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Pequim diz que nao renunciará à força contra Taiwan


Do Diário do Grande ABC

29/02/2000 | 08:13


A China nao renunciará jamais ao recurso da força, se for necessário, para restabelecer sua soberania sobre Taiwan, assegurou esta terça-feira o ministro chinês da Defesa, Chi Haotian, segundo a agência Nova China.

``A política fundamental da China em relaçao à questao de Taiwan consiste na reunificaçao e na aplicaçao do lema 'um país, dois sistemas', mas nao se comprometerá jamais a nao usar a força'', declarou o general Chi, ao receber o comandante das forças norte-americanas no Pacífico, o almirante Dennis Blair.

O general Chi fez um pedido para que os Estados Unidos ``tratem corretamente a questao de Taiwan'', abstendo-se de vender armas à ilha e ``fazendo gestos que verdadeiramente apóiem a reunificaçao pacífica da China''.

``A causa da reunificaçao chinesa é irreversível'', disse o general, exigindo o ``diálogo'' para reduzir as diferenças entre estados. ``A China nao será em nenhum caso uma ameaça aos Estados Unidos'', assegurou.

O almirante Blair iniciou esta terça-feira sua segunda jornada de contatos em Pequim com as autoridades chinesas, uma semana depois da publicaçao de um ``Livro branco'', no qual a China subiu o tom de suas ameaças a Taiwan.



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Pequim diz que nao renunciará à força contra Taiwan

Do Diário do Grande ABC

29/02/2000 | 08:13


A China nao renunciará jamais ao recurso da força, se for necessário, para restabelecer sua soberania sobre Taiwan, assegurou esta terça-feira o ministro chinês da Defesa, Chi Haotian, segundo a agência Nova China.

``A política fundamental da China em relaçao à questao de Taiwan consiste na reunificaçao e na aplicaçao do lema 'um país, dois sistemas', mas nao se comprometerá jamais a nao usar a força'', declarou o general Chi, ao receber o comandante das forças norte-americanas no Pacífico, o almirante Dennis Blair.

O general Chi fez um pedido para que os Estados Unidos ``tratem corretamente a questao de Taiwan'', abstendo-se de vender armas à ilha e ``fazendo gestos que verdadeiramente apóiem a reunificaçao pacífica da China''.

``A causa da reunificaçao chinesa é irreversível'', disse o general, exigindo o ``diálogo'' para reduzir as diferenças entre estados. ``A China nao será em nenhum caso uma ameaça aos Estados Unidos'', assegurou.

O almirante Blair iniciou esta terça-feira sua segunda jornada de contatos em Pequim com as autoridades chinesas, uma semana depois da publicaçao de um ``Livro branco'', no qual a China subiu o tom de suas ameaças a Taiwan.

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