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Sto.André proíbe radar escondido


Gislayne Jacinto
Da Redaçao

20/10/2000 | 00:05


A Câmara de Santo André aprovou nesta quinta-feira em primeira discussao, e por unanimidade, projeto que proíbe a instalaçao e operaçao de radares móveis em locais de difícil visibilidade e sem a devida sinalizaçao. A autoria é do vereador Sargento Geraldo Juliano (PMDB). Ele disse que a medida visa impedir que os equipamentos fiquem escondidos atrás de árvores, postes e outros obstáculos.

O projeto volta em pauta para a segunda votaçao na próxima semana. Se aprovado novamente, dependerá apenas da sançao do prefeito Celso Daniel (PT). "Espero que o prefeito nao vete o projeto. Temos recebido muitas reclamaçoes dos motoristas que se sentem prejudicados. A multas têm de ser educativas e nao punitivas", disse Juliano.

O vice-líder do PT, José Montoro Filho, o Montorinho, elogiou o projeto. "Eu defendo que na cidade de Santo André tenha apenas os radares fixos, pois eles acabam educando o motorista."

Virgílio do Prado (PSDB) disse que tem de haver bom senso tanto da Prefeitura quanto do motorista. "Nao se pode ter a idéia de que radar é armadilha só para multar o motorista", disse. O petista Antonio Leite reforçou. "Acho o projeto sensato. Temos exemplos de radares móveis visíveis que ficam no mesmo local, mas reduziram o número de acidentes na avenida dos Estados", afirmou.

A Prefeitura espera arrecadar no ano que vem cerca de R$ 38 milhoes com multas de trânsito.

Animo - Ao contrário do que vem acontecendo nas últimas sessoes, os vereadores estavam animados e votaram vários projetos, entre eles o que declara de utilidade pública o Grupo de Apoio Viva a Vida, que cuida de doentes com Aids.

Também foi aprovada a mudança de data da Conferência de Saúde de anual para bienal e a alteraçao das regras para as reunioes do Conselho Municipal de Saúde.

Apesar da presença dos integrantes da Uniao das Escolas de Samba na Câmara, foi aprovado o projeto de Montorinho,o qual o grupo contestava, prevendo 50% dos recursos destinados aos desfiles de Carnaval para o Grupo A, 40% para o Grupo B e 10% para o Grupo Pleiteante. Hoje, estas últimas nao recebem verba.



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