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Morando pede recursos da União para concluir Drenar

Divulgação Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Júnior Carvalho
Do Diário do Grande ABC

25/11/2016 | 07:00


Prefeito eleito de São Bernardo, Orlando Morando (PSDB) teve sinal positivo do governo federal de que terá auxílio financeiro para concluir obras ainda iniciadas pelo atual chefe do Executivo da cidade, Luiz Marinho (PT).

O tucano desembarcou ontem em Brasília – foi sua primeira viagem como prefeito eleito à Capital federal – e, em conversa com o secretário Nacional de Saneamento Ambiental, do Ministério das Cidades, Alceu Segamarchi Júnior, recebeu a sinalização de que a União tem “boa vontade” em ajudar na conclusão do projeto Drenar, conjunto de obras que visam erradicar as enchentes no município e que foi vitrine política de Marinho durante a eleição.

Apesar da indicação positiva, Morando ponderou que “não há garantias” de que haverá aporte federal. O Drenar foi orçado em R$ 600 milhões. A empreiteira responsável pelas intervenções, a OAS Construtora, demitiu vários operários e paralisou as obras, entre elas a construção de piscinão no Paço, no Centro. Esse setor está em fase final de construção, mas ficará para a próxima gestão executar a etapa de cobertura do piscinão – Marinho quer recursos do governo do Estado.

O prefeito eleito também esteve com o chefe da Pasta, Bruno Araújo (PSDB-PE), e falou sobre alternativas para destravar as obras da Linha 18-Bronze do Metrô (Djalma Dutra-Tamanduateí), que ligará a região à Capital. “Há uma disponibilidade de avançar nessa discussão. O ministro (Araújo) já conversou com o diretores do Consórcio Vem ABC (licitada para tocar as obras) para a definição de uma formatação de financiamento. Existe conversa avançada no sentido de contrair empréstimo em banco brasileiro para financiar as desapropriações”, relatou Morando. Ele admitiu, entretanto, que não há prazo para que essa discussão avance.

Em junho, quando Michel Temer (PMDB) ainda era presidente interino – assumiu por conta do avanço do processo de impeachment de Dilma Rousseff (PT) –, Morando recebeu garantias do peemedebista que reavaliaria decisão da Cofiex (Comissão de Financiamentos Externos), do Ministério do Planejamento, de rejeitar pedido de autorização do governo do Estado para contrair empréstimo internacional para bancar as desapropriações. A negativa travou o início das obras. Passados cinco meses, não houve avanços.

Morando também reuniu-se com com o ministro da Justiça, Alexandre de Moraes (PSDB-SP), e pleiteou auxílio para a aquisição de viaturas e equipamentos para a GCM (Guarda Civil Municipal). “Os armamentos (dos guardas) estão defasados”, frisou o prefeito eleito.

Outro encontro ocorreu com o presidente dos Correios, Guilherme Campos, no qual Morando sugeriu a retomada da discussão para implementação de centro de distribuição do órgão na cidade, em galpão privado de 50 mil metros quadrados, localizado no bairro Demarchi. “O local abrigaria um grande centro de distribuição que atenderia toda a região e até a Capital, além de gerar 900 empregos”, citou Morando. 



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Morando pede recursos da União para concluir Drenar

Júnior Carvalho
Do Diário do Grande ABC

25/11/2016 | 07:00


Prefeito eleito de São Bernardo, Orlando Morando (PSDB) teve sinal positivo do governo federal de que terá auxílio financeiro para concluir obras ainda iniciadas pelo atual chefe do Executivo da cidade, Luiz Marinho (PT).

O tucano desembarcou ontem em Brasília – foi sua primeira viagem como prefeito eleito à Capital federal – e, em conversa com o secretário Nacional de Saneamento Ambiental, do Ministério das Cidades, Alceu Segamarchi Júnior, recebeu a sinalização de que a União tem “boa vontade” em ajudar na conclusão do projeto Drenar, conjunto de obras que visam erradicar as enchentes no município e que foi vitrine política de Marinho durante a eleição.

Apesar da indicação positiva, Morando ponderou que “não há garantias” de que haverá aporte federal. O Drenar foi orçado em R$ 600 milhões. A empreiteira responsável pelas intervenções, a OAS Construtora, demitiu vários operários e paralisou as obras, entre elas a construção de piscinão no Paço, no Centro. Esse setor está em fase final de construção, mas ficará para a próxima gestão executar a etapa de cobertura do piscinão – Marinho quer recursos do governo do Estado.

O prefeito eleito também esteve com o chefe da Pasta, Bruno Araújo (PSDB-PE), e falou sobre alternativas para destravar as obras da Linha 18-Bronze do Metrô (Djalma Dutra-Tamanduateí), que ligará a região à Capital. “Há uma disponibilidade de avançar nessa discussão. O ministro (Araújo) já conversou com o diretores do Consórcio Vem ABC (licitada para tocar as obras) para a definição de uma formatação de financiamento. Existe conversa avançada no sentido de contrair empréstimo em banco brasileiro para financiar as desapropriações”, relatou Morando. Ele admitiu, entretanto, que não há prazo para que essa discussão avance.

Em junho, quando Michel Temer (PMDB) ainda era presidente interino – assumiu por conta do avanço do processo de impeachment de Dilma Rousseff (PT) –, Morando recebeu garantias do peemedebista que reavaliaria decisão da Cofiex (Comissão de Financiamentos Externos), do Ministério do Planejamento, de rejeitar pedido de autorização do governo do Estado para contrair empréstimo internacional para bancar as desapropriações. A negativa travou o início das obras. Passados cinco meses, não houve avanços.

Morando também reuniu-se com com o ministro da Justiça, Alexandre de Moraes (PSDB-SP), e pleiteou auxílio para a aquisição de viaturas e equipamentos para a GCM (Guarda Civil Municipal). “Os armamentos (dos guardas) estão defasados”, frisou o prefeito eleito.

Outro encontro ocorreu com o presidente dos Correios, Guilherme Campos, no qual Morando sugeriu a retomada da discussão para implementação de centro de distribuição do órgão na cidade, em galpão privado de 50 mil metros quadrados, localizado no bairro Demarchi. “O local abrigaria um grande centro de distribuição que atenderia toda a região e até a Capital, além de gerar 900 empregos”, citou Morando. 

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