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Na região, Aécio herdaria 62% dos votos de Marina

Claudinei Plaza/29.09.2014/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Percentual representaria acréscimo de 254
mil adesões para presidenciável do PSDB


Fábio Martins
Do Diário do Grande ABC

12/10/2014 | 07:00


Na região, o candidato à Presidência da República pelo PSDB, senador Aécio Neves, herdaria 62,8% dos votos da ex-senadora Marina Silva (PSB), terceira colocada na disputa pelo Palácio do Planalto. É o que apontou o levantamento do DGABC Pesquisas, a pedido do Diário, publicado dois dias antes do primeiro turno. Percentual representaria acréscimo eleitoral de 254.026 adesões para o tucano nas sete cidades numa hipotética conta de transferência de votos, quando o eleitor foi questionado sobre projeção de segundo turno, sem a socialista.

Dentro deste cenário, a presidente Dilma Rousseff (PT), postulante à reeleição, alcançaria 18,6% dos apoios concedidos a Marina na etapa inicial do processo. O índice equivaleria a 75.237 sufrágios adicionais à campanha da petista. Líder nas sondagens em boa parte da empreitada no recorte regional, a ex-ministra do Meio Ambiente do governo Lula (PT) desidratou gradativamente, assim como na esfera geral, e conquistou 404,5 mil votos no Grande ABC. No total, a socialista amealhou 22,1 milhões de votos, 21,32% do eleitorado.

Diante deste eventual panorama, o ex-governador de Minas Gerais confirmaria outra vitória nas sete cidades. No primeiro turno, embora em segundo lugar no âmbito nacional, Aécio teve 531.764 votos concentrados na região, liderando a concorrência presidencial no berço do petismo. Dilma, por sua vez, obteve 460.680 sufrágios na terra de seu mentor político – cacique do partido, Lula reside em São Bernardo. Petista e tucano, que vão se enfrentar no segundo turno, tiveram 41,59% e 33,55%, respectivamente. A votação ocorrerá no dia 26.

Os que disseram votar branco, nulo e indecisos somaram 18,6%, mesmo percentual do espólio de Marina que migraria para Dilma. No último domingo, Aécio venceu em quatro cidades da região. Santo André, São Bernardo – ambas governadas pelo PT –, São Caetano e Ribeirão Pires preferiram o tucano. A presidente ganhou somente em Diadema e Rio Grande da Serra. A ex-senadora venceu em Mauá, outro município gerido por um petista.

Marina e Aécio investiram no discurso de mudança de estilo de governo, defendendo fim da gestão de 12 anos consecutivos do PT no poder de Brasília. Embora a ex-senadora ainda não tenha decidido sobre seu apoio na etapa final – definição sairá hoje e deve ficar em favor do tucano –, a maioria dos eleitores da socialista já pende para o lado do PSDB. Pesquisa Ibope, publicada na quinta-feira, também aponta que 64% dos que votaram em Marina agora votariam no senador no primeiro turno, enquanto 18% em Dilma.

Pelo Datafolha, divulgada há três dias, a tendência pró-Aécio também é parecida. O tucano conseguiria captar 66% do eleitorado da rival. Já a presidente alcançaria 18% dos sufrágios. Nos dois estudos, existe cenário de empate técnico. O ex-governador aparece com 51% dos votos válidos e a petista com 49%. É a primeira vez em que o tucano surge à frente da adversária. 



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Na região, Aécio herdaria 62% dos votos de Marina

Percentual representaria acréscimo de 254
mil adesões para presidenciável do PSDB

Fábio Martins
Do Diário do Grande ABC

12/10/2014 | 07:00


Na região, o candidato à Presidência da República pelo PSDB, senador Aécio Neves, herdaria 62,8% dos votos da ex-senadora Marina Silva (PSB), terceira colocada na disputa pelo Palácio do Planalto. É o que apontou o levantamento do DGABC Pesquisas, a pedido do Diário, publicado dois dias antes do primeiro turno. Percentual representaria acréscimo eleitoral de 254.026 adesões para o tucano nas sete cidades numa hipotética conta de transferência de votos, quando o eleitor foi questionado sobre projeção de segundo turno, sem a socialista.

Dentro deste cenário, a presidente Dilma Rousseff (PT), postulante à reeleição, alcançaria 18,6% dos apoios concedidos a Marina na etapa inicial do processo. O índice equivaleria a 75.237 sufrágios adicionais à campanha da petista. Líder nas sondagens em boa parte da empreitada no recorte regional, a ex-ministra do Meio Ambiente do governo Lula (PT) desidratou gradativamente, assim como na esfera geral, e conquistou 404,5 mil votos no Grande ABC. No total, a socialista amealhou 22,1 milhões de votos, 21,32% do eleitorado.

Diante deste eventual panorama, o ex-governador de Minas Gerais confirmaria outra vitória nas sete cidades. No primeiro turno, embora em segundo lugar no âmbito nacional, Aécio teve 531.764 votos concentrados na região, liderando a concorrência presidencial no berço do petismo. Dilma, por sua vez, obteve 460.680 sufrágios na terra de seu mentor político – cacique do partido, Lula reside em São Bernardo. Petista e tucano, que vão se enfrentar no segundo turno, tiveram 41,59% e 33,55%, respectivamente. A votação ocorrerá no dia 26.

Os que disseram votar branco, nulo e indecisos somaram 18,6%, mesmo percentual do espólio de Marina que migraria para Dilma. No último domingo, Aécio venceu em quatro cidades da região. Santo André, São Bernardo – ambas governadas pelo PT –, São Caetano e Ribeirão Pires preferiram o tucano. A presidente ganhou somente em Diadema e Rio Grande da Serra. A ex-senadora venceu em Mauá, outro município gerido por um petista.

Marina e Aécio investiram no discurso de mudança de estilo de governo, defendendo fim da gestão de 12 anos consecutivos do PT no poder de Brasília. Embora a ex-senadora ainda não tenha decidido sobre seu apoio na etapa final – definição sairá hoje e deve ficar em favor do tucano –, a maioria dos eleitores da socialista já pende para o lado do PSDB. Pesquisa Ibope, publicada na quinta-feira, também aponta que 64% dos que votaram em Marina agora votariam no senador no primeiro turno, enquanto 18% em Dilma.

Pelo Datafolha, divulgada há três dias, a tendência pró-Aécio também é parecida. O tucano conseguiria captar 66% do eleitorado da rival. Já a presidente alcançaria 18% dos sufrágios. Nos dois estudos, existe cenário de empate técnico. O ex-governador aparece com 51% dos votos válidos e a petista com 49%. É a primeira vez em que o tucano surge à frente da adversária. 

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