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Ferreira diz que sai do Sto.André para ter ‘competência reconhecida’


Nelson Cilo
Do Diário do Grande ABC

04/04/2006 | 08:41


O técnico Luiz Carlos Ferreira não fica mais no Santo André. Ele só espera o último jogo do time no Estadual, às 16h de domingo, no Bruno Daniel, contra o mistão do Palmeiras. Em seguida, ele deve se despedir oficialmente no elenco. Ou melhor: segundo ele, a saída imediata vai depender da confirmação de uma das propostas recebidas recentemente pelo treinador – uma dos árabes e outra dos japoneses. "Respondi que só falaria disso depois do Campeonato Paulista. Na próxima semana, é possível que a gente comece as negociações. Até lá, estarei concentrado apenas no Santo André. Estamos livres da queda, é verdade, mas quero mais três pontos para selar a nossa campanha", disse.

Se as conversações demorarem, é provável que Ferreira permaneça pelo menos até o início da Série B do Campeonato Brasileiro. O comandante não vê motivos para sair apressadamente logo às vésperas de uma competição importante. Ferreira não acredita que a diretoria tente mantê-lo no cargo. Afinal, a permanência dele não dependeria de um eventual acerto financeiro. "Vou confessar uma coisa: pretendo mudar de ares. Mas que seja para o exterior. Uma transferência internacional seria bastante motivadora nas atuais circunstâncias de minha carreira. Ando meio chateado no futebol brasileiro. Aqui, não enxergam a minha inteligência e a minha experiência. Já me cansei de tanta indiferença. O Santo André é o 16º time que salvo do descenso, mas não há nenhum reconhecimento. Não me refiro a dinheiro, não é isso. Só que ainda não me incluíram no grupo de ponta daqueles que podem trabalhar nos grandes clubes. Não me levem a mal. Não pensem que é falta de modéstia", desabafa.

O presidente Jairo Livolis destacou o dedo salvador de Ferreira na batalha do Santo André para escapar da Segundona. Apesar de tudo, não vê como segurá-lo na seqüência da temporada. Na opinião do dirigente, seria preciso investir muito para renovar o atual compromisso assinado pelo Rei do Acesso. "Não há como negar a competência dele, mas ele é um profissional muito caro", supõe.



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Ferreira diz que sai do Sto.André para ter ‘competência reconhecida’

Nelson Cilo
Do Diário do Grande ABC

04/04/2006 | 08:41


O técnico Luiz Carlos Ferreira não fica mais no Santo André. Ele só espera o último jogo do time no Estadual, às 16h de domingo, no Bruno Daniel, contra o mistão do Palmeiras. Em seguida, ele deve se despedir oficialmente no elenco. Ou melhor: segundo ele, a saída imediata vai depender da confirmação de uma das propostas recebidas recentemente pelo treinador – uma dos árabes e outra dos japoneses. "Respondi que só falaria disso depois do Campeonato Paulista. Na próxima semana, é possível que a gente comece as negociações. Até lá, estarei concentrado apenas no Santo André. Estamos livres da queda, é verdade, mas quero mais três pontos para selar a nossa campanha", disse.

Se as conversações demorarem, é provável que Ferreira permaneça pelo menos até o início da Série B do Campeonato Brasileiro. O comandante não vê motivos para sair apressadamente logo às vésperas de uma competição importante. Ferreira não acredita que a diretoria tente mantê-lo no cargo. Afinal, a permanência dele não dependeria de um eventual acerto financeiro. "Vou confessar uma coisa: pretendo mudar de ares. Mas que seja para o exterior. Uma transferência internacional seria bastante motivadora nas atuais circunstâncias de minha carreira. Ando meio chateado no futebol brasileiro. Aqui, não enxergam a minha inteligência e a minha experiência. Já me cansei de tanta indiferença. O Santo André é o 16º time que salvo do descenso, mas não há nenhum reconhecimento. Não me refiro a dinheiro, não é isso. Só que ainda não me incluíram no grupo de ponta daqueles que podem trabalhar nos grandes clubes. Não me levem a mal. Não pensem que é falta de modéstia", desabafa.

O presidente Jairo Livolis destacou o dedo salvador de Ferreira na batalha do Santo André para escapar da Segundona. Apesar de tudo, não vê como segurá-lo na seqüência da temporada. Na opinião do dirigente, seria preciso investir muito para renovar o atual compromisso assinado pelo Rei do Acesso. "Não há como negar a competência dele, mas ele é um profissional muito caro", supõe.

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