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Líder de facção racista morre em prisão nos EUA


Da AFP

06/11/2006 | 15:04


O ex-líder da facção mais violenta do grupo racista americano KKK (Ku Klux Klan), Sam Bowers, morreu no domingo na prisão aos 82 anos de idade, informaram nesta segunda-feira as autoridades carcerárias do estado do Mississipi.

Bowers cumpria uma condenação à prisão perpétua pelo assassinato de um ativista negro em 1966. Segundo o Departamento Correcional do Estado, ele morreu devido a uma parada cardíaca no hospital da Penitenciária Estatal do Mississipi, em Parchman.

Cansado do que considerava uma KKK muito passiva diante da luta pelos direitos civis no sul dos Estados Unidos nos anos 60, Bowers formou, em 1964, um grupo chamado Os Cavaleiros Brancos da KKK, que se converteu na facção mais violenta do antigo grupo racista.

Um dos crimes mais notórios atribuídos ao grupo foi o assassinato de três militantes dos direitos civis - dois brancos e um negro - em 1964, que viajaram ao sul para ajudar uma comunidade negra a aprender a votar.

O caso emocionou os Estados Unidos e inspirou o filme de 1988 "Mississipi em chamas". Por este crime Bowers cumpriu seis anos de prisão.

No entanto, o caso que enviou Bowers à prisão perpétua foi o assassinato, em 1966, de outro militante negro, Vernon Dahmer, atacado a tiros em sua casa no Mississipi e posteriormente morto por um incêndio que lhe ocasionou ferimentos graves.

Bowers foi julgado em várias ocasiões pelo crime, mas os jurados brancos nunca chegavam a uma decisão. Em 1998 foi considerado culpado por um júri integrado por seis brancos, cinco negros e um americano asiático e condenado à prisão perpétua.


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Líder de facção racista morre em prisão nos EUA

Da AFP

06/11/2006 | 15:04


O ex-líder da facção mais violenta do grupo racista americano KKK (Ku Klux Klan), Sam Bowers, morreu no domingo na prisão aos 82 anos de idade, informaram nesta segunda-feira as autoridades carcerárias do estado do Mississipi.

Bowers cumpria uma condenação à prisão perpétua pelo assassinato de um ativista negro em 1966. Segundo o Departamento Correcional do Estado, ele morreu devido a uma parada cardíaca no hospital da Penitenciária Estatal do Mississipi, em Parchman.

Cansado do que considerava uma KKK muito passiva diante da luta pelos direitos civis no sul dos Estados Unidos nos anos 60, Bowers formou, em 1964, um grupo chamado Os Cavaleiros Brancos da KKK, que se converteu na facção mais violenta do antigo grupo racista.

Um dos crimes mais notórios atribuídos ao grupo foi o assassinato de três militantes dos direitos civis - dois brancos e um negro - em 1964, que viajaram ao sul para ajudar uma comunidade negra a aprender a votar.

O caso emocionou os Estados Unidos e inspirou o filme de 1988 "Mississipi em chamas". Por este crime Bowers cumpriu seis anos de prisão.

No entanto, o caso que enviou Bowers à prisão perpétua foi o assassinato, em 1966, de outro militante negro, Vernon Dahmer, atacado a tiros em sua casa no Mississipi e posteriormente morto por um incêndio que lhe ocasionou ferimentos graves.

Bowers foi julgado em várias ocasiões pelo crime, mas os jurados brancos nunca chegavam a uma decisão. Em 1998 foi considerado culpado por um júri integrado por seis brancos, cinco negros e um americano asiático e condenado à prisão perpétua.

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