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Operário da obra do Inamar ainda espera cirurgia em Diadema

Celso Luiz/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Haitiano Scorty Moïse quebrou o pé no desabamento há uma semana


Felipe Simões
Do Diário do Grande ABC

14/11/2015 | 07:00


Uma semana após quebrar o pé esquerdo no desabamento da arquibancada social do Estádio do Inamar, o pedreiro haitiano Scorty Moïse, 31 anos, ainda aguarda cirurgia no Hospital Estadual de Diadema. Quem narra o drama é o irmão de Scorty, Jacson Moïse, 32, que também trabalha na obra e conversou com o Diário. Ele não está ferido e visita diariamente o irmão hospitalizado.

Há seis meses no Brasil, Jacson relatou que o único contato feito pela empresa na qual ambos trabalham – subcontratada pela Direplan – foi para confirmar o nome inteiro do irmão, que chegou há um mês ao País.

Os haitianos, que são naturais de Port-Salut, cidade a 219 quilômetros da capital Porto Príncipe e moram em São Paulo, estavam há pouco tempo na obra – Jacson iniciava, no sábado, seu quarto dia de trabalho, enquanto Scorty começava apenas seu segundo dia no local.

Segundo Jacson, que conversou com o delegado titular do 4º DP (Eldorado) de Diadema, Miguel Ferreira da Silva, todos os funcionários que trabalhavam no momento da queda estavam utilizando os equipamentos de segurança exigidos, como bota, luva e capacete.

O haitiano afirmou que relatou que o irmão, acompanhado de outros funcionários, estava retirando os calços de madeira quando a arquibancada veio abaixo em efeito dominó. Na tentativa de escapar, Scorty correu para uma das extremidades da estrutura, caiu e quebrou o pé. Jacson estava junto do irmão momentos antes da queda, mas deixou o local para mexer com tijolos em outra parte da obra.

O Diário tentou entrar em contato com Miguel Ferreira da Silva para confirmar as informações, mas funcionários do 4º DP informaram que ele está de férias, volta dia 23 e que só ele poderia falar a respeito do caso.

A equipe de reportagem tentou entrar em contato com Paulo Sirqueira, presidente do Água Santa, para comentar o fato, mas não obteve sucesso.



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Operário da obra do Inamar ainda espera cirurgia em Diadema

Haitiano Scorty Moïse quebrou o pé no desabamento há uma semana

Felipe Simões
Do Diário do Grande ABC

14/11/2015 | 07:00


Uma semana após quebrar o pé esquerdo no desabamento da arquibancada social do Estádio do Inamar, o pedreiro haitiano Scorty Moïse, 31 anos, ainda aguarda cirurgia no Hospital Estadual de Diadema. Quem narra o drama é o irmão de Scorty, Jacson Moïse, 32, que também trabalha na obra e conversou com o Diário. Ele não está ferido e visita diariamente o irmão hospitalizado.

Há seis meses no Brasil, Jacson relatou que o único contato feito pela empresa na qual ambos trabalham – subcontratada pela Direplan – foi para confirmar o nome inteiro do irmão, que chegou há um mês ao País.

Os haitianos, que são naturais de Port-Salut, cidade a 219 quilômetros da capital Porto Príncipe e moram em São Paulo, estavam há pouco tempo na obra – Jacson iniciava, no sábado, seu quarto dia de trabalho, enquanto Scorty começava apenas seu segundo dia no local.

Segundo Jacson, que conversou com o delegado titular do 4º DP (Eldorado) de Diadema, Miguel Ferreira da Silva, todos os funcionários que trabalhavam no momento da queda estavam utilizando os equipamentos de segurança exigidos, como bota, luva e capacete.

O haitiano afirmou que relatou que o irmão, acompanhado de outros funcionários, estava retirando os calços de madeira quando a arquibancada veio abaixo em efeito dominó. Na tentativa de escapar, Scorty correu para uma das extremidades da estrutura, caiu e quebrou o pé. Jacson estava junto do irmão momentos antes da queda, mas deixou o local para mexer com tijolos em outra parte da obra.

O Diário tentou entrar em contato com Miguel Ferreira da Silva para confirmar as informações, mas funcionários do 4º DP informaram que ele está de férias, volta dia 23 e que só ele poderia falar a respeito do caso.

A equipe de reportagem tentou entrar em contato com Paulo Sirqueira, presidente do Água Santa, para comentar o fato, mas não obteve sucesso.

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