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Uma noite na pista

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No Autódromo de Interlagos, pilotamos os novos Audi TTS e RS 3 Sportback, que somam 653 cv


Vagner Aquino

25/03/2016 | 07:00


 Na semana em que anunciou a produção nacional do Q3 (feito agora em São José dos Pinhais, no Paraná), a Audi convidou a imprensa especializada para dirigir, na pista, seus mais recentes lançamentos no Brasil: o RS 3 Sportback (a derivação esportiva do A3, que chegou no mês passado) e o TTS Coupé. Respectivamente, seus preços são de R$ 290.990 e R$ 299.990.

Como de praxe, a Audi sempre busca inovação em seus eventos de lançamento. E, desta vez, não foi diferente. Tanto que guiamos as novidades no Autódromo de Interlagos – onde Ayrton Senna (que, aliás, trouxe a montadora para o País) marcou história.

Um detalhe. A pilotagem aconteceu num sábado a noite! Reclamar? De forma alguma! Afinal, era oportunidade ímpar acelerar os 653 cavalos da dupla. Sim, o cupê tem motor 2.0 TFSI preparado pela Audi para atingir 286 cavalos (56 cv a mais que o TT convencional) e, no hatch esportivo, figura o 2.5 TFSI de cinco cilindros capaz de gerar 367 cv.

Hora de dar início aos trabalhos. De imediato, escolhemos o modelo mais potente. Visto de fora, apenas detalhes estéticos foram modificados, como grade, para-choque e a inclusão de frisos espalhados pela carroceria. Embora sem muito tempo de prestar atenção no acabamento, deu para notar que permanece, obviamente, impecável. Destaque para o abuso de fibra de carbono e para o mostrador do conta-giros, que ao invés da marcação de temperatura, exibe o indicador de pressão do turbo.

Ainda na lateral da curva do ‘S’ (de onde largamos) a recomendação era realizar o Launch Control – que significa controle de largada. Isso nada mais é que pisar no freio com o pé esquerdo e, na sequência, sentar no acelerador. O carro sai com tudo! Até os 100 km/h bastam 4,3 segundos e a máxima é limitada a 250 km/h. E passamos dos 200 km/h na reta de Interlagos! Ao longo do caminho, a companhia do ronco gostoso do motor turbo com injeção direta de combustível e torque máximo de 47,4 mkgf. O trabalho da transmissão automatizada de sete velocidades e dupla embreagem é praticamente perfeito. Curvas, ele faz como poucos – mérito, em partes, do sistema de vetorização de torque.

CUPÊ
No TTS, o comportamento agressivo se assemelha ao do irmão hatch – e ainda tem o bônus da aerodinâmica melhorada. Na pista, quem comanda é o propulsor, que foi remapeado (novos cabeçote, pistões, válvulas e bicos) e gera torque de 38,8 mkgf já às 1.800 rotações. Ah! E, ao contrário da versão convencional, o conta-giros do cupê esportivo pode ficar ao centro do quadro de instrumentos. Basta configurar o Virtual Cockpit.

No modo Dynamic, a cada troca de marcha (câmbio S Tronic de seis relações) ouve-se aquele pipoco grave que sai pelos quatro escapamentos e soa como música aos ouvidos. Com holofotes espalhados pela pista e os faróis Full Led ligados, nenhuma dificuldade em contornar o trajeto, afinal, a vasta tecnologia garante comodidade. Estamos falando da direção progressiva, das suspensões adaptáveis (por meio de sensores, se adequam ao piso), da tração integral permanente, e por aí vai...



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No Autódromo de Interlagos, pilotamos os novos Audi TTS e RS 3 Sportback, que somam 653 cv

Vagner Aquino

25/03/2016 | 07:00


 Na semana em que anunciou a produção nacional do Q3 (feito agora em São José dos Pinhais, no Paraná), a Audi convidou a imprensa especializada para dirigir, na pista, seus mais recentes lançamentos no Brasil: o RS 3 Sportback (a derivação esportiva do A3, que chegou no mês passado) e o TTS Coupé. Respectivamente, seus preços são de R$ 290.990 e R$ 299.990.

Como de praxe, a Audi sempre busca inovação em seus eventos de lançamento. E, desta vez, não foi diferente. Tanto que guiamos as novidades no Autódromo de Interlagos – onde Ayrton Senna (que, aliás, trouxe a montadora para o País) marcou história.

Um detalhe. A pilotagem aconteceu num sábado a noite! Reclamar? De forma alguma! Afinal, era oportunidade ímpar acelerar os 653 cavalos da dupla. Sim, o cupê tem motor 2.0 TFSI preparado pela Audi para atingir 286 cavalos (56 cv a mais que o TT convencional) e, no hatch esportivo, figura o 2.5 TFSI de cinco cilindros capaz de gerar 367 cv.

Hora de dar início aos trabalhos. De imediato, escolhemos o modelo mais potente. Visto de fora, apenas detalhes estéticos foram modificados, como grade, para-choque e a inclusão de frisos espalhados pela carroceria. Embora sem muito tempo de prestar atenção no acabamento, deu para notar que permanece, obviamente, impecável. Destaque para o abuso de fibra de carbono e para o mostrador do conta-giros, que ao invés da marcação de temperatura, exibe o indicador de pressão do turbo.

Ainda na lateral da curva do ‘S’ (de onde largamos) a recomendação era realizar o Launch Control – que significa controle de largada. Isso nada mais é que pisar no freio com o pé esquerdo e, na sequência, sentar no acelerador. O carro sai com tudo! Até os 100 km/h bastam 4,3 segundos e a máxima é limitada a 250 km/h. E passamos dos 200 km/h na reta de Interlagos! Ao longo do caminho, a companhia do ronco gostoso do motor turbo com injeção direta de combustível e torque máximo de 47,4 mkgf. O trabalho da transmissão automatizada de sete velocidades e dupla embreagem é praticamente perfeito. Curvas, ele faz como poucos – mérito, em partes, do sistema de vetorização de torque.

CUPÊ
No TTS, o comportamento agressivo se assemelha ao do irmão hatch – e ainda tem o bônus da aerodinâmica melhorada. Na pista, quem comanda é o propulsor, que foi remapeado (novos cabeçote, pistões, válvulas e bicos) e gera torque de 38,8 mkgf já às 1.800 rotações. Ah! E, ao contrário da versão convencional, o conta-giros do cupê esportivo pode ficar ao centro do quadro de instrumentos. Basta configurar o Virtual Cockpit.

No modo Dynamic, a cada troca de marcha (câmbio S Tronic de seis relações) ouve-se aquele pipoco grave que sai pelos quatro escapamentos e soa como música aos ouvidos. Com holofotes espalhados pela pista e os faróis Full Led ligados, nenhuma dificuldade em contornar o trajeto, afinal, a vasta tecnologia garante comodidade. Estamos falando da direção progressiva, das suspensões adaptáveis (por meio de sensores, se adequam ao piso), da tração integral permanente, e por aí vai...

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