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Neomater deve vender salas e terreno


Paula Cabrera
Do Diário do Grande ABC

22/12/2010 | 07:08


O plano de recuperação judicial aprovado em assembleia pelos credores da Neomater anteontem deve confirmar, além da venda do prédio do hospital geral, a comercialização das salas de propriedade do hospital na avenida Caminho do Mar e de um terreno próximo ao empreendimento, que hoje possui apenas um esqueleto de construção. A notícia foi confirmada em reunião entre o gestor e administrador judicial do espaço, Carlos Alberto Casseb, e os credores.

A expectativa é de que a venda desses espaços movimente cerca de R$ 5 milhões a mais para quitar débitos trabalhistas e com fornecedores. Ainda na assembleia, o gestor confirmou que grande parte dos equipamentos do hospital geral - que eram contabilizados como parte integrante do espaço pela Unimed, principal interessada em adquirir o espaço - é apenas alugada e deve ser devolvida em breve pela Justiça aos donos de direito.

"São 144 aparelhos instalados entre televisores de LED, aparelhos de ar-condicionado, spliters e outros. Nossa preocupação é que se alguém assumir o espaço nesse meio tempo, teremos muitos problemas", explica a advogada da empresa responsável pelos equipamentos, Cíntia Lemos.

VENDA - A pedido do interventor foi feito levantamento do valor médio de cada sala comercial no prédio do Rudge Ramos. A decisão aconteceu depois de o Diário divulgar com exclusividade que quatro delas foram vendidas para quitar débitos judiciais.

Cada sala, que possui 65 metros quadrados, foi avaliada em R$ 150 mil. Além das já vendidas, restam 11 espaços.

GERENCIAMENTO - Com a mudança nos planos para o espaço, credores aprovaram gestão compartilhada até que todos os débitos sejam pagos pela empresa são-bernardense.

Com a decisão foram eleitos um advogado trabalhista e um dos credores de fornecimento para acompanhar todos os valores pagos e o andamento de todo o valor que virá a ser depositado nas contas da empresa para quitar dívidas.

"Apenas os débitos da minha empresa totalizavam R$ 3,7 milhões", diz o empresário Rafael Morales, dono da Rumo Factory, empresa de cobrança de títulos.

Companhias de serviços médicos e fornecimento também fecham a planilha de credores que aguardam o acerto das contas. As concessionárias de energia e água também esperam recebimento, mas preferiram não confirmar valores.



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