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Diabete atinge até 12% da população da região

Marina Brandão/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Em Sto.André, Hospital e Maternidade Dr. Christovão da Gama possui programa de glicemia


Vanessa de Oliveira
Do Diário do Grande ABC

12/11/2016 | 07:00


A Associação de Diabetes do ABC estima que entre 10% e 12% dos 2,7 milhões de habitantes da região convivem com a enfermidade, que terá seu dia mundial de alerta celebrado na segunda-feira.

Só neste ano, de janeiro a setembro, segundo registros do DataSus (banco de dados do Ministério da Saúde), 799 moradores do Grande ABC foram internados na rede pública de Saúde em decorrência da doença e 24 pessoas morreram. No mesmo período de 2015, foram 785 internações e 25 óbitos.

No município de Santo André, desde agosto, o HMCG (Hospital e Maternidade Dr. Christovão da Gama) atua com o Programa de Glicemia Hospitalar, baseado nos mais avançados protocolos de controle da diabete em pacientes internados. A iniciativa, além de contribuir para a detecção de novos portadores da doença, já que 50% dos 14 milhões de brasileiros portadores de diabete desconhecem que convivem com o mal, também colabora para trazer maior segurança para a saúde do diabético durante a internação e torná-lo ciente dos cuidados necessários.

O endocrinologista do hospital e presidente da Associação de Diabetes do ABC, Márcio Krakauer, ressalta que a diabete, fora de controle, leva a graves consequências. “As principais são problemas oculares, que podem levar à cegueira; amputações, perda da função dos rins e doenças cardiovasculares. Aliás, a maioria das doenças cardiovasculares é devida à diabete”, explicou.

O protocolo reúne ampla equipe multidisciplinar de profissionais de várias áreas, como enfermeiros, nutricionistas, responsáveis por compras e TI (Tecnologia da Informação), toda equipe médica, inclusive os intensivistas. “Uma bateria de treinamentos seguiu por quase cinco meses até formularmos todo o protocolo que nos orienta desde a detecção da glicemia capilar no paciente até todo o procedimento que deverá ser adotado durante sua estada no hospital”, disse Krakauer.

Embora a diabete, em alguns casos, tenha relação com a questão genética, o especialista salientou que boa alimentação, aliada a atividades físicas são grandes armas de prevenção. “Se a pessoa tem pré-diabete, ela pode reduzir o risco de ficar diabética. Se ela mudar o estilo de vida para melhor, isso pode reduzir até 58% o risco de desenvolver a doença.”

A diabete é causada pela falta ou má absorção de insulina, hormônio produzido pelo pâncreas.  



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Diabete atinge até 12% da população da região

Em Sto.André, Hospital e Maternidade Dr. Christovão da Gama possui programa de glicemia

Vanessa de Oliveira
Do Diário do Grande ABC

12/11/2016 | 07:00


A Associação de Diabetes do ABC estima que entre 10% e 12% dos 2,7 milhões de habitantes da região convivem com a enfermidade, que terá seu dia mundial de alerta celebrado na segunda-feira.

Só neste ano, de janeiro a setembro, segundo registros do DataSus (banco de dados do Ministério da Saúde), 799 moradores do Grande ABC foram internados na rede pública de Saúde em decorrência da doença e 24 pessoas morreram. No mesmo período de 2015, foram 785 internações e 25 óbitos.

No município de Santo André, desde agosto, o HMCG (Hospital e Maternidade Dr. Christovão da Gama) atua com o Programa de Glicemia Hospitalar, baseado nos mais avançados protocolos de controle da diabete em pacientes internados. A iniciativa, além de contribuir para a detecção de novos portadores da doença, já que 50% dos 14 milhões de brasileiros portadores de diabete desconhecem que convivem com o mal, também colabora para trazer maior segurança para a saúde do diabético durante a internação e torná-lo ciente dos cuidados necessários.

O endocrinologista do hospital e presidente da Associação de Diabetes do ABC, Márcio Krakauer, ressalta que a diabete, fora de controle, leva a graves consequências. “As principais são problemas oculares, que podem levar à cegueira; amputações, perda da função dos rins e doenças cardiovasculares. Aliás, a maioria das doenças cardiovasculares é devida à diabete”, explicou.

O protocolo reúne ampla equipe multidisciplinar de profissionais de várias áreas, como enfermeiros, nutricionistas, responsáveis por compras e TI (Tecnologia da Informação), toda equipe médica, inclusive os intensivistas. “Uma bateria de treinamentos seguiu por quase cinco meses até formularmos todo o protocolo que nos orienta desde a detecção da glicemia capilar no paciente até todo o procedimento que deverá ser adotado durante sua estada no hospital”, disse Krakauer.

Embora a diabete, em alguns casos, tenha relação com a questão genética, o especialista salientou que boa alimentação, aliada a atividades físicas são grandes armas de prevenção. “Se a pessoa tem pré-diabete, ela pode reduzir o risco de ficar diabética. Se ela mudar o estilo de vida para melhor, isso pode reduzir até 58% o risco de desenvolver a doença.”

A diabete é causada pela falta ou má absorção de insulina, hormônio produzido pelo pâncreas.  

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