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Atila amarra consenso para eleger o pai como presidente da Câmara

André Henrriques/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Junior Carvalho
Do Diário do Grande ABC

10/11/2016 | 07:00


O prefeito eleito de Mauá, Atila Jacomussi (PSB), tem conseguido amarrar consenso em seu grupo para emplacar a candidatura do pai, o vereador reeleito Admir Jacomussi (PRP), à presidência da Câmara para o próximo biênio (2017-2018). Então candidatos, os parlamentares Betinho da Dragões (PR) e Professor Betinho (PSDC) já sinalizaram ao socialista e afirmaram publicamente que votarão em Admir no processo interno. O acordo, porém, é condicionado à escolha de Betinho da Dragões como vice-presidente na chapa de Admir.

“Ele (Admir) é meu pai e o Atila é meu irmão”, brincou o republicano, que diz ter “certeza da vitória de Jacó (como Admir é conhecido no meio político)”. Já no caso de Professor Betinho, Atila tem insistido para que o social-democrata assuma cargo no primeiro escalão – o convite foi feito para a Pasta de Mobilidade Urbana.

Admir evitou cravar o favoritismo para ser candidato único do futuro governo, mas reconheceu o desejo pela cadeira, que já ocupou por três vezes (1981-1982, 1987-1988 e 1989-1990). “Sempre tive uma postura de conciliador, então isso me credencia (à disputa)”, enfatizou Admir.

Reeleito no dia 2 com 4.409 votos – foi o segundo mais votado na cidade –, Admir colecionará a partir do ano que vem nove mandatos no currículo. O parlamentar negou a possibilidade, aventada nos bastidores, de se eleger presidente da Câmara e, posteriormente, ser alçado ao secretariado do filho. Por essa hipótese, Admir se licenciaria da cadeira, dando espaço para um dos aliados assumir a presidência, mas retornaria ao cargo em eventuais contratempos entre Legislativo e o futuro governo. “Eu não vou fazer isso (ser eleito presidente e depois virar secretário), a não ser que haja necessidade.”

Se eleito, Admir quebrará o jejum de nove anos de não petistas no comando da Casa – o último foi Alberto Betão Pereira Justino (PTB), em 2008. 



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Atila amarra consenso para eleger o pai como presidente da Câmara

Junior Carvalho
Do Diário do Grande ABC

10/11/2016 | 07:00


O prefeito eleito de Mauá, Atila Jacomussi (PSB), tem conseguido amarrar consenso em seu grupo para emplacar a candidatura do pai, o vereador reeleito Admir Jacomussi (PRP), à presidência da Câmara para o próximo biênio (2017-2018). Então candidatos, os parlamentares Betinho da Dragões (PR) e Professor Betinho (PSDC) já sinalizaram ao socialista e afirmaram publicamente que votarão em Admir no processo interno. O acordo, porém, é condicionado à escolha de Betinho da Dragões como vice-presidente na chapa de Admir.

“Ele (Admir) é meu pai e o Atila é meu irmão”, brincou o republicano, que diz ter “certeza da vitória de Jacó (como Admir é conhecido no meio político)”. Já no caso de Professor Betinho, Atila tem insistido para que o social-democrata assuma cargo no primeiro escalão – o convite foi feito para a Pasta de Mobilidade Urbana.

Admir evitou cravar o favoritismo para ser candidato único do futuro governo, mas reconheceu o desejo pela cadeira, que já ocupou por três vezes (1981-1982, 1987-1988 e 1989-1990). “Sempre tive uma postura de conciliador, então isso me credencia (à disputa)”, enfatizou Admir.

Reeleito no dia 2 com 4.409 votos – foi o segundo mais votado na cidade –, Admir colecionará a partir do ano que vem nove mandatos no currículo. O parlamentar negou a possibilidade, aventada nos bastidores, de se eleger presidente da Câmara e, posteriormente, ser alçado ao secretariado do filho. Por essa hipótese, Admir se licenciaria da cadeira, dando espaço para um dos aliados assumir a presidência, mas retornaria ao cargo em eventuais contratempos entre Legislativo e o futuro governo. “Eu não vou fazer isso (ser eleito presidente e depois virar secretário), a não ser que haja necessidade.”

Se eleito, Admir quebrará o jejum de nove anos de não petistas no comando da Casa – o último foi Alberto Betão Pereira Justino (PTB), em 2008. 

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