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Orosco nega reaproximação com Atila

Celso Luiz/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Ex-secretário do socialista diz que não indicou nomes, mas acena para o prefeito: ‘À disposição’


Junior Carvalho
Do Diário do Grande ABC

27/09/2019 | 06:59


Ex-secretário de Obras do governo do prefeito de Mauá, Atila Jacomussi (PSB), Júnior Orosco (PDT) negou que a recente nomeação de aliado no secretariado do socialista signifique reaproximação com o chefe do Executivo.

Orosco negou ter indicado, desta vez, Gilberto João de Oliveira para a chefia de Obras. No início do governo Atila, Oliveira foi alçado como sucessor de Orosco no comando do setor. “O Gilberto não é meu indicado. No passado, fazia parte do meu grupo. Mas agora não é meu indicado. Até mesmo o Atila disse que estava trazendo o Gilberto porque quis”, explicou o pedetista.

Embora negue participação no governo Atila, Orosco fez aceno para retornar ao grupo governista. “Estou à disposição para ajudar, assim como estive à disposição em outras situações, ruins e boas. Eu tenho disposição de ajudar Mauá, quero ajudar a cidade. Volto a falar que estou à disposição, quero entender o que o governo precisa para ajudar a cidade. Eu não tenho cargo lá até por uma questão pragmática, porque o governo, até agora, não disse se quer e como quer que eu ajude.”

Orosco ficou menos de um mês efetivamente no governo Atila. Teve de deixar a administração durante o processo de separação com a ex-deputada estadual Vanessa Damo (MDB). Desde então, passou a indicar aliados para o primeiro escalão do prefeito. Todos eles foram alijados do Paço pela vice-prefeita Alaíde Damo (MDB), sua ex-sogra, que assumiu interinamente a chefia do Executivo nas duas prisões de Atila.

Para o pedetista, “o governo Atila precisa querer ser ajudado”. “O Atila pede ajuda só nas palavras”, disse.
Orosco descartou ainda a possibilidade de disputar a sucessão de Atila no pleito do ano que vem. O pedetista disse que ainda insistirá no processo que envolve sua candidatura. Em agosto, o TSE (Tribunal Superior Eleitoral), por sete a zero, manteve os 30.418 votos recebidos por Orosco nulos – teve a candidatura impugnada pela Justiça Eleitoral. “Não penso em ser candidato (a prefeito), embora tenha ouvido pedidos. Meu foco é cuidar do meu processo, ter a cadeira que é minha de direito”, pontuou o político. 



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Orosco nega reaproximação com Atila

Ex-secretário do socialista diz que não indicou nomes, mas acena para o prefeito: ‘À disposição’

Junior Carvalho
Do Diário do Grande ABC

27/09/2019 | 06:59


Ex-secretário de Obras do governo do prefeito de Mauá, Atila Jacomussi (PSB), Júnior Orosco (PDT) negou que a recente nomeação de aliado no secretariado do socialista signifique reaproximação com o chefe do Executivo.

Orosco negou ter indicado, desta vez, Gilberto João de Oliveira para a chefia de Obras. No início do governo Atila, Oliveira foi alçado como sucessor de Orosco no comando do setor. “O Gilberto não é meu indicado. No passado, fazia parte do meu grupo. Mas agora não é meu indicado. Até mesmo o Atila disse que estava trazendo o Gilberto porque quis”, explicou o pedetista.

Embora negue participação no governo Atila, Orosco fez aceno para retornar ao grupo governista. “Estou à disposição para ajudar, assim como estive à disposição em outras situações, ruins e boas. Eu tenho disposição de ajudar Mauá, quero ajudar a cidade. Volto a falar que estou à disposição, quero entender o que o governo precisa para ajudar a cidade. Eu não tenho cargo lá até por uma questão pragmática, porque o governo, até agora, não disse se quer e como quer que eu ajude.”

Orosco ficou menos de um mês efetivamente no governo Atila. Teve de deixar a administração durante o processo de separação com a ex-deputada estadual Vanessa Damo (MDB). Desde então, passou a indicar aliados para o primeiro escalão do prefeito. Todos eles foram alijados do Paço pela vice-prefeita Alaíde Damo (MDB), sua ex-sogra, que assumiu interinamente a chefia do Executivo nas duas prisões de Atila.

Para o pedetista, “o governo Atila precisa querer ser ajudado”. “O Atila pede ajuda só nas palavras”, disse.
Orosco descartou ainda a possibilidade de disputar a sucessão de Atila no pleito do ano que vem. O pedetista disse que ainda insistirá no processo que envolve sua candidatura. Em agosto, o TSE (Tribunal Superior Eleitoral), por sete a zero, manteve os 30.418 votos recebidos por Orosco nulos – teve a candidatura impugnada pela Justiça Eleitoral. “Não penso em ser candidato (a prefeