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Realidade em campo deixa o São Caetano longe do bi Paulista


Raphael Ramos
Do Diário do Grande ABC

15/01/2005 | 15:29


De olho no bicampeonato paulista, o São Caetano voltou de férias na sexta-feira para iniciar a preparação à competição na qual a equipe estréia quarta-feira diante da Ponte Preta. No entanto, o entusiasmo da torcida e dos jogadores com a possibilidade de o clube conquistar seu segundo título no torneio contrasta com uma dura realidade: o Azulão perdeu dez jogadores, contratou apenas seis reforços e repatriou cinco.

As dificuldades do São Caetano manter o troféu do Paulista no Anacleto Campanella aumentam quando se confronta o perfil dos jogadores que saíram com o dos que chegaram. Entre as perdas mais notáveis, estão o lateral-direito Ânderson Lima, o zagueiro Dininho e os volantes Marcelo Mattos e Mineiro, todos cotados para a Seleção Brasileira. Isso sem contar os experientes Euller, Warley e Lúcio Flávio.

Em contrapartida, os reforços ainda buscam espaço no cenário nacional. São os casos dos volante Zé Luís (ex-Atlético-MG) e Pingo (ex-Atlético-PR), dos meias Márcio (ex-Criciúma) e Renato (ex-Barueri) e do zagueiro Neto (ex-Juventude). O único que já teve seus cinco minutos de fama é o lateral-direito Alessandro (ex-Atlético-MG), que chegou a ser titular da seleção na partida contra o Peru, no Morumbi, pelas Eliminatórias da Copa de 2002, quando a equipe era treinada por Émerson Leão. Todos têm contrato com o Azulão até 31 de dezembro.

Diante do atual quadro, o técnico Zetti reconhece que, na temporada 2005, o time será bem diferente daquele que o torcedor está acostumado a ver. Mesmo assim, continuará brigando por títulos. "O São Caetano vai ter uma identificação diferente com relação a seu comportamento dentro de campo", afirmou.

Para piorar, o Azulão, assim como as demais equipes paulistas que disputaram a Série A do Campeonato Brasileiro em 2004, terá apenas cinco dias de preparação antes da estréia no Paulista. Para minimizar os efeitos da pré-temporada de curta duração, o time se reapresentou na sexta-feira na Estância Santa Luzia, em Mauá, e permanece no local treinando em dois períodos até o dia 22 – os jogadores só deixarão a concentração para atuar contra a Ponte Preta, no dia 19.

"O Zetti vai ter de fazer milagre para deixar o grupo bem preparado para a estréia, mas o que vamos perder em falta de tempo, temos de compensar com esforço", disse o zagueiro Neto, 23 anos.

Novas perdas – Apesar de se reapresentarem na sexta-feira, o meia Marcinho, o lateral-esquerdo Triguinho e o atacante Fabrício Carvalho ainda podem deixar o clube. Os jogadores foram destaques do Azulão na temporada 2004 e ainda estão na mira de diversos clubes do Brasil e do exterior. O São Caetano também não encerrou a temporada de contratações e negocia com o meia Canindé, que disputou o Campeonato Brasileiro pelo Paraná.



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Realidade em campo deixa o São Caetano longe do bi Paulista

Raphael Ramos
Do Diário do Grande ABC

15/01/2005 | 15:29


De olho no bicampeonato paulista, o São Caetano voltou de férias na sexta-feira para iniciar a preparação à competição na qual a equipe estréia quarta-feira diante da Ponte Preta. No entanto, o entusiasmo da torcida e dos jogadores com a possibilidade de o clube conquistar seu segundo título no torneio contrasta com uma dura realidade: o Azulão perdeu dez jogadores, contratou apenas seis reforços e repatriou cinco.

As dificuldades do São Caetano manter o troféu do Paulista no Anacleto Campanella aumentam quando se confronta o perfil dos jogadores que saíram com o dos que chegaram. Entre as perdas mais notáveis, estão o lateral-direito Ânderson Lima, o zagueiro Dininho e os volantes Marcelo Mattos e Mineiro, todos cotados para a Seleção Brasileira. Isso sem contar os experientes Euller, Warley e Lúcio Flávio.

Em contrapartida, os reforços ainda buscam espaço no cenário nacional. São os casos dos volante Zé Luís (ex-Atlético-MG) e Pingo (ex-Atlético-PR), dos meias Márcio (ex-Criciúma) e Renato (ex-Barueri) e do zagueiro Neto (ex-Juventude). O único que já teve seus cinco minutos de fama é o lateral-direito Alessandro (ex-Atlético-MG), que chegou a ser titular da seleção na partida contra o Peru, no Morumbi, pelas Eliminatórias da Copa de 2002, quando a equipe era treinada por Émerson Leão. Todos têm contrato com o Azulão até 31 de dezembro.

Diante do atual quadro, o técnico Zetti reconhece que, na temporada 2005, o time será bem diferente daquele que o torcedor está acostumado a ver. Mesmo assim, continuará brigando por títulos. "O São Caetano vai ter uma identificação diferente com relação a seu comportamento dentro de campo", afirmou.

Para piorar, o Azulão, assim como as demais equipes paulistas que disputaram a Série A do Campeonato Brasileiro em 2004, terá apenas cinco dias de preparação antes da estréia no Paulista. Para minimizar os efeitos da pré-temporada de curta duração, o time se reapresentou na sexta-feira na Estância Santa Luzia, em Mauá, e permanece no local treinando em dois períodos até o dia 22 – os jogadores só deixarão a concentração para atuar contra a Ponte Preta, no dia 19.

"O Zetti vai ter de fazer milagre para deixar o grupo bem preparado para a estréia, mas o que vamos perder em falta de tempo, temos de compensar com esforço", disse o zagueiro Neto, 23 anos.

Novas perdas – Apesar de se reapresentarem na sexta-feira, o meia Marcinho, o lateral-esquerdo Triguinho e o atacante Fabrício Carvalho ainda podem deixar o clube. Os jogadores foram destaques do Azulão na temporada 2004 e ainda estão na mira de diversos clubes do Brasil e do exterior. O São Caetano também não encerrou a temporada de contratações e negocia com o meia Canindé, que disputou o Campeonato Brasileiro pelo Paraná.

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