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Torcedor agredido por Romário deixa de ir aos jogos do Flu



23/10/2003 | 00:57


O torcedor do Fluminense Ricardo Gomes de Faria, 31 anos, decidiu não mais assistir aos jogos de seu clube, este ano, com medo de alguma represália por parte de amigos de Romário. "Ele é marginal e covarde, não vou me arriscar", disse, contando ter recebido vários conselhos para que evitasse ir nesta quarta-feira à noite ao Maracanã, para ver o jogo entre Fluminense e Corinthians. Faria foi agredido com socos e tapas pelo jogador e o fisioterapeuta Fernando Lima, o Zé Colméia, após realizar um protesto inusitado na terça-feira, nas Laranjeiras.

Ele soltou seis galinhas no gramado, enquanto a equipe treinava, como forma de manifestar sua revolta pela má campanha do Tricolor no Brasileiro. Faria esteve nesta quarta-feira numa clínica de Laranjeiras, a fim de ser submetido a uma série de exames – estava com suspeita de fratura em uma das costelas e de uma fissura no nariz. A escoriação labial apresentava melhora. Embora tenha adotado cautela para os dias de jogos do Fluminense, Faria não vai abrir mão de freqüentar a sede do clube.

Nesta quarta-feira, ele entrou em contato com um escritório de advocacia do Rio. Já deixou claro, porém, que vai mover ação indenizatória contra o jogador. Em contrapartida, o advogado Michel Assef, em nome de Romário, vai processar Faria por crime de injúria e difamação.

Galinhas – De acordo com Faria, as seis galinhas utilizadas no protesto foram levadas para casa por funcionários do clube. "Pelo menos, a manifestação teve uma utilidade direta e salutar", disse. Nesta quarta-feira, a organização não-governamental Sociedade Educacional Fala Bicho decidiu mover representação no Ministério Público Estadual contra o torcedor e o Fluminense, pela exposição das galinhas.

Inquérito – O delegado titular da 9ª Delegacia de Polícia (Catete), Alan Luxardo, marcou para quarta-feira o depoimento de Romário e Zé Colméia, no inquérito que apura as agressões sofridas pelo torcedor.



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Torcedor agredido por Romário deixa de ir aos jogos do Flu


23/10/2003 | 00:57


O torcedor do Fluminense Ricardo Gomes de Faria, 31 anos, decidiu não mais assistir aos jogos de seu clube, este ano, com medo de alguma represália por parte de amigos de Romário. "Ele é marginal e covarde, não vou me arriscar", disse, contando ter recebido vários conselhos para que evitasse ir nesta quarta-feira à noite ao Maracanã, para ver o jogo entre Fluminense e Corinthians. Faria foi agredido com socos e tapas pelo jogador e o fisioterapeuta Fernando Lima, o Zé Colméia, após realizar um protesto inusitado na terça-feira, nas Laranjeiras.

Ele soltou seis galinhas no gramado, enquanto a equipe treinava, como forma de manifestar sua revolta pela má campanha do Tricolor no Brasileiro. Faria esteve nesta quarta-feira numa clínica de Laranjeiras, a fim de ser submetido a uma série de exames – estava com suspeita de fratura em uma das costelas e de uma fissura no nariz. A escoriação labial apresentava melhora. Embora tenha adotado cautela para os dias de jogos do Fluminense, Faria não vai abrir mão de freqüentar a sede do clube.

Nesta quarta-feira, ele entrou em contato com um escritório de advocacia do Rio. Já deixou claro, porém, que vai mover ação indenizatória contra o jogador. Em contrapartida, o advogado Michel Assef, em nome de Romário, vai processar Faria por crime de injúria e difamação.

Galinhas – De acordo com Faria, as seis galinhas utilizadas no protesto foram levadas para casa por funcionários do clube. "Pelo menos, a manifestação teve uma utilidade direta e salutar", disse. Nesta quarta-feira, a organização não-governamental Sociedade Educacional Fala Bicho decidiu mover representação no Ministério Público Estadual contra o torcedor e o Fluminense, pela exposição das galinhas.

Inquérito – O delegado titular da 9ª Delegacia de Polícia (Catete), Alan Luxardo, marcou para quarta-feira o depoimento de Romário e Zé Colméia, no inquérito que apura as agressões sofridas pelo torcedor.

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