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Bolsas asiáticas desabam após crise imobiliária dos EUA


Da AFP

14/03/2007 | 08:20


Arrastadas pela forte queda registrada na terça-feira em Wall Street (Estados Unidos), a Bolsa de Tóquio, no Japão, e outras grandes praças financeiras asiáticas desabaram nesta quarta-feira, criando um sentimento de incerteza nos mercados mundiais.

Na Bolsa de Tóquio, a segunda maior do planeta, o índice Nikkei terminou a sessão de quarta-feira com um retrocesso de 2,92%, uma baixa de 501,95 pontos, a 16.676,89. O índice ampliado Topix perdeu 50,49 pontos (-2,93%), a 1.674,94 unidades.

O movimento de correção se propagou imediatamente a toda a região. Seul fechou em baixa de 2,00%, Sydney de 2,10%, Wellington de 1,29%, Taipé de 1,48% e Manila de 3,38%. Na China, a Bolsa de Xangai encerrou o dia em queda de 1,97%. Em Hong Kong, o índice Hang Seng registrou baixa de 2,57%, perdendo 496,21 pontos a 18.836,93 unidades.

Esta forte tendência de baixa repercutiu na Europa, onde Londres abriu em baixa de 1,18%, Paris de 1,59% e Frankfurt de 0,86%.

A queda em cadeia das Bolsas asiáticas foi uma conseqüência direta da baixa em Nova York na terça-feira, onde o índice Dow Jones perdeu 1,97% e o Nasdaq 2,15%, por causa das inquietações provocadas pelo setor de empréstimos imobiliários de alto risco nos EUA. Os empréstimos hipotecários de alto risco que não foram saldados chegaram a seu maior nível dos últimos quatro anos nos Estados Unidos.

Esta nova crise nos mercados asiáticos acontece duas semanas depois da turbulência provocada em 27 de fevereiro peal Bolsa de Xangai, que na data fechou em queda de 8,84%, resultado das especulações sobre possíveis manobras governamentais para tentar evitar uma bolha na economia chinesa.



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Bolsas asiáticas desabam após crise imobiliária dos EUA

Da AFP

14/03/2007 | 08:20


Arrastadas pela forte queda registrada na terça-feira em Wall Street (Estados Unidos), a Bolsa de Tóquio, no Japão, e outras grandes praças financeiras asiáticas desabaram nesta quarta-feira, criando um sentimento de incerteza nos mercados mundiais.

Na Bolsa de Tóquio, a segunda maior do planeta, o índice Nikkei terminou a sessão de quarta-feira com um retrocesso de 2,92%, uma baixa de 501,95 pontos, a 16.676,89. O índice ampliado Topix perdeu 50,49 pontos (-2,93%), a 1.674,94 unidades.

O movimento de correção se propagou imediatamente a toda a região. Seul fechou em baixa de 2,00%, Sydney de 2,10%, Wellington de 1,29%, Taipé de 1,48% e Manila de 3,38%. Na China, a Bolsa de Xangai encerrou o dia em queda de 1,97%. Em Hong Kong, o índice Hang Seng registrou baixa de 2,57%, perdendo 496,21 pontos a 18.836,93 unidades.

Esta forte tendência de baixa repercutiu na Europa, onde Londres abriu em baixa de 1,18%, Paris de 1,59% e Frankfurt de 0,86%.

A queda em cadeia das Bolsas asiáticas foi uma conseqüência direta da baixa em Nova York na terça-feira, onde o índice Dow Jones perdeu 1,97% e o Nasdaq 2,15%, por causa das inquietações provocadas pelo setor de empréstimos imobiliários de alto risco nos EUA. Os empréstimos hipotecários de alto risco que não foram saldados chegaram a seu maior nível dos últimos quatro anos nos Estados Unidos.

Esta nova crise nos mercados asiáticos acontece duas semanas depois da turbulência provocada em 27 de fevereiro peal Bolsa de Xangai, que na data fechou em queda de 8,84%, resultado das especulações sobre possíveis manobras governamentais para tentar evitar uma bolha na economia chinesa.

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