Fechar
Publicidade

Sábado, 30 de Maio

|

Max º Min º
Clima da Região Trânsito Assine Clube do Assinante Diário Virtual Login

Economia

soraiapedrozo@dgabc.com.br | 4435-8057

IBGE revisa expansão do PIB em 2008 para 5,2%



06/11/2010 | 07:30


O desempenho da economia brasileira em 2008 foi ainda melhor do que o anunciado pelo IBGE no ano passado, quando foi divulgado crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) de 5,1%. Ontem, o instituto apresentou a revisão final no resultado do PIB daquele ano, para 5,2%. O coordenador de contas nacionais, Roberto Olinto, explicou que as mudanças nos dados não trazem novas reflexões sobre o desempenho da economia no período.

"As variações são pequenas e ocorreram por causa de maior detalhamento dos dados, que permite maior precisão", disse ele. Tradicionalmente, os resultados definitivos do PIB de determinado ano são divulgados quase dois anos após o seu final, como é praxe internacional.

No caso do IBGE, são incorporados dados de pesquisas anuais de serviços, construção, comércio e indústria realizadas pelo próprio instituto.Entre os setores pesquisados, a revisão do PIB refletiu sobretudo a mudança na variação registrada na agropecuária, cujo crescimento em 2008 passou de 5,7% para 6,1%. Olinto observou que a mudança ocorreu por causa de novos dados fornecidos pela pesquisa agropecuária municipal.

Já a indústria teve o resultado revisto para baixo, de 4,4% para 4,1%. Segundo Olinto, a mudança também reflete a análise de dados antes projetados e agora já consolidados e que confirmam os problemas enfrentados pelo setor no último trimestre de 2008, com o agravamento das turbulências econômicas internacionais.

Os serviços, setor com maior peso no PIB brasileiro, passaram de alta de 4,8% para 4,9%. "A avaliação é que as mudanças são marginais, a interpretação macroeconômica não foi alterada", disse.

Do lado da demanda, com as revisões, o consumo das famílias teve a variação revisada de 7% para 5,7%, o consumo do governo de 1,6% para 3% e a formação bruta de capital fixo - que sinaliza o desempenho dos investimentos -, de 13,4 para 13,6. A variação das exportações passou de -0,6% para +0,5% e as importações, de 18% para 15,4%.



Comentários

Atenção! Os comentários do site são via Facebook. Lembre-se de que o comentário é de inteira responsabilidade do autor e não expressa a opinião do jornal. Comentários que violem a lei, a moral e os bons costumes ou violem direitos de terceiros poderão ser denunciados pelos usuários e sua conta poderá ser banida.

IBGE revisa expansão do PIB em 2008 para 5,2%


06/11/2010 | 07:30


O desempenho da economia brasileira em 2008 foi ainda melhor do que o anunciado pelo IBGE no ano passado, quando foi divulgado crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) de 5,1%. Ontem, o instituto apresentou a revisão final no resultado do PIB daquele ano, para 5,2%. O coordenador de contas nacionais, Roberto Olinto, explicou que as mudanças nos dados não trazem novas reflexões sobre o desempenho da economia no período.

"As variações são pequenas e ocorreram por causa de maior detalhamento dos dados, que permite maior precisão", disse ele. Tradicionalmente, os resultados definitivos do PIB de determinado ano são divulgados quase dois anos após o seu final, como é praxe internacional.

No caso do IBGE, são incorporados dados de pesquisas anuais de serviços, construção, comércio e indústria realizadas pelo próprio instituto.Entre os setores pesquisados, a revisão do PIB refletiu sobretudo a mudança na variação registrada na agropecuária, cujo crescimento em 2008 passou de 5,7% para 6,1%. Olinto observou que a mudança ocorreu por causa de novos dados fornecidos pela pesquisa agropecuária municipal.

Já a indústria teve o resultado revisto para baixo, de 4,4% para 4,1%. Segundo Olinto, a mudança também reflete a análise de dados antes projetados e agora já consolidados e que confirmam os problemas enfrentados pelo setor no último trimestre de 2008, com o agravamento das turbulências econômicas internacionais.

Os serviços, setor com maior peso no PIB brasileiro, passaram de alta de 4,8% para 4,9%. "A avaliação é que as mudanças são marginais, a interpretação macroeconômica não foi alterada", disse.

Do lado da demanda, com as revisões, o consumo das famílias teve a variação revisada de 7% para 5,7%, o consumo do governo de 1,6% para 3% e a formação bruta de capital fixo - que sinaliza o desempenho dos investimentos -, de 13,4 para 13,6. A variação das exportações passou de -0,6% para +0,5% e as importações, de 18% para 15,4%.

Ao acessar você concorda com a nossa Política de Privacidade.


Para continuar, faça o seu login:


  • Aceito receber novidades e ofertas do Diário do Grande ABC e parceiros por
    correio eletrônico, mala direta, SMS ou outros meios de comunicação.


Ou acesse todo o conteúdo de forma ilimitada:

Veja como ter acesso a todo o conteúdo de forma ilimitada:

Copyright © 1995-2017 - Todos direitos reservados

;