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PTB fala em candidatura própria em São Caetano

Nario Barbosa/DGABC  Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Irmão de Tortorello, Pádua afirma que prefeito
jamais cogitaria não lançar nome da sigla ao Paço


Júnior Carvalho
Do Diário do Grande ABC

17/11/2015 | 07:00


O PTB de São Caetano já fala em lançar nome próprio à disputa pelo Paço em 2016. Irmão do prefeito Luiz Tortorello (morto em 2004), Pádua Tortorello (PTB) defende que, pelo histórico da legenda – governou a cidade por 30 anos –, “a vontade é ter candidatura” do partido na próxima eleição.

Pádua evoca as gestões petebistas de Hermógenes Walter Braido (1965 a 1969, 1973 a 1977 e 1983 a 1988) e de Tortorello (1989 a 1992, 1997 a 2000 e 2001 a 2004) para sustentar a participação do partido no páreo como cabeça de chapa no próximo ano.

“Temos de ter o pensamento forte como tiveram Braido e Tortorello. Se fosse hoje, eles jamais cogitariam a hipótese de o PTB deixar de lançar candidato a prefeito”, argumenta o petebista, que atuou nas gestões do irmão e integrou o grupo que, em 2004, elegeu José Auricchio Júnior (hoje no PSDB)como sucessor de Tortorello, também pelo PTB.

Embora os petebistas falem publicamente em disputar o Palácio da Cerâmica, nos bastidores o partido ainda estuda ocupar a vaga de vice na chapa do atual prefeito, Paulo Pinheiro (PMDB), que buscará a reeleição – o nome do presidente da Câmara, Paulo Bottura (PTB), é ventilado. “Nós temos nomes para lançarmos candidatos (ao Paço), como o dos vereadores Bottura, Gérsio (Sartori) ou Flávio Rstom. O Aparecido Viana (empresário do ramo imobiliário) também é cotado. Precisamos manter tradição do partido na cidade. Contudo, vamos continuar dialogando com todos os outros partidos”, frisou Pádua.

Protagonista no passado, o PTB são-caetanense corre para não virar coadjuvante no pleito de 2016, já que o cenário aponta para polarização entre Pinheiro e Auricchio. Desde que perdeu a eleição de 2012, quando a então candidata governista, Regina Maura Zetone (hoje no PSDB), foi derrotada pelo atual prefeito, a sigla ingressou no governo do peemedebista e reduziu sua influência no cenário político da cidade. Todos os parlamentares eleitos pelo partido aderiram à bancada governista – então no PTB, Jorge Salgado (hoje no Pros) foi escolhido como líder de governo.

A aproximação do PTB com a administração de Pinheiro aumentou após a saída de Auricchio dos quadros petebistas. Por projeto de rivalizar com o peemedebista, o ex-prefeito foi para o PSDB, onde brigará pelo retorno ao Palácio da Cerâmica. Irritado com a mudança, o deputado estadual Campos Machado, principal liderança petebista em São Paulo, já sentenciou a sigla fora do projeto do ex-gestor.

RETORNO AO PAÇO
Contratado no mês passado para atuar em cargo na Secretaria de Assuntos Jurídicos e, uma semana depois, exonerado sem antes iniciar o trabalho, Pádua afirmou que ainda aguarda definição de Pinheiro para possível retorno à administração, mas em função com caráter político e não técnico. Até o ano passado o petebista atuou como articulador do governo. Deixou o posto após polêmica briga com o vereador Chico Bento (PP), que ele diz ser episódio superado. 



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PTB fala em candidatura própria em São Caetano

Irmão de Tortorello, Pádua afirma que prefeito
jamais cogitaria não lançar nome da sigla ao Paço

Júnior Carvalho
Do Diário do Grande ABC

17/11/2015 | 07:00


O PTB de São Caetano já fala em lançar nome próprio à disputa pelo Paço em 2016. Irmão do prefeito Luiz Tortorello (morto em 2004), Pádua Tortorello (PTB) defende que, pelo histórico da legenda – governou a cidade por 30 anos –, “a vontade é ter candidatura” do partido na próxima eleição.

Pádua evoca as gestões petebistas de Hermógenes Walter Braido (1965 a 1969, 1973 a 1977 e 1983 a 1988) e de Tortorello (1989 a 1992, 1997 a 2000 e 2001 a 2004) para sustentar a participação do partido no páreo como cabeça de chapa no próximo ano.

“Temos de ter o pensamento forte como tiveram Braido e Tortorello. Se fosse hoje, eles jamais cogitariam a hipótese de o PTB deixar de lançar candidato a prefeito”, argumenta o petebista, que atuou nas gestões do irmão e integrou o grupo que, em 2004, elegeu José Auricchio Júnior (hoje no PSDB)como sucessor de Tortorello, também pelo PTB.

Embora os petebistas falem publicamente em disputar o Palácio da Cerâmica, nos bastidores o partido ainda estuda ocupar a vaga de vice na chapa do atual prefeito, Paulo Pinheiro (PMDB), que buscará a reeleição – o nome do presidente da Câmara, Paulo Bottura (PTB), é ventilado. “Nós temos nomes para lançarmos candidatos (ao Paço), como o dos vereadores Bottura, Gérsio (Sartori) ou Flávio Rstom. O Aparecido Viana (empresário do ramo imobiliário) também é cotado. Precisamos manter tradição do partido na cidade. Contudo, vamos continuar dialogando com todos os outros partidos”, frisou Pádua.

Protagonista no passado, o PTB são-caetanense corre para não virar coadjuvante no pleito de 2016, já que o cenário aponta para polarização entre Pinheiro e Auricchio. Desde que perdeu a eleição de 2012, quando a então candidata governista, Regina Maura Zetone (hoje no PSDB), foi derrotada pelo atual prefeito, a sigla ingressou no governo do peemedebista e reduziu sua influência no cenário político da cidade. Todos os parlamentares eleitos pelo partido aderiram à bancada governista – então no PTB, Jorge Salgado (hoje no Pros) foi escolhido como líder de governo.

A aproximação do PTB com a administração de Pinheiro aumentou após a saída de Auricchio dos quadros petebistas. Por projeto de rivalizar com o peemedebista, o ex-prefeito foi para o PSDB, onde brigará pelo retorno ao Palácio da Cerâmica. Irritado com a mudança, o deputado estadual Campos Machado, principal liderança petebista em São Paulo, já sentenciou a sigla fora do projeto do ex-gestor.

RETORNO AO PAÇO
Contratado no mês passado para atuar em cargo na Secretaria de Assuntos Jurídicos e, uma semana depois, exonerado sem antes iniciar o trabalho, Pádua afirmou que ainda aguarda definição de Pinheiro para possível retorno à administração, mas em função com caráter político e não técnico. Até o ano passado o petebista atuou como articulador do governo. Deixou o posto após polêmica briga com o vereador Chico Bento (PP), que ele diz ser episódio superado. 

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