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Precisa ter fôlego para percorrer o Canadá e absorver toda sua diversidade cultural e exuberância natural


Marcela Munhoz

10/11/2016 | 07:00


O Canadá é federação composta por dez províncias e três territórios, uma democracia parlamentar e uma monarquia constitucional, com a rainha Isabel II como chefe de Estado, sendo o governo dirigido por um primeiro-ministro, cargo ocupado atualmente por Justin Trudeau. É bilíngue e multicultural, com o inglês e o francês como línguas oficiais. O segundo maior país do mundo ocupa grande parte da América do Norte e se estende desde o Oceano Atlântico, a Leste, até o Pacífico, a Oeste. Ao Norte, é limitado pelo Oceano Ártico. Sua fronteira comum com os Estados Unidos, no Sul e Noroeste, é a mais longa terrestre do mundo.

Já deu para perceber que uma semaninha no Canadá é pouquíssimo tempo para conhecer o destino, certo? Na verdade, é necessário, no mínimo, o dobro de dias para passar por algumas cidades e pontos turísticos canadenses. Se quiser começar pelo Leste, coloque na lista Toronto (pelo menos quatro noites), Montreal, Québec e Ottawa. Não deixe de ir nas Cataratas do Niagara, Mont-Tremblant, Stoneham, Kingstom e os parques nacionais Banff e Jasper, nas Montanhas Rochosas. Na região central ainda tem Winnipeg. Já na costa Oeste os pontos imperdíveis são Vancouver, Revelstoke, Golden, Field, Banff e Jasper. Neste passeio visite também Natural Bridge e Emerald Lake, dentro do Yoho National Park, Lake Louise e o Moraine Lake.

É possível percorrer o país todo de avião, claro, mas a dica é que se prepare para fazer esses trajetos de trem – a travessia de Toronto a Vancouver, por exemplo, demora três dias e meio – ou de carro. A estrada Icefields Parkway, aliás, é considerada uma das mais lindas do mundo. E quem quer ir a pé basta ter coragem. O país está para inaugurar a maior trilha do mundo com 24.000 quilômetros. Trata-se da colossal Trans Canada Trail.

Outros bons motivos para conhecer o Canadá é a segurança, cidades preparadas para atender todo tipo de turista, incluindo os com mobilidade reduzida, as paisagens que parecem pinturas, as vinículas – sim, o vinho canadense, especialmente o feito com uva congelada se destaca – e a gastronomia (não deixe de provar o poutine, amontoado de delícias) convencem quem ainda tinha qualquer dúvida sobre a experiência inesquecível que é conhecer o Canadá.

Intercambistas adoram tudo o que o Canadá oferece
O brasileiro não vai ao Canadá apenas para passear. O Itamaraty estima que, em todo o país, existam cerca de 39,3 mil – eram 36,6 mil em 2013 e 25,1 mil em 2012. Muitos procuram o país para intercâmbio. Isabelly Barbosa Pereira, 20 anos, morou em Stanstead, a duas horas de Vancouver. “Queria estudar o idioma. O dólar canadense (cerca de R$ 2,40) e o enorme investimento do país em Educação me fizeram optar por lá. E não me arrependi. Pelo contrário”, conta.

De acordo com Isabelly, o que mais gostou no Canadá foi o respeito que o povo tem por todos. “Eles não ligam para as diferenças, cada um fica na sua, não tem preconceito. Além disso, eles são pacientes, simpáticos e hospitaleiros.” Ela aponta como passeios obrigatórios o La Ronde, parque de diversões em Montreal, o Ski Bromont, parque aquático em Quebec, e a CN Tower, um dos cartões-postais de Toronto. Outro elogio ao Canadá é no quesito estrutura. “É um país onde as coisas funcionam. Aqui podia ser igual.”

Não à toa que o efeito Trump afetou diretamente o Canadá. Quando o anúncio do novo presidente do país vizinho, os Estados Unidos, foi feito, o site da imigração saiu do ar por conta dos inúmeros acessos. Como Trump prometeu combater os imigrantes e Justin Trudeau, primeiro-ministro canadense, é visto como o oposto do presidente norte-americano, o país seria uma alternativa para acolher os imigrantes.  



