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Casa Branca duvida da capacidade de premiê iraquiano


Da AFP

29/11/2006 | 11:22


Um memorando da Casa Branca elaborado pelo assessor de segurança nacional, Stephen Hadley, duvida que o primeiro-ministro iraquiano, Nuri al-Maliki, seja capaz de acabar com a violência sectária.

Segundo a edição desta quarta-feira do jornal The New York Times, o memorando secreto de cinco páginas, com data de 8 de novembro, recomenda que Washington dê novos passos para fortalecer o governo de Maliki.

Se o premiê iraquiano fracassar, Washington poderia pressioná-lo para que refaça seus apoios parlamentares. Neste caso, deveria fornecer "ajuda financeira aos grupos moderados" e enviar milhares de soldados adicionais a Bagdá, afirma o memorando.

Maliki confia habitualmente no apoio parlamentar do clérigo radical xiita Moqtada al-Sadr, cuja milícia, o Exército de Mahdi, é acusada de estar envolvida na violência sectária.

De acordo com o jornal, Hadley redigiu o memorando depois de uma reunião com Maliki em Bagdá no dia 30 de outubro.

"A motivação do documento é apoiar Maliki e melhorar suas possibilidades", disse o porta-voz da Casa Branca, Tony Snow, que viaja com o presidente Bush.

"Temos com o primeiro-ministro Maliki a mesma visão sobre o Iraque? Neste caso, é capaz de controlar os que querem impor a hegemonia xiita e os que querem que os sunitas voltem ao poder? As respostas a estas perguntas são chaves para determinar se seguimos a estratégia correta no Iraque", acrescenta o memorando. 

O texto foi divulgado no momento em que o presidente americano, George W. Bush, viaja a Jordânia para se reunir justamente com Maliki e o rei Abdullah II.



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Casa Branca duvida da capacidade de premiê iraquiano

Da AFP

29/11/2006 | 11:22


Um memorando da Casa Branca elaborado pelo assessor de segurança nacional, Stephen Hadley, duvida que o primeiro-ministro iraquiano, Nuri al-Maliki, seja capaz de acabar com a violência sectária.

Segundo a edição desta quarta-feira do jornal The New York Times, o memorando secreto de cinco páginas, com data de 8 de novembro, recomenda que Washington dê novos passos para fortalecer o governo de Maliki.

Se o premiê iraquiano fracassar, Washington poderia pressioná-lo para que refaça seus apoios parlamentares. Neste caso, deveria fornecer "ajuda financeira aos grupos moderados" e enviar milhares de soldados adicionais a Bagdá, afirma o memorando.

Maliki confia habitualmente no apoio parlamentar do clérigo radical xiita Moqtada al-Sadr, cuja milícia, o Exército de Mahdi, é acusada de estar envolvida na violência sectária.

De acordo com o jornal, Hadley redigiu o memorando depois de uma reunião com Maliki em Bagdá no dia 30 de outubro.

"A motivação do documento é apoiar Maliki e melhorar suas possibilidades", disse o porta-voz da Casa Branca, Tony Snow, que viaja com o presidente Bush.

"Temos com o primeiro-ministro Maliki a mesma visão sobre o Iraque? Neste caso, é capaz de controlar os que querem impor a hegemonia xiita e os que querem que os sunitas voltem ao poder? As respostas a estas perguntas são chaves para determinar se seguimos a estratégia correta no Iraque", acrescenta o memorando. 

O texto foi divulgado no momento em que o presidente americano, George W. Bush, viaja a Jordânia para se reunir justamente com Maliki e o rei Abdullah II.

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