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Cara Delevingne, das passarelas às telas, uma transição nada fácil

Divulgação  Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


24/07/2017 | 07:30


A britânica Cara Delevingne é uma das modelos mais requisitadas do mundo, mas seu primeiro e verdadeiro amor sempre foi a interpretação. No entanto, a transição das passarelas para as telonas não foi nada simples e demandou muito trabalho e persistência.

Delevingne, de 24 anos, ganhou milhões de dólares desfilando nas passarelas de Londres, Paris e Milão para marcas como Burberry e Chanel, e tem incontáveis capas nas revistas Vogue e Grazia.

Sua ascensão no cinema começou em Anna Karenina (2012) junto com Keira Knightley, e teve seu ápice com o drama adolescente Cidades de Papel e o sucesso de bilheteria Esquadrão Suicida. Seu filme mais recente, Valerian e a Cidade dos Mil Planetas, de Luc Besson, estreia no dia 10 de agosto no Brasil.

Para Delevingne, a transição da passarela para as telonas não foi tão simples quanto parece. O mesmo acontece com ex-atletas e celebridades que, por seu rosto conhecido, conseguem os testes, mas ao mesmo tempo têm que trabalhar dobrado para serem levados a sério.

Há dois anos, em um programa nos EUA para promover Cidades de Papel, teve que responder a perguntas duvidosas, como se tinha lido o romance de John Green, que inspirou o filme. Não só leu como também escreveu seu próprio romance, que logo deve ser publicado.

"Sempre existirão pessoas assim. É só outra oportunidade para me manter firme e mostrar que trabalho duro e estou disposta a provar para quem me subestima que estão equivocados."

Voz de muita força nas redes sociais, com 40 milhões de seguidores no Instagram, Delevingne foi elogiada por servir de apoio a muitos adolescentes que lutam com suas emoções, falando abertamente de sua bissexualidade e sua batalha contra a depressão quando tinha apenas 15 anos.

"Sou abençoada por ser uma influência forte para crianças e adolescentes. Essa sempre foi uma meta, servir de modelo para que possam ver como consegui realizar cada um dos meus sonhos com trabalho duro e determinação", contou.

Talento

Quando fez a seleção para Laureline, o diretor Luc Besson pensou imediatamente em Delevingne como a atriz que poderia mostrar o espírito de empoderamento da personagem valente que combate o crime junto a Valerian. "Ela se tornou modelo por acidente, porque um agente a viu e disse que ela poderia fazer boas fotos. Mas ela não estava pronta para isso. Cara teve sucesso porque é simpática, mas é uma atriz nata, me surpreendeu. Acredito que esse é o começo de uma longa carreira", contou Besson.

A crítica define a personagem Laureline como um paradoxo: uma mulher intrépida, independente, que, apesar disso, define sua felicidade por meio de seu sucesso buscando o amor.

"Isso é o que amo sobre a vida em geral, as dicotomias", afirmou Delevingne. "Claro que quero ser uma mulher que pode cuidar de si mesma e ser completamente independente, mas também entendo que, ao final do dia, todo mundo quer ir para casa e ter alguém que o ame e se preocupe com você, e vice-versa, e chegar algum dia a ter uma família", confessou.

Laureline, contou a atriz, prova que o romance não é esse jogo sem nenhum ganho para as mulheres, que têm que enfrentar a vida familiar e a carreira.

"Eu me identifico com ela nesse sentido e, claro, sou forte e independente e todas essas coisas, mas no final do dia sou uma romântica incurável", declarou. "Muita gente nega, mas não somos todos assim?"

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.



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Cara Delevingne, das passarelas às telas, uma transição nada fácil


24/07/2017 | 07:30


A britânica Cara Delevingne é uma das modelos mais requisitadas do mundo, mas seu primeiro e verdadeiro amor sempre foi a interpretação. No entanto, a transição das passarelas para as telonas não foi nada simples e demandou muito trabalho e persistência.

Delevingne, de 24 anos, ganhou milhões de dólares desfilando nas passarelas de Londres, Paris e Milão para marcas como Burberry e Chanel, e tem incontáveis capas nas revistas Vogue e Grazia.

Sua ascensão no cinema começou em Anna Karenina (2012) junto com Keira Knightley, e teve seu ápice com o drama adolescente Cidades de Papel e o sucesso de bilheteria Esquadrão Suicida. Seu filme mais recente, Valerian e a Cidade dos Mil Planetas, de Luc Besson, estreia no dia 10 de agosto no Brasil.

Para Delevingne, a transição da passarela para as telonas não foi tão simples quanto parece. O mesmo acontece com ex-atletas e celebridades que, por seu rosto conhecido, conseguem os testes, mas ao mesmo tempo têm que trabalhar dobrado para serem levados a sério.

Há dois anos, em um programa nos EUA para promover Cidades de Papel, teve que responder a perguntas duvidosas, como se tinha lido o romance de John Green, que inspirou o filme. Não só leu como também escreveu seu próprio romance, que logo deve ser publicado.

"Sempre existirão pessoas assim. É só outra oportunidade para me manter firme e mostrar que trabalho duro e estou disposta a provar para quem me subestima que estão equivocados."

Voz de muita força nas redes sociais, com 40 milhões de seguidores no Instagram, Delevingne foi elogiada por servir de apoio a muitos adolescentes que lutam com suas emoções, falando abertamente de sua bissexualidade e sua batalha contra a depressão quando tinha apenas 15 anos.

"Sou abençoada por ser uma influência forte para crianças e adolescentes. Essa sempre foi uma meta, servir de modelo para que possam ver como consegui realizar cada um dos meus sonhos com trabalho duro e determinação", contou.

Talento

Quando fez a seleção para Laureline, o diretor Luc Besson pensou imediatamente em Delevingne como a atriz que poderia mostrar o espírito de empoderamento da personagem valente que combate o crime junto a Valerian. "Ela se tornou modelo por acidente, porque um agente a viu e disse que ela poderia fazer boas fotos. Mas ela não estava pronta para isso. Cara teve sucesso porque é simpática, mas é uma atriz nata, me surpreendeu. Acredito que esse é o começo de uma longa carreira", contou Besson.

A crítica define a personagem Laureline como um paradoxo: uma mulher intrépida, independente, que, apesar disso, define sua felicidade por meio de seu sucesso buscando o amor.

"Isso é o que amo sobre a vida em geral, as dicotomias", afirmou Delevingne. "Claro que quero ser uma mulher que pode cuidar de si mesma e ser completamente independente, mas também entendo que, ao final do dia, todo mundo quer ir para casa e ter alguém que o ame e se preocupe com você, e vice-versa, e chegar algum dia a ter uma família", confessou.

Laureline, contou a atriz, prova que o romance não é esse jogo sem nenhum ganho para as mulheres, que têm que enfrentar a vida familiar e a carreira.

"Eu me identifico com ela nesse sentido e, claro, sou forte e independente e todas essas coisas, mas no final do dia sou uma romântica incurável", declarou. "Muita gente nega, mas não somos todos assim?"

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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