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Precisa ter fôlego para percorrer o Canadá e absorver toda sua diversidade cultural e exuberância natural

Marcela Munhoz

10/11/2016 | 07:00


O Canadá é federação composta por dez províncias e três territórios, uma democracia parlamentar e uma monarquia constitucional, com a rainha Isabel II como chefe de Estado, sendo o governo dirigido por um primeiro-ministro, cargo ocupado atualmente por Justin Trudeau. É bilíngue e multicultural, com o inglês e o francês como línguas oficiais. O segundo maior país do mundo ocupa grande parte da América do Norte e se estende desde o Oceano Atlântico, a Leste, até o Pacífico, a Oeste. Ao Norte, é limitado pelo Oceano Ártico. Sua fronteira comum com os Estados Unidos, no Sul e Noroeste, é a mais longa terrestre do mundo.

Já deu para perceber que uma semaninha no Canadá é pouquíssimo tempo para conhecer o destino, certo? Na verdade, é necessário, no mínimo, o dobro de dias para passar por algumas cidades e pontos turísticos canadenses. Se quiser começar pelo Leste, coloque na lista Toronto (pelo menos quatro noites), Montreal, Québec e Ottawa. Não deixe de ir nas Cataratas do Niagara, Mont-Tremblant, Stoneham, Kingstom e os parques nacionais Banff e Jasper, nas Montanhas Rochosas. Na região central ainda tem Winnipeg. Já na costa Oeste os pontos imperdíveis são Vancouver, Revelstoke, Golden, Field, Banff e Jasper. Neste passeio visite também Natural Bridge e Emerald Lake, dentro do Yoho National Park, Lake Louise e o Moraine Lake.

É possível percorrer o país todo de avião, claro, mas a dica é que se prepare para fazer esses trajetos de trem – a travessia de Toronto a Vancouver, por exemplo, demora três dias e meio – ou de carro. A estrada Icefields Parkway, aliás, é considerada uma das mais lindas do mundo. E quem quer ir a pé basta ter coragem. O país está para inaugurar a maior trilha do mundo com 24.000 quilômetros. Trata-se da colossal Trans Canada Trail.

Outros bons motivos para conhecer o Canadá é a segurança, cidades preparadas para atender todo tipo de turista, incluindo os com mobilidade reduzida, as paisagens que parecem pinturas, as vinículas – sim, o vinho canadense, especialmente o feito com uva congelada se destaca – e a gastronomia (não deixe de provar o poutine, amontoado de delícias) convencem quem ainda tinha qualquer dúvida sobre a experiência inesquecível que é conhecer o Canadá.

Intercambistas adoram tudo o que o Canadá oferece
O brasileiro não vai ao Canadá apenas para passear. O Itamaraty estima que, em todo o país, existam cerca de 39,3 mil – eram 36,6 mil em 2013 e 25,1 mil em 2012. Muitos procuram o país para intercâmbio. Isabelly Barbosa Pereira, 20 anos, morou em Stanstead, a duas horas de Vancouver. “Queria estudar o idioma. O dólar canadense (cerca de R$ 2,40) e o enorme investimento do país em Educação me fizeram optar por lá. E não me arrependi. Pelo contrário”, conta.

De acordo com Isabelly, o que mais gostou no Canadá foi o respeito que o povo tem por todos. “Eles não ligam para as diferenças, cada um fica na sua, não tem preconceito. Além disso, eles são pacientes, simpáticos e hospitaleiros.” Ela aponta como passeios obrigatórios o La Ronde, parque de diversões em Montreal, o Ski Bromont, parque aquático em Quebec, e a CN Tower, um dos cartões-postais de Toronto. Outro elogio ao Canadá é no quesito estrutura. “É um país onde as coisas funcionam. Aqui podia ser igual.”

Não à toa que o efeito Trump afetou diretamente o Canadá. Quando o anúncio do novo presidente do país vizinho, os Estados Unidos, foi feito, o site da imigração saiu do ar por conta dos inúmeros acessos. Como Trump prometeu combater os imigrantes e Justin Trudeau, primeiro-ministro canadense, é visto como o oposto do presidente norte-americano, o país seria uma alternativa para acolher os imigrantes.  

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