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Brasil recusa exigências canadenses sobre o setor aéreo


Do Diário do Grande ABC

05/10/2000 | 00:15


O governo brasileiro nao está disposto a alterar as regras do programa de Financiamento às Exportaçoes (Proex) para o setor aéreo além do já definido pela Organizaçao Mundial do Comércio (OMC). A informaçao foi revelada nesta quarta-feira, em Brasília.

Os canadenses querem que o Brasil reduza os prazos e o limite dos financiamentos às exportaçoes, além de outras exigências, como o aumento das taxas de juros que o Brasil já havia aceitado.

O governo brasileiro acredita que as alteraçoes exigidas trariam mais prejuízos econômicos para o Brasil do que as retaliaçoes de US$ 1,4 bilhao que o Canadá pode impor contra o Brasil.

Essas novas exigências travaram as negociaçoes sobre as compensaçoes que o Brasil negocia há meses com o Canadá, para evitar represálias contra as exportaçoes brasileiras.

Os canadenses conseguiram a adoçao destas medidas na OMC, que condenou o Proex, ao arbitrar uma disputa entre as fabricantes regionais de avioes Embraer e Bombardier.

O responsável do Departamento Econômico e Integraçao do ministério das Relaçoes Exteriores, José Alfredo Graça Lima, disse que o fato de nao haver uma soluçao no momento nao significa que a negociaçao está condenada.

"Nao vou dar motivo para que os canadenses façam nenhum ato impensado", disse o diplomata, acrescentando que "antes de aplicar as retaliaçoes, os canadenses precisam pedir uma confirmaçao na OMC e eles afirmaram que nao farao isso".



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