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ACM nega ter feito biópsia dos tecidos da próstata


Do Diário do Grande ABC

27/09/1999 | 20:29


O presidente do Congresso, senador Antonio Carlos Magalhaes (PFL-BA), de 72 anos, esteve nesta segunda-feira no Hospital Sírio-Libanês, em Sao Paulo, para a realizaçao de uma biópsia da próstata, segundo informaçoes do médico dele há mais de dez anos, o cardiologista Bernardino Tranchesi. A informaçao foi confirmada também pela Assessoria de Imprensa do hospital. O senador, porém, negou que tenha feito o exame.

ACM permaneceu no hospital das 9 horas às 13h30. O médico que realizou os exames na próstata, o urologista Miguel Srougi, recusou-se a dar informaçoes à imprensa. Urologistas ouvidos pela reportagem afirmaram que a biópsia é realizada quando existe suspeita de tumor benigno ou maligno.

De acordo com Tranchesi, o senador baiano vem passando, há cerca de três semanas, por um check-up completo, no qual foram realizados ultra-som na próstata, exames de toque retal e de sangue para detectar se há aumento do tamanho da próstata, no qual é examinado o fator Antígeno Prostático Específico (PSA).

Segundo ele, o exame de toque detectou um aumento da próstata. Ele explicou que, enquanto o peso da próstata num jovem é de 20 gramas, no caso do senador, ela está entre 45 a 50 gramas. Esse tamanho, segundo o cardiologista, é normal para alguém da idade dele. "Os médicos resolveram realizar a biópsia apenas por uma questao de segurança." Ele afirmou que nao há suspeita de câncer e a expectativa é de que o resultado do exame seja normal.

O senador, porém, nao confirma as informaçoes. Segundo ele, durante a passagem pelo hospital, foram realizados exame de toque retal, ultras-som da próstata e cardiológicos, além de coleta de sangue. "Estou muito bem, posso até dizer o mesmo que o presidente disse domingo (26), estou nota 11", afirmou. Ele afirmou que sofre de hiperplasia begnina - aumento da próstata - há cerca de dois anos e precisa fazer exames regulares para acompanhar o quadro clínico da doença. "Se tivesse feito biópsia, teria de ter ficado internado no hospital", disse ACM. Urologistas ouvidos nesta segunda-feira, porém, disseram que esse tipo de exame é rápido e sem complicaçoes.



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ACM nega ter feito biópsia dos tecidos da próstata

Do Diário do Grande ABC

27/09/1999 | 20:29


O presidente do Congresso, senador Antonio Carlos Magalhaes (PFL-BA), de 72 anos, esteve nesta segunda-feira no Hospital Sírio-Libanês, em Sao Paulo, para a realizaçao de uma biópsia da próstata, segundo informaçoes do médico dele há mais de dez anos, o cardiologista Bernardino Tranchesi. A informaçao foi confirmada também pela Assessoria de Imprensa do hospital. O senador, porém, negou que tenha feito o exame.

ACM permaneceu no hospital das 9 horas às 13h30. O médico que realizou os exames na próstata, o urologista Miguel Srougi, recusou-se a dar informaçoes à imprensa. Urologistas ouvidos pela reportagem afirmaram que a biópsia é realizada quando existe suspeita de tumor benigno ou maligno.

De acordo com Tranchesi, o senador baiano vem passando, há cerca de três semanas, por um check-up completo, no qual foram realizados ultra-som na próstata, exames de toque retal e de sangue para detectar se há aumento do tamanho da próstata, no qual é examinado o fator Antígeno Prostático Específico (PSA).

Segundo ele, o exame de toque detectou um aumento da próstata. Ele explicou que, enquanto o peso da próstata num jovem é de 20 gramas, no caso do senador, ela está entre 45 a 50 gramas. Esse tamanho, segundo o cardiologista, é normal para alguém da idade dele. "Os médicos resolveram realizar a biópsia apenas por uma questao de segurança." Ele afirmou que nao há suspeita de câncer e a expectativa é de que o resultado do exame seja normal.

O senador, porém, nao confirma as informaçoes. Segundo ele, durante a passagem pelo hospital, foram realizados exame de toque retal, ultras-som da próstata e cardiológicos, além de coleta de sangue. "Estou muito bem, posso até dizer o mesmo que o presidente disse domingo (26), estou nota 11", afirmou. Ele afirmou que sofre de hiperplasia begnina - aumento da próstata - há cerca de dois anos e precisa fazer exames regulares para acompanhar o quadro clínico da doença. "Se tivesse feito biópsia, teria de ter ficado internado no hospital", disse ACM. Urologistas ouvidos nesta segunda-feira, porém, disseram que esse tipo de exame é rápido e sem complicaçoes.

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