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Petróleo fecha em alta pelo aumento das tensões na Nigéria


Da AFP

03/11/2006 | 17:46


Os preços do petróleo terminaram em alta nesta sexta-feira, com os investidores preocupados com o aumento da tensão na Nigéria.

Em Nova York, o barril de cru do tipo "light sweet" para entrega em dezembro avançou US$ 1,26, para fechar cotado a US$ 59,14.

Além da Nigéria, o mercado prevê uma demanda maior que o previsto de petróleo nos Estados Unidos, por causa dos dados divulgados hoje sobre o emprego. "As cotações operaram em baixa durante quase toda a semana: há coberturas de posição nas vésperas do fim de semana", comentou Bill O'Grady, da AG Edwards.

Segundo informações do governo americano, um grupo armado do Delta do Níger, no sul da Nigéria, pode estar preparando ataques a instalações de petróleo na região. A Nigéria é o primeiro produtor africano de cru e sexto exportador mundial,

Washington advertiu que os ataques podem ocorrer "na primeira semana de novembro" e os funcionários podem ser pegos como reféns.

"A violência na Nigéria pode reduzir a produção em 500 mil barris por dia a partir de fevereiro", lembrou Mike Fitzpatrick, analista da corretora Fimat.



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Petróleo fecha em alta pelo aumento das tensões na Nigéria

Da AFP

03/11/2006 | 17:46


Os preços do petróleo terminaram em alta nesta sexta-feira, com os investidores preocupados com o aumento da tensão na Nigéria.

Em Nova York, o barril de cru do tipo "light sweet" para entrega em dezembro avançou US$ 1,26, para fechar cotado a US$ 59,14.

Além da Nigéria, o mercado prevê uma demanda maior que o previsto de petróleo nos Estados Unidos, por causa dos dados divulgados hoje sobre o emprego. "As cotações operaram em baixa durante quase toda a semana: há coberturas de posição nas vésperas do fim de semana", comentou Bill O'Grady, da AG Edwards.

Segundo informações do governo americano, um grupo armado do Delta do Níger, no sul da Nigéria, pode estar preparando ataques a instalações de petróleo na região. A Nigéria é o primeiro produtor africano de cru e sexto exportador mundial,

Washington advertiu que os ataques podem ocorrer "na primeira semana de novembro" e os funcionários podem ser pegos como reféns.

"A violência na Nigéria pode reduzir a produção em 500 mil barris por dia a partir de fevereiro", lembrou Mike Fitzpatrick, analista da corretora Fimat.

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