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Endividamento das famílias tem queda recorde em junho



27/06/2010 | 07:05


A proporção de famílias endividadas no Estado de São Paulo caiu para 42% em junho, a menor para o mês na série da pesquisa, realizada pela Fecomercio (Federação do Comércio do Estado de São Paulo desde 2004. O resultado também foi o menor do ano.

O endividamento das famílias foi de 44% em maio e atingia 49% em junho de 2009. Em números absolutos, a Fecomercio contabilizou 1,5 milhão de famílias endividadas no Estado em junho, 82 mil a menos que em maio.

De acordo com a pesquisa, 13% das famílias paulistas (481.772) responderam estar com contas atrasadas em junho, ante 14% em maio. É o menor resultado para meses de junho da série e o segundo melhor do ano - depois de fevereiro, quando o índice foi de 12,3%. Em junho de 2009, 20% das famílias, ou 700 mil, estavam com contas em atraso.

Do total de famílias com dívidas, 21% estão com contas com atraso de até 30 dias, 29% estão com dívidas com atraso entre 30 e 90 dias e 48% com mais de 90 dias. Em média, as famílias estão com contas atrasadas há 65 dias.

A inadimplência entre as famílias caiu pelo terceiro mês consecutivo, para 4% em junho, ante 5% em maio e 6% em abril. Foi a menor taxa do ano e a melhor para meses de junho de toda a série. Em números absolutos, a pesquisa apurou que 153,9 mil famílias estão inadimplentes no Estado.

A maior parte das dívidas assumidas pelos consumidores em junho foi por meio do cartão de crédito (68%), seguido pelo carnê (28%), crédito consignado (16%) e cheque especial (5%).

Segundo o levantamento, 54% das famílias têm entre 11% e 50% de sua renda comprometida com o pagamento de dívidas, 21% possuem um comprometimento inferior a 10% da renda e 17% têm mais da metade de sua renda comprometida.

Em nota, a Fecomercio destacou que a diminuição do endividamento e a redução da inadimplência estão relacionadas ao ambiente econômico positivo, com bons indicadores de emprego, renda e consumo, à continuidade do crescimento da oferta de crédito e ao aumento dos prazos de financiamento, que possibilitam um melhor controle do orçamento familiar.



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Endividamento das famílias tem queda recorde em junho


27/06/2010 | 07:05


A proporção de famílias endividadas no Estado de São Paulo caiu para 42% em junho, a menor para o mês na série da pesquisa, realizada pela Fecomercio (Federação do Comércio do Estado de São Paulo desde 2004. O resultado também foi o menor do ano.

O endividamento das famílias foi de 44% em maio e atingia 49% em junho de 2009. Em números absolutos, a Fecomercio contabilizou 1,5 milhão de famílias endividadas no Estado em junho, 82 mil a menos que em maio.

De acordo com a pesquisa, 13% das famílias paulistas (481.772) responderam estar com contas atrasadas em junho, ante 14% em maio. É o menor resultado para meses de junho da série e o segundo melhor do ano - depois de fevereiro, quando o índice foi de 12,3%. Em junho de 2009, 20% das famílias, ou 700 mil, estavam com contas em atraso.

Do total de famílias com dívidas, 21% estão com contas com atraso de até 30 dias, 29% estão com dívidas com atraso entre 30 e 90 dias e 48% com mais de 90 dias. Em média, as famílias estão com contas atrasadas há 65 dias.

A inadimplência entre as famílias caiu pelo terceiro mês consecutivo, para 4% em junho, ante 5% em maio e 6% em abril. Foi a menor taxa do ano e a melhor para meses de junho de toda a série. Em números absolutos, a pesquisa apurou que 153,9 mil famílias estão inadimplentes no Estado.

A maior parte das dívidas assumidas pelos consumidores em junho foi por meio do cartão de crédito (68%), seguido pelo carnê (28%), crédito consignado (16%) e cheque especial (5%).

Segundo o levantamento, 54% das famílias têm entre 11% e 50% de sua renda comprometida com o pagamento de dívidas, 21% possuem um comprometimento inferior a 10% da renda e 17% têm mais da metade de sua renda comprometida.

Em nota, a Fecomercio destacou que a diminuição do endividamento e a redução da inadimplência estão relacionadas ao ambiente econômico positivo, com bons indicadores de emprego, renda e consumo, à continuidade do crescimento da oferta de crédito e ao aumento dos prazos de financiamento, que possibilitam um melhor controle do orçamento familiar.

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