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China e Japão tentam harmonizar interpretação da história


Da AFP

26/12/2006 | 08:22


Historiadores chineses e japoneses iniciaram nesta terça-feira em Pequim uma série trabalhos conjuntos que visam a resolver as divergências sobre o passado entre os dois países, em particular a respeito da ocupação nipônica da China (1931-1945).

Dez especialistas de cada país debaterão durante dois dias na Academia de Ciências Sociais da China.

"Está previsto que se reúnam pelo menos duas vezes por ano", disse uma fonte da instituição que pediu anonimato.

Os resultados dos trabalhos serão publicados até 2008.

Os chineses criticam o que consideram livros escolares japoneses "revisionistas", já que, segundo Pequim, minimizam intencionalmente a ação do Exército imperial nipônico.

Os japoneses, por sua parte, criticam o que chamam de versão simplista marxista e sistematicamente antijaponesa dos historiadores chineses.

O projeto, um verdadeiro desafio, foi reiniciado em outubro durante a visita à capital chinesa do novo primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, com o objetivo de melhorar as relações bilaterais, consideravelmente tensas durante o mandato do ex-premier Junichiro Koizumi.



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China e Japão tentam harmonizar interpretação da história

Da AFP

26/12/2006 | 08:22


Historiadores chineses e japoneses iniciaram nesta terça-feira em Pequim uma série trabalhos conjuntos que visam a resolver as divergências sobre o passado entre os dois países, em particular a respeito da ocupação nipônica da China (1931-1945).

Dez especialistas de cada país debaterão durante dois dias na Academia de Ciências Sociais da China.

"Está previsto que se reúnam pelo menos duas vezes por ano", disse uma fonte da instituição que pediu anonimato.

Os resultados dos trabalhos serão publicados até 2008.

Os chineses criticam o que consideram livros escolares japoneses "revisionistas", já que, segundo Pequim, minimizam intencionalmente a ação do Exército imperial nipônico.

Os japoneses, por sua parte, criticam o que chamam de versão simplista marxista e sistematicamente antijaponesa dos historiadores chineses.

O projeto, um verdadeiro desafio, foi reiniciado em outubro durante a visita à capital chinesa do novo primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, com o objetivo de melhorar as relações bilaterais, consideravelmente tensas durante o mandato do ex-premier Junichiro Koizumi.

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