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Novo percurso e falta de treino preocupam Marílson

Divulgação Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Do Diário do Grande ABC

30/12/2011 | 07:14


Dois motivos preocupam Marílson Gomes dos Santos, da BM&FBovespa/São Caetano, no plano traçado para conquistar a São Silvestre, amanhã. A primeira é a mudança no percurso - a prova terminará no Obelisco do Ibirapuera e não mais na Avenida Paulista - e a segunda é o pouco tempo que teve de preparação. Apesar de ser considerado favorito pelos adversários, o brasileiro prega cautela.

Acho que deveria ter mais uma semana ou dez dias para estar melhor. Estou me sentindo bem, mas não como gostaria. Não sei se vai ser suficiente para vencer", constatou Marílson, que sabe bem o que terá pela frente. "Os africanos, em geral, são francos favoritos, incluindo o (Martin) Lel, que vai correr a Maratona de Dubai em janeiro e deve estar na sua melhor forma", completou.

Dono de três títulos da São Silvestre, em 2003, 2005 e 2010, Marílson lamentou a mudança no percurso. Agora, a desgastante e tradicional subida da Avenida Brigadeiro Luís Antônio será sucedida por descida ainda mais íngreme, de aproximadamente três quilômetros, até o fim da prova.

"Com certeza, um dos maiores prejudicados por essa mudança fui eu. Nas edições em que cheguei ao pódio, tinha conhecimento muito grande do percurso, vantagem que vou deixar de ter agora", comentou Marílson, que sabia usar como poucos a subida da Brigadeiro para levar vantagem sobre os adversários na reta final da prova.

Segundo os organizadores da São Silvestre, a mudança foi inevitável. Com a chegada no Obelisco do Ibirapuera, a corrida agora comporta mais competidores - 25 mil devem participar desta edição, contra 20 mil que correram no ano passado - enquanto que a Avenida Paulista, por conta da organização do Show da Virada, havia limitação.

Outro brasileiro que aparece entre os favoritos é Damião Ancelmo de Souza. Ele, porém, foi na contramão do que disse Marílson e se mostrou empolgado com a mudança no percurso da São Silvestre. "Espero brigar pelo pódio. No ano passado o trajeto não era tão bom. Espero que neste eu possa me dar melhor, porque em subida não sou muito bom e em descida a gente desce embalado mesmo", comemorou.

Apesar do otimismo, os brasileiros terão de correr, e muito. Os africanos, mais uma vez, estão dispostos a estragar a festa dos anfitriões. Os principais nomes vindos do Exterior são Martin Lel, Barnabas Kosgei e Mathew Kipkoech Kisorio, além do etíope Tariku Bekele.

Entre as mulheres, as brasileiras Adriana Aparecida, Marily dos Santos, Cruz Nonata, Maria Zeferina Baldaia e Tatiele de Carvalho têm boas chances, mas terão forte concorrência da marroquina Samira Raif, além das quenianas Eunice Kirwa, Priscah Jeptoo e Rumokol Chepkanan.



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Novo percurso e falta de treino preocupam Marílson

Do Diário do Grande ABC

30/12/2011 | 07:14


Dois motivos preocupam Marílson Gomes dos Santos, da BM&FBovespa/São Caetano, no plano traçado para conquistar a São Silvestre, amanhã. A primeira é a mudança no percurso - a prova terminará no Obelisco do Ibirapuera e não mais na Avenida Paulista - e a segunda é o pouco tempo que teve de preparação. Apesar de ser considerado favorito pelos adversários, o brasileiro prega cautela.

Acho que deveria ter mais uma semana ou dez dias para estar melhor. Estou me sentindo bem, mas não como gostaria. Não sei se vai ser suficiente para vencer", constatou Marílson, que sabe bem o que terá pela frente. "Os africanos, em geral, são francos favoritos, incluindo o (Martin) Lel, que vai correr a Maratona de Dubai em janeiro e deve estar na sua melhor forma", completou.

Dono de três títulos da São Silvestre, em 2003, 2005 e 2010, Marílson lamentou a mudança no percurso. Agora, a desgastante e tradicional subida da Avenida Brigadeiro Luís Antônio será sucedida por descida ainda mais íngreme, de aproximadamente três quilômetros, até o fim da prova.

"Com certeza, um dos maiores prejudicados por essa mudança fui eu. Nas edições em que cheguei ao pódio, tinha conhecimento muito grande do percurso, vantagem que vou deixar de ter agora", comentou Marílson, que sabia usar como poucos a subida da Brigadeiro para levar vantagem sobre os adversários na reta final da prova.

Segundo os organizadores da São Silvestre, a mudança foi inevitável. Com a chegada no Obelisco do Ibirapuera, a corrida agora comporta mais competidores - 25 mil devem participar desta edição, contra 20 mil que correram no ano passado - enquanto que a Avenida Paulista, por conta da organização do Show da Virada, havia limitação.

Outro brasileiro que aparece entre os favoritos é Damião Ancelmo de Souza. Ele, porém, foi na contramão do que disse Marílson e se mostrou empolgado com a mudança no percurso da São Silvestre. "Espero brigar pelo pódio. No ano passado o trajeto não era tão bom. Espero que neste eu possa me dar melhor, porque em subida não sou muito bom e em descida a gente desce embalado mesmo", comemorou.

Apesar do otimismo, os brasileiros terão de correr, e muito. Os africanos, mais uma vez, estão dispostos a estragar a festa dos anfitriões. Os principais nomes vindos do Exterior são Martin Lel, Barnabas Kosgei e Mathew Kipkoech Kisorio, além do etíope Tariku Bekele.

Entre as mulheres, as brasileiras Adriana Aparecida, Marily dos Santos, Cruz Nonata, Maria Zeferina Baldaia e Tatiele de Carvalho têm boas chances, mas terão forte concorrência da marroquina Samira Raif, além das quenianas Eunice Kirwa, Priscah Jeptoo e Rumokol Chepkanan.

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