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Vereadores de Sto.André assinam projeto de corte de 10% nos salários

DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

A proposta, assinada por todos os 21 vereadores andreenses, foi formalizada dia 30 na casa, horas antes da última sessão antes do recesso


Fábio Martins
Do Diário do Grande ABC

04/07/2020 | 00:01


A mesa diretora da Santo André oficializou, após pouco mais de dois meses de discussões internas, projeto de resolução de corte de 10% nos subsídios dos vereadores durante os meses de julho, agosto e setembro em decorrência do avanço da pandemia do coronavírus. A proposta, assinada por todos os 21 vereadores andreenses, foi formalizada dia 30 na casa, horas antes da última sessão antes do recesso, e abrange, a princípio, somente os vencimentos dos políticos, diferentemente do que havia sido fomentado por interlocutores sobre incluir servidores públicos do Legislativo.

A matéria trata de percentual mínimo de 10%, podendo alcançar até 100%, “a critério do vereador”, que fará a autorização expressa do índice e ainda em relação à destinação. Isso porque o texto destaca que o volume definido poderá ser repassado pelo parlamentar diretamente do holerite ao Executivo para auxílio nas ações de combate à Covid-19, mas abre margem para que o desconto do salário seja revertido, em forma de doação, a entidades que atuam na área social, conforme escolha do gabinete.

“Infelizmente, (teor se deu por) pressão advinda dos servidores, sindicato”, disse o parlamentar Fábio Lopes (Cidadania), referindo-se à exclusão dos comissionados da discussão. “Tem vereadores que não aguentam pressão. Fica difícil, acaba não tendo consenso entrar também funcionários (públicos). Se não fosse desta forma, perderíamos a oportunidade (de colocar o projeto)”, citou, ao pontuar que a votação deve acontecer logo após retorno do recesso. Toninho de Jesus (PSL), que protocolou, anteriormente, texto de corte de 50%, alegou que, “se todos concordarem” com o atual conteúdo, ele não é contrário. “Estou disposto a colaborar.”

Diante do teor da matéria, caso todos os parlamentares sinalizem adesão ao percentual mínimo, o valor terá impacto mensal de R$ 31.563, o equivalente a R$ 94.689 no período de três meses.



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Vereadores de Sto.André assinam projeto de corte de 10% nos salários

A proposta, assinada por todos os 21 vereadores andreenses, foi formalizada dia 30 na casa, horas antes da última sessão antes do recesso

Fábio Martins
Do Diário do Grande ABC

04/07/2020 | 00:01


A mesa diretora da Santo André oficializou, após pouco mais de dois meses de discussões internas, projeto de resolução de corte de 10% nos subsídios dos vereadores durante os meses de julho, agosto e setembro em decorrência do avanço da pandemia do coronavírus. A proposta, assinada por todos os 21 vereadores andreenses, foi formalizada dia 30 na casa, horas antes da última sessão antes do recesso, e abrange, a princípio, somente os vencimentos dos políticos, diferentemente do que havia sido fomentado por interlocutores sobre incluir servidores públicos do Legislativo.

A matéria trata de percentual mínimo de 10%, podendo alcançar até 100%, “a critério do vereador”, que fará a autorização expressa do índice e ainda em relação à destinação. Isso porque o texto destaca que o volume definido poderá ser repassado pelo parlamentar diretamente do holerite ao Executivo para auxílio nas ações de combate à Covid-19, mas abre margem para que o desconto do salário seja revertido, em forma de doação, a entidades que atuam na área social, conforme escolha do gabinete.

“Infelizmente, (teor se deu por) pressão advinda dos servidores, sindicato”, disse o parlamentar Fábio Lopes (Cidadania), referindo-se à exclusão dos comissionados da discussão. “Tem vereadores que não aguentam pressão. Fica difícil, acaba não tendo consenso entrar também funcionários (públicos). Se não fosse desta forma, perderíamos a oportunidade (de colocar o projeto)”, citou, ao pontuar que a votação deve acontecer logo após retorno do recesso. Toninho de Jesus (PSL), que protocolou, anteriormente, texto de corte de 50%, alegou que, “se todos concordarem” com o atual conteúdo, ele não é contrário. “Estou disposto a colaborar.”

Diante do teor da matéria, caso todos os parlamentares sinalizem adesão ao percentual mínimo, o valor terá impacto mensal de R$ 31.563, o equivalente a R$ 94.689 no período de três meses.

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