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Cuba é governada por uma direção coletiva, segundo jornal El País


Da AFP

04/08/2006 | 11:55


Cuba é dirigida agora por um grupo de seis pessoas supervisionadas por Raúl Castro, à espera de um eventual retorno de seu irmão Fidel ao poder. A afirmação foi dada nesta sexta-feira pelo jornal de centro-esquerda El País.

Os homens que fazem parte desta direção coletiva são o ministro das Relações Exteriores, Felipe Pérez Roque, e Carlos Lage, responsável pela abertura econômica nos anos 90, assim como os comunistas "ortodoxos" Ramón Machado Ventura, José Ramón Balaguer e Esteban Lazo, informou o El País.

Francisco Soberón, presidente do Banco Central e defensor de um retorno à centralização econômica, também faz parte do grupo dirigente, acrescentou.

O diário espanhol, num artigo fechado em Havana, destacou que todos esses homens são membros do Comitê Central do Partido Comunista Cubano, cujo importante papel num eventual processo de sucessão de Fidel Castro foi ressaltado recentemente por seu irmão Raúl.

Por sua vez, o jornal de Barcelona La Vanguardia, citando fontes diplomáticas, afirmou nesta sexta-feira que Raúl Castro não apareceu em público após o anúncio da doença de Fidel Castro porque estaria sofrendo de "depressão".

O líder cubano está deprimido pela grave doença de sua esposa Vilma Espin, que o acompanha desde os primeiros tempos da guerrilha castrista em Cuba, informou o jornal.


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Cuba é governada por uma direção coletiva, segundo jornal El País

Da AFP

04/08/2006 | 11:55


Cuba é dirigida agora por um grupo de seis pessoas supervisionadas por Raúl Castro, à espera de um eventual retorno de seu irmão Fidel ao poder. A afirmação foi dada nesta sexta-feira pelo jornal de centro-esquerda El País.

Os homens que fazem parte desta direção coletiva são o ministro das Relações Exteriores, Felipe Pérez Roque, e Carlos Lage, responsável pela abertura econômica nos anos 90, assim como os comunistas "ortodoxos" Ramón Machado Ventura, José Ramón Balaguer e Esteban Lazo, informou o El País.

Francisco Soberón, presidente do Banco Central e defensor de um retorno à centralização econômica, também faz parte do grupo dirigente, acrescentou.

O diário espanhol, num artigo fechado em Havana, destacou que todos esses homens são membros do Comitê Central do Partido Comunista Cubano, cujo importante papel num eventual processo de sucessão de Fidel Castro foi ressaltado recentemente por seu irmão Raúl.

Por sua vez, o jornal de Barcelona La Vanguardia, citando fontes diplomáticas, afirmou nesta sexta-feira que Raúl Castro não apareceu em público após o anúncio da doença de Fidel Castro porque estaria sofrendo de "depressão".

O líder cubano está deprimido pela grave doença de sua esposa Vilma Espin, que o acompanha desde os primeiros tempos da guerrilha castrista em Cuba, informou o jornal.

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