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Em Mauá, recapeamento trava
trânsito na Avenida Capitão João

Ontem, filas de, no mínimo, quatro quilômetros de veículos
parados se formaram na via, que liga o município a Ribeirão


Elaine Granconato
Do Diário do Grande ABC

10/01/2012 | 07:00


Com investimentos de R$ 22 milhões, a Prefeitura de Mauá pretende recapear, até o fim de março, 60 quilômetros de ruas e avenidas que recebem o tráfego mais pesado. A expectativa é melhorar as condições das vias, mas a obra tem trazido transtornos aos motoristas e pedestres. Ontem, durante todo o dia, filas de, no mínimo, quatro quilômetros de veículos parados se formaram na Avenida Capitão João, que liga o município a Ribeirão Pires.

O que irritou a maioria dos motoristas. "Isso é um absurdo", criticou o comerciante Marcos Eduardo Gomes Gonsalez, 31 anos, residente em São Paulo, mas que possui comércio em Ribeirão Pires. E foi além: "O serviço teria de ser feito na madrugada, não em horário de pico". Diariamente, o mesmo trajeto Gonsalez disse fazer em dez minutos. Ontem, por volta das 11h, já estava no anda e para.

A equipe do Diário, que se dirigia para Rio Grande da Serra, fez o trajeto na Avenida Capitão João, em Mauá, até a entrada do portal de Ribeirão Pires em 50 minutos. A via estava completamente travada nos dois sentidos, embora o trabalho fosse executado em uma das pistas do lado direito, sentido Rio Grande-Ribeirão para Mauá-Santo André.

A irritação ainda era maior quando os motoristas, que trafegavam na altura do supermercado Coop, se deparavam com três agentes de trânsito de Mauá em animada conversa na calçada. Nenhum fiscalizava ou organizava o trânsito.

Questionada sobre as medidas adotadas para minimizar os transtornos por conta da obra ou mesmo alternativas de desvios do trânsito, a Prefeitura informou que o recapeamento "também está sendo realizado à noite, com maior interdição de faixas".

Aliás, o próprio chefe do Executivo, Oswaldo Dias (PT), havia prometido que o serviço de recapeamento seria executado sobretudo no período noturno. O que não tem ocorrido. Em alguns locais, como o Diário constatou e registrou na edição de 1º de dezembro, como nas avenidas Barão de Mauá e Itapark, as intervenções travaram não só o trânsito como as vendas dos comércios locais.

Em dezembro, na época das compras de Natal, o trabalho executado no entorno provocou o travamento do acesso para o Centro. Com outdoors de promoção da obra espalhados pela cidade, moradores já reclamam da qualidade do asfalto nas avenidas Barão de Mauá e Itapark, recém-entregues pela administração. Alguns deles, mais criativos, dizem que as vias já se transformaram em "costa de jacaré".



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Em Mauá, recapeamento trava
trânsito na Avenida Capitão João

Ontem, filas de, no mínimo, quatro quilômetros de veículos
parados se formaram na via, que liga o município a Ribeirão

Elaine Granconato
Do Diário do Grande ABC

10/01/2012 | 07:00


Com investimentos de R$ 22 milhões, a Prefeitura de Mauá pretende recapear, até o fim de março, 60 quilômetros de ruas e avenidas que recebem o tráfego mais pesado. A expectativa é melhorar as condições das vias, mas a obra tem trazido transtornos aos motoristas e pedestres. Ontem, durante todo o dia, filas de, no mínimo, quatro quilômetros de veículos parados se formaram na Avenida Capitão João, que liga o município a Ribeirão Pires.

O que irritou a maioria dos motoristas. "Isso é um absurdo", criticou o comerciante Marcos Eduardo Gomes Gonsalez, 31 anos, residente em São Paulo, mas que possui comércio em Ribeirão Pires. E foi além: "O serviço teria de ser feito na madrugada, não em horário de pico". Diariamente, o mesmo trajeto Gonsalez disse fazer em dez minutos. Ontem, por volta das 11h, já estava no anda e para.

A equipe do Diário, que se dirigia para Rio Grande da Serra, fez o trajeto na Avenida Capitão João, em Mauá, até a entrada do portal de Ribeirão Pires em 50 minutos. A via estava completamente travada nos dois sentidos, embora o trabalho fosse executado em uma das pistas do lado direito, sentido Rio Grande-Ribeirão para Mauá-Santo André.

A irritação ainda era maior quando os motoristas, que trafegavam na altura do supermercado Coop, se deparavam com três agentes de trânsito de Mauá em animada conversa na calçada. Nenhum fiscalizava ou organizava o trânsito.

Questionada sobre as medidas adotadas para minimizar os transtornos por conta da obra ou mesmo alternativas de desvios do trânsito, a Prefeitura informou que o recapeamento "também está sendo realizado à noite, com maior interdição de faixas".

Aliás, o próprio chefe do Executivo, Oswaldo Dias (PT), havia prometido que o serviço de recapeamento seria executado sobretudo no período noturno. O que não tem ocorrido. Em alguns locais, como o Diário constatou e registrou na edição de 1º de dezembro, como nas avenidas Barão de Mauá e Itapark, as intervenções travaram não só o trânsito como as vendas dos comércios locais.

Em dezembro, na época das compras de Natal, o trabalho executado no entorno provocou o travamento do acesso para o Centro. Com outdoors de promoção da obra espalhados pela cidade, moradores já reclamam da qualidade do asfalto nas avenidas Barão de Mauá e Itapark, recém-entregues pela administração. Alguns deles, mais criativos, dizem que as vias já se transformaram em "costa de jacaré".

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