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Banco Santos precisa de R$ 700 milhões para reabrir


Do Diário OnLine

13/11/2004 | 14:11


O diretor de Fiscalização do Banco Central, Paulo Cavalheiro, afirmou neste sábado que o Banco Santos precisa de um investimento de R$ 700 milhões para voltar a funcionar. O BC anunciou na noite de sexta-feira a intervenção no banco e na Santos Corretora de Câmbio e Valores Mobiliários, dos mesmos donos, por falta de liquidez.

Cavalheiro destacou que o Banco Santos foi fechado porque não teria condições de funcionar na terça-feira, após o feriado. A instituição não recolhia o compulsório dos depósitos a prazo, que é a parte do dinheiro dos clientes que o banco empenha ao BC, há 20 dias.

O Banco Central descobriu também que o banco do empresário Edmar Cid Ferreira não tinha mais patrimônio de R$ 600 milhões, como alegava, mas sim um patrimônio líquido negativo de R$ 100 milhões.

Os depósitos a prazo do Banco Santos somam cerca de R$ 1,8 bilhão, segundo o Banco Central. Os recursos não poderão ser sacados pelos clientes — o limite para retirada pelo seguro bancário é de R$ 20 mil.

Os fundos de investimentos geridos pelo Banco Santos podem ser transferidos para outro gestor. A lei prevê que a intervenção pode durar seis meses, com direito a prorrogação por igual período — o interventor nomeado pelo Banco Central é Vânio César Aguiar, chefe do departamento de supervisão indireta do BC.

O Banco Santos pode ser vendido, partir para uma liquidação extrajudicial, decretar falência ou receber um aporte financeiro para cobrir o rombo.

Os bens dos controladores do Banco Santos e de Edmar Cid Ferreira, entre eles a mansão de R$ 50 milhões que o banqueiro construiu no Morumbi (Zona Sul de São Paulo), estão indisponíveis.



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Banco Santos precisa de R$ 700 milhões para reabrir

Do Diário OnLine

13/11/2004 | 14:11


O diretor de Fiscalização do Banco Central, Paulo Cavalheiro, afirmou neste sábado que o Banco Santos precisa de um investimento de R$ 700 milhões para voltar a funcionar. O BC anunciou na noite de sexta-feira a intervenção no banco e na Santos Corretora de Câmbio e Valores Mobiliários, dos mesmos donos, por falta de liquidez.

Cavalheiro destacou que o Banco Santos foi fechado porque não teria condições de funcionar na terça-feira, após o feriado. A instituição não recolhia o compulsório dos depósitos a prazo, que é a parte do dinheiro dos clientes que o banco empenha ao BC, há 20 dias.

O Banco Central descobriu também que o banco do empresário Edmar Cid Ferreira não tinha mais patrimônio de R$ 600 milhões, como alegava, mas sim um patrimônio líquido negativo de R$ 100 milhões.

Os depósitos a prazo do Banco Santos somam cerca de R$ 1,8 bilhão, segundo o Banco Central. Os recursos não poderão ser sacados pelos clientes — o limite para retirada pelo seguro bancário é de R$ 20 mil.

Os fundos de investimentos geridos pelo Banco Santos podem ser transferidos para outro gestor. A lei prevê que a intervenção pode durar seis meses, com direito a prorrogação por igual período — o interventor nomeado pelo Banco Central é Vânio César Aguiar, chefe do departamento de supervisão indireta do BC.

O Banco Santos pode ser vendido, partir para uma liquidação extrajudicial, decretar falência ou receber um aporte financeiro para cobrir o rombo.

Os bens dos controladores do Banco Santos e de Edmar Cid Ferreira, entre eles a mansão de R$ 50 milhões que o banqueiro construiu no Morumbi (Zona Sul de São Paulo), estão indisponíveis.

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