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Postos de venda levam torcida à loucura

Fernando Nonato/DGABC  Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Dérek Bittencourt
do Diário do Grande ABC

10/09/2011 | 07:07


No momento em que time e torcida mais necessitam estar próximos, uma decisão precipitada da diretoria pode culminar no baixo número de espectadores na partida entre Santo André e Chapecoense, amanhã, no Bruno Daniel, pela Série C do Brasileiro. O clube até cedeu aos pedidos dos torcedores e aumentou o número de postos de venda, mas apenas um deles é na cidade. Os outros cinco são em Barueri, São Paulo e até São Caetano (pontos da fabricante dos bilhetes).

Dono da pior média de público da Terceirona (446 pessoas), o clube teria a chance de aumentar o número justamente contra a Chapecoense, jogo que pode prorrogar a expectativa do time em se classificar à próxima fase ou ser o último duelo em casa na temporada.

Ontem, durante o treino da tarde, uma faixa foi estendida com os dizeres: ‘Diretoria. Torcedor não é palhaço. Ponto de venda em SP? Respeite o torcedor, maior patrimônio do clube'. Ramalhino-símbolo, Esquerdinha foi inclusive trajado e maquiado de palhaço.

"É brincadeira colocar postos de venda fora da cidade. Parece que fizeram de propósito, como afronta à torcida", protestou o torcedor. "Há tempo o clube não tem departamento de marketing. Sabemos da situação financeira, mas podiam fazer este jogo com portões abertos ou valor simbólico de R$ 2", sugeriu. Os valores seguem R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia). Menores de 12 anos e maiores de 60 não pagam.

Na visão do diretor de futebol Luiz Antonio Ruas Capella, a venda de ingressos apenas no Bruno Daniel "supre a demanda" da procura da torcida. "Respeito a opinião da torcida, mas a realidade é diferente. Os torcedores não têm comparecido em maior número. Caso fosse diferente com certeza teriam outros postos de venda. Se soubéssemos que aumentando o número de postos aumentaria o de torcedores, faríamos, mas não é verdade."

 

Sandoval e Djalma são as dúvidas do técnico Rotta

A expectativa do técnico Rotta para a partida de amanhã, contra a Chapecoense, é manter o time que venceu o Caxias, fora de casa, por 3 a 1. No entanto, o zagueiro titular Sandoval e o meia reserva Djalma (imediato de Luizinho) sentiram lesões musculares e são dúvida.

O treinador explicou que vai aguardar o treino de hoje (às 9h, no Bruno Daniel) para definir a equipe que joga contra os catarinenses. Caso Sandoval não tenha condições, Tyrone Power entra em seu lugar. "Sou claro. Se os 11 estivessem em condições sairiam jogando. Mas o Sandoval nos preocupa e vamos aguardar. Caso não possa, vou manter o critério e colocar o Tyrone, que é da posição", afirmou Rotta.

 

VIROSE - A Chapecoense chega hoje a Santo André, mas durante a semana 14 jogadores, familiares e até dirigentes foram atacados por virose. Alguns, inclusive, foram parar no hospital para tomar soro. Água e alimentação são principais suspeitos de causar o problema.



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Postos de venda levam torcida à loucura

Dérek Bittencourt
do Diário do Grande ABC

10/09/2011 | 07:07


No momento em que time e torcida mais necessitam estar próximos, uma decisão precipitada da diretoria pode culminar no baixo número de espectadores na partida entre Santo André e Chapecoense, amanhã, no Bruno Daniel, pela Série C do Brasileiro. O clube até cedeu aos pedidos dos torcedores e aumentou o número de postos de venda, mas apenas um deles é na cidade. Os outros cinco são em Barueri, São Paulo e até São Caetano (pontos da fabricante dos bilhetes).

Dono da pior média de público da Terceirona (446 pessoas), o clube teria a chance de aumentar o número justamente contra a Chapecoense, jogo que pode prorrogar a expectativa do time em se classificar à próxima fase ou ser o último duelo em casa na temporada.

Ontem, durante o treino da tarde, uma faixa foi estendida com os dizeres: ‘Diretoria. Torcedor não é palhaço. Ponto de venda em SP? Respeite o torcedor, maior patrimônio do clube'. Ramalhino-símbolo, Esquerdinha foi inclusive trajado e maquiado de palhaço.

"É brincadeira colocar postos de venda fora da cidade. Parece que fizeram de propósito, como afronta à torcida", protestou o torcedor. "Há tempo o clube não tem departamento de marketing. Sabemos da situação financeira, mas podiam fazer este jogo com portões abertos ou valor simbólico de R$ 2", sugeriu. Os valores seguem R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia). Menores de 12 anos e maiores de 60 não pagam.

Na visão do diretor de futebol Luiz Antonio Ruas Capella, a venda de ingressos apenas no Bruno Daniel "supre a demanda" da procura da torcida. "Respeito a opinião da torcida, mas a realidade é diferente. Os torcedores não têm comparecido em maior número. Caso fosse diferente com certeza teriam outros postos de venda. Se soubéssemos que aumentando o número de postos aumentaria o de torcedores, faríamos, mas não é verdade."

 

Sandoval e Djalma são as dúvidas do técnico Rotta

A expectativa do técnico Rotta para a partida de amanhã, contra a Chapecoense, é manter o time que venceu o Caxias, fora de casa, por 3 a 1. No entanto, o zagueiro titular Sandoval e o meia reserva Djalma (imediato de Luizinho) sentiram lesões musculares e são dúvida.

O treinador explicou que vai aguardar o treino de hoje (às 9h, no Bruno Daniel) para definir a equipe que joga contra os catarinenses. Caso Sandoval não tenha condições, Tyrone Power entra em seu lugar. "Sou claro. Se os 11 estivessem em condições sairiam jogando. Mas o Sandoval nos preocupa e vamos aguardar. Caso não possa, vou manter o critério e colocar o Tyrone, que é da posição", afirmou Rotta.

 

VIROSE - A Chapecoense chega hoje a Santo André, mas durante a semana 14 jogadores, familiares e até dirigentes foram atacados por virose. Alguns, inclusive, foram parar no hospital para tomar soro. Água e alimentação são principais suspeitos de causar o problema.

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