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Diadema recua e aceita debater retorno de professores do esporte

Celso Luiz/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Diário mostrou no sábado que secretário determinou retorno de servidores à revelia


Júnior Carvalho
Do Diário do Grande ABC

03/08/2020 | 18:10


O governo do prefeito de Diadema, Lauro Michels (PV), recuou e aceitou debater com o Sindema (Sindicato dos Funcionários Públicos de Diadema) sobre possível retorno ao trabalho presencial de professores lotados na Secretaria de Esportes. No sábado, o Diário mostrou que o secretário Paulinho Correria havia determinado o retorno, que aconteceria já nesta semana, à revelia e sem debater com a categoria protocolos seguros para evitar a contaminação pelo coronavírus.

Presidente do Sindema, Ritchie Soares afirmou que o governo agendou mesa de negociação com a categoria para hoje à tarde. “Vamos debater como será o protocolo”, disse. Na semana passada, a entidade cobrou explicações da administração sobre decisão de Paulinho Correria em convocar os professores a retornar às atividades já para ontem sem antes debater com os servidores sobre como seria essa retomada.

Funcionários classificaram a decisão do secretário como retaliação. Paulinho Correria havia solicitado que os servidores gravassem vídeo, juntos, defendendo e explicando como seria o retorno das atividades, mas a categoria rejeitou o pedido por entender que a iniciativa poderia gerar aglomerações, que devem ser evitadas durante a pandemia. Além disso, a categoria viu cunho eleitoral em vídeo divulgado pela Secretaria de Esporte em que instrutores da escola de futebol do Água Santa – o projeto é custeado pela Prefeitura por meio de convênio – simulavam como seria o retorno dos treinos. O Água Santa tem como dirigente o vereador Revelino Teixeira de Almeida, o Pretinho, que é o candidato de Lauro no processo à sucessão deste ano.

O Sindema também criticou a postura do governo Lauro sobre a possível retomada das aulas da rede municipal de ensino. A entidade sindical contestou a plataforma criada pela administração para consultar a comunidade escolar sobre o retorno das aulas presenciais, permitindo que qualquer pessoa votasse quantas vezes quisesse.



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Diadema recua e aceita debater retorno de professores do esporte

Diário mostrou no sábado que secretário determinou retorno de servidores à revelia

Júnior Carvalho
Do Diário do Grande ABC

03/08/2020 | 18:10


O governo do prefeito de Diadema, Lauro Michels (PV), recuou e aceitou debater com o Sindema (Sindicato dos Funcionários Públicos de Diadema) sobre possível retorno ao trabalho presencial de professores lotados na Secretaria de Esportes. No sábado, o Diário mostrou que o secretário Paulinho Correria havia determinado o retorno, que aconteceria já nesta semana, à revelia e sem debater com a categoria protocolos seguros para evitar a contaminação pelo coronavírus.

Presidente do Sindema, Ritchie Soares afirmou que o governo agendou mesa de negociação com a categoria para hoje à tarde. “Vamos debater como será o protocolo”, disse. Na semana passada, a entidade cobrou explicações da administração sobre decisão de Paulinho Correria em convocar os professores a retornar às atividades já para ontem sem antes debater com os servidores sobre como seria essa retomada.

Funcionários classificaram a decisão do secretário como retaliação. Paulinho Correria havia solicitado que os servidores gravassem vídeo, juntos, defendendo e explicando como seria o retorno das atividades, mas a categoria rejeitou o pedido por entender que a iniciativa poderia gerar aglomerações, que devem ser evitadas durante a pandemia. Além disso, a categoria viu cunho eleitoral em vídeo divulgado pela Secretaria de Esporte em que instrutores da escola de futebol do Água Santa – o projeto é custeado pela Prefeitura por meio de convênio – simulavam como seria o retorno dos treinos. O Água Santa tem como dirigente o vereador Revelino Teixeira de Almeida, o Pretinho, que é o candidato de Lauro no processo à sucessão deste ano.

O Sindema também criticou a postura do governo Lauro sobre a possível retomada das aulas da rede municipal de ensino. A entidade sindical contestou a plataforma criada pela administração para consultar a comunidade escolar sobre o retorno das aulas presenciais, permitindo que qualquer pessoa votasse quantas vezes quisesse.

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