer um lanche rápido, gostoso e nutritivo, não são poucos os que sucumbem à tentação de degustar um velho e bom hambúrguer. Pois este bifezinho amado e criticado está nas mesas de gente do mundo todo há mais de um século e tem no Grande ABC vários “templos de culto” ao seu sabor e versatilidade.

Verdade que a iguaria quase sempre está associada à cultura e hábitos norte-americanos. Mas isso não quer dizer que são eles os “donos” da invenção. O hambúrguer teria surgido entre os séculos XVII e XVIII, por meio dos tártaros, tribos guerreiras que viviam em território russo. Reza a lenda que eles moíam a carne dura que tinham à disposição para tornar mais fácil sua digestão. Mas comiam a carne crua mesmo. Esse hábito alimentar teria chegado a Hamburgo, cidade portuária alemã de onde teria saído com destino aos Estados Unidos, no século XIX.

Naquele país, o produto, já frito e servido no meio de um pão, fez grande sucesso, sobretudo no Texas. De lá, foi para o mundo. O Brasil só começou a ter hambúrgueres em 1952, com a inauguração de uma famosa rede de lanchonetes que até hoje briga com as concorrentes multinacionais.

E o hambúrguer, pobrezinho, ficou no meio dessa briga econômica, ideológica e nutricional. O que, no último caso, é bom para seus consumidores. Na busca por uma clientela fiel, as casas que não pertencem a redes de hamburguerias procuram caprichar no preparo da carne.

Os consumidores que se defendem dos excessos podem abominar a companhia dos “fiéis escudeiros” catchup e mostarda e até do refrigerante. Um pecado para um verdadeiro hamburgólatra.

Esta mesma seção do Diário já testou a iguaria em diversas oportunidades, em diferentes casas da região.

Entre essas, testadas e aprovadas, há o Mister Mostarda, que prepara seu “bife de Hamburgo” na própria cozinha. Um cheeseburguer clássico, ali, sai por R$ 4,55. Há dois endereços da lanchonete na região: r. Galeão Carvalhal, 34 (tel.: 4427-3945), em Santo André, e r. Juquiá, 15, Rudge Ramos, em São Bernardo (tel.: 4367-5553). Funcionam de segunda-feira a sábado, das 11h às 23h e, aos domingos, das 16h30 às 23h.

Outra é o Boka’s Burguer, que não tem produção própria da carne, mas, em compensação, oferece sanduíches com tamanho acima da média. O cheeseburguer custa R$ 6. Há dois endereços: r. Padre Manoel de Paiva, 15, em Santo André (tel.: 4994-1051) e na r. José Monteiro Filho, 23, em São Bernardo (tel.: 4125-2598). Funciona de terça a quinta-feira, das 11h às 23h; sexta e sábado, das 11h às 4h; domingo, das 17h às 23h (em São Bernardo, das 18h30 às 4h30, de segunda a domingo).


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Irresistível hambúrguer

Gislaine Gutierre
Do Diário do Grande ABC

19/08/2006 | 03:51


Tudo bem que o ideal seja uma comida leve e balanceada, nutricionalmente correta, dentro de uma dieta à base de frutas, verduras e legumes. Mas convenhamos: na hora de fazer um lanche rápido, gostoso e nutritivo, não são poucos os que sucumbem à tentação de degustar um velho e bom hambúrguer. Pois este bifezinho amado e criticado está nas mesas de gente do mundo todo há mais de um século e tem no Grande ABC vários “templos de culto” ao seu sabor e versatilidade.

Verdade que a iguaria quase sempre está associada à cultura e hábitos norte-americanos. Mas isso não quer dizer que são eles os “donos” da invenção. O hambúrguer teria surgido entre os séculos XVII e XVIII, por meio dos tártaros, tribos guerreiras que viviam em território russo. Reza a lenda que eles moíam a carne dura que tinham à disposição para tornar mais fácil sua digestão. Mas comiam a carne crua mesmo. Esse hábito alimentar teria chegado a Hamburgo, cidade portuária alemã de onde teria saído com destino aos Estados Unidos, no século XIX.

Naquele país, o produto, já frito e servido no meio de um pão, fez grande sucesso, sobretudo no Texas. De lá, foi para o mundo. O Brasil só começou a ter hambúrgueres em 1952, com a inauguração de uma famosa rede de lanchonetes que até hoje briga com as concorrentes multinacionais.

E o hambúrguer, pobrezinho, ficou no meio dessa briga econômica, ideológica e nutricional. O que, no último caso, é bom para seus consumidores. Na busca por uma clientela fiel, as casas que não pertencem a redes de hamburguerias procuram caprichar no preparo da carne.

Os consumidores que se defendem dos excessos podem abominar a companhia dos “fiéis escudeiros” catchup e mostarda e até do refrigerante. Um pecado para um verdadeiro hamburgólatra.

Esta mesma seção do Diário já testou a iguaria em diversas oportunidades, em diferentes casas da região.

Entre essas, testadas e aprovadas, há o Mister Mostarda, que prepara seu “bife de Hamburgo” na própria cozinha. Um cheeseburguer clássico, ali, sai por R$ 4,55. Há dois endereços da lanchonete na região: r. Galeão Carvalhal, 34 (tel.: 4427-3945), em Santo André, e r. Juquiá, 15, Rudge Ramos, em São Bernardo (tel.: 4367-5553). Funcionam de segunda-feira a sábado, das 11h às 23h e, aos domingos, das 16h30 às 23h.

Outra é o Boka’s Burguer, que não tem produção própria da carne, mas, em compensação, oferece sanduíches com tamanho acima da média. O cheeseburguer custa R$ 6. Há dois endereços: r. Padre Manoel de Paiva, 15, em Santo André (tel.: 4994-1051) e na r. José Monteiro Filho, 23, em São Bernardo (tel.: 4125-2598). Funciona de terça a quinta-feira, das 11h às 23h; sexta e sábado, das 11h às 4h; domingo, das 17h às 23h (em São Bernardo, das 18h30 às 4h30, de segunda a domingo).

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