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Dirigente da Capital traz melhor estrutura à região


Rafael Ribeiro
Do Diário do Grande ABC

23/02/2012 | 07:00


Iluminação adequada, estrutura elogiada e equipamento de som digital. Tudo isso gastando R$ 100 mil a menos. Esse foi o saldo do Carnaval de Diadema deste ano, após parceria com a empresa de Robson de Oliveira, presidente de honra da Liesa (Liga Independente das Escolas de Samba de São Paulo).

Segundo ele, a meta é que a festa da cidade atinja níveis ainda mais profissionais em até quatro anos. Os planos são ousados: buscam atrair os patrocínios da iniciativa privada e até a transmissão pela televisão. Neste ano, já foi possível acompanhar pela internet.

"Queremos transformar o Carnaval do Grande ABC no segundo maior do Estado", disse Oliveira. Ambição não falta. Por isso ele buscará as prefeituras das outras três cidades onde ocorrem desfiles (São Caetano, São Bernardo e Santo André) e apresentar o mesmo projeto implantado em Diadema. "Para isso é fundamental que haja a confiança do poder público nas ligas das escolas."

A Liesda (Liga Independente das Escolas de Samba de Diadema) assumiu toda a responsabilidade da organização neste ano. A Prefeitura entrou apenas com a verba de R$ 500 mil. Desses, R$ 200 mil foram gastos com a estrutura dos dois dias de desfile, ideia de Oliveira. "Para mim ainda é pouco. Teria um terceiro dia, talvez na terça, em que escolas da Capital viriam desfilar aqui na região."

Essa troca de experiências e o sucesso diademense viraram exemplos para outras cidades. O presidente da Uesa (União das Escolas de Samba de Santo André), Valter Belber, espera que a parceria já esteja assinada em 2013. "Estamos conversando e montando o Carnaval", disse.

Oliveira enfatizou também que o objetivo de sua empresa é trazer de volta o Carnaval de Mauá, parado há dois anos por falta de verbas. "É uma de nossas festas mais importantes e precisa ter tratamento à altura para trazer benefícios."



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Dirigente da Capital traz melhor estrutura à região

Rafael Ribeiro
Do Diário do Grande ABC

23/02/2012 | 07:00


Iluminação adequada, estrutura elogiada e equipamento de som digital. Tudo isso gastando R$ 100 mil a menos. Esse foi o saldo do Carnaval de Diadema deste ano, após parceria com a empresa de Robson de Oliveira, presidente de honra da Liesa (Liga Independente das Escolas de Samba de São Paulo).

Segundo ele, a meta é que a festa da cidade atinja níveis ainda mais profissionais em até quatro anos. Os planos são ousados: buscam atrair os patrocínios da iniciativa privada e até a transmissão pela televisão. Neste ano, já foi possível acompanhar pela internet.

"Queremos transformar o Carnaval do Grande ABC no segundo maior do Estado", disse Oliveira. Ambição não falta. Por isso ele buscará as prefeituras das outras três cidades onde ocorrem desfiles (São Caetano, São Bernardo e Santo André) e apresentar o mesmo projeto implantado em Diadema. "Para isso é fundamental que haja a confiança do poder público nas ligas das escolas."

A Liesda (Liga Independente das Escolas de Samba de Diadema) assumiu toda a responsabilidade da organização neste ano. A Prefeitura entrou apenas com a verba de R$ 500 mil. Desses, R$ 200 mil foram gastos com a estrutura dos dois dias de desfile, ideia de Oliveira. "Para mim ainda é pouco. Teria um terceiro dia, talvez na terça, em que escolas da Capital viriam desfilar aqui na região."

Essa troca de experiências e o sucesso diademense viraram exemplos para outras cidades. O presidente da Uesa (União das Escolas de Samba de Santo André), Valter Belber, espera que a parceria já esteja assinada em 2013. "Estamos conversando e montando o Carnaval", disse.

Oliveira enfatizou também que o objetivo de sua empresa é trazer de volta o Carnaval de Mauá, parado há dois anos por falta de verbas. "É uma de nossas festas mais importantes e precisa ter tratamento à altura para trazer benefícios."

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