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Na Síria, novo acordo pode retomar retirada humanitária em Alepo

Divulgação Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


17/12/2016 | 07:44


Beirute, 17 - Um acordo foi fechado neste sábado para permitir que "casos humanitários" deixem vilas xiitas cercadas pelo governo no noroeste da Síria. Isso pode abrir espaço para p reinício da retirada de civis e de rebeldes do leste da cidade de Alepo, informou um grupo que monitora o confronto e também o braço de mídia do grupo xiita libanês Hezbollah.

O Observatório Sírio pelos Direitos Humanos, sediado no Reino Unido, informou que a retirada de cerca de 4 mil pessoas, entre elas feridos, das vilas de Foua e Kfarya deve começar neste sábado. Combatentes do Hezbollah se uniram ao confronto sírio ao lado das forças do presidente do país, Bashar al-Assad. Ativistas da oposição acusam o grupo libanês de interromper a principal estrada ao sul de Alepo e bloquear a retirada de bairros mantidos pelos rebeldes no leste da cidade.

A retirada de Alepo foi suspensa nesta sexta-feira após relatos de disparos feitos pelos dois lados do conflito. Milhares de pessoas haviam sido retiradas antes do processo ser suspenso. O governo sírio disse que a retirada de pessoas das vilas e do leste de Alepo precisa ocorrer de maneira simultânea, mas os rebeldes dizem que elas não têm ligação entre si.

O braço de mídia do Hezbollah afirmou que o novo acordo inclui cidades mantidas pelos rebeldes, como Madaya e Zabadani, perto da fronteira com o Líbano, onde dezenas de milhares de pessoas estão presas no cerco das forças do governo e do próprio grupo libanês.

Um correspondente da TV estatal síria, falando de Alepo, disse neste sábado que a principal condição para a retomada da retirada de Alepo é que os moradores de Foua e Kfarya possam ter permissão para ir embora.

O cessar-fogo e a retirada do leste de Alepo nesta semana marcou o fim do mais importante bastião dos rebeldes na guerra civil de cinco anos. A suspensão da trégua mostrou a fragilidade do acordo, pelo qual civis e combatentes seriam levados para território próximo mantido pela oposição.

Há relatos divergentes sobre quantas pessoas seguem em Alepo, variando entre 15 mil e 40 mil civis, bem como cerca de 6 mil combatentes. Há também números conflitantes sobre quantas pessoas deixaram Alepo na quinta-feira e no início da sexta-feira. A TV estatal diz que foram mais de 9 mil, enquanto a Rússia, importante aliado de Assad, citou 9.500 pessoas, entre elas mais de 4.500 rebeldes. Fonte: Associated Press.



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Na Síria, novo acordo pode retomar retirada humanitária em Alepo


17/12/2016 | 07:44


Beirute, 17 - Um acordo foi fechado neste sábado para permitir que "casos humanitários" deixem vilas xiitas cercadas pelo governo no noroeste da Síria. Isso pode abrir espaço para p reinício da retirada de civis e de rebeldes do leste da cidade de Alepo, informou um grupo que monitora o confronto e também o braço de mídia do grupo xiita libanês Hezbollah.

O Observatório Sírio pelos Direitos Humanos, sediado no Reino Unido, informou que a retirada de cerca de 4 mil pessoas, entre elas feridos, das vilas de Foua e Kfarya deve começar neste sábado. Combatentes do Hezbollah se uniram ao confronto sírio ao lado das forças do presidente do país, Bashar al-Assad. Ativistas da oposição acusam o grupo libanês de interromper a principal estrada ao sul de Alepo e bloquear a retirada de bairros mantidos pelos rebeldes no leste da cidade.

A retirada de Alepo foi suspensa nesta sexta-feira após relatos de disparos feitos pelos dois lados do conflito. Milhares de pessoas haviam sido retiradas antes do processo ser suspenso. O governo sírio disse que a retirada de pessoas das vilas e do leste de Alepo precisa ocorrer de maneira simultânea, mas os rebeldes dizem que elas não têm ligação entre si.

O braço de mídia do Hezbollah afirmou que o novo acordo inclui cidades mantidas pelos rebeldes, como Madaya e Zabadani, perto da fronteira com o Líbano, onde dezenas de milhares de pessoas estão presas no cerco das forças do governo e do próprio grupo libanês.

Um correspondente da TV estatal síria, falando de Alepo, disse neste sábado que a principal condição para a retomada da retirada de Alepo é que os moradores de Foua e Kfarya possam ter permissão para ir embora.

O cessar-fogo e a retirada do leste de Alepo nesta semana marcou o fim do mais importante bastião dos rebeldes na guerra civil de cinco anos. A suspensão da trégua mostrou a fragilidade do acordo, pelo qual civis e combatentes seriam levados para território próximo mantido pela oposição.

Há relatos divergentes sobre quantas pessoas seguem em Alepo, variando entre 15 mil e 40 mil civis, bem como cerca de 6 mil combatentes. Há também números conflitantes sobre quantas pessoas deixaram Alepo na quinta-feira e no início da sexta-feira. A TV estatal diz que foram mais de 9 mil, enquanto a Rússia, importante aliado de Assad, citou 9.500 pessoas, entre elas mais de 4.500 rebeldes. Fonte: Associated Press.

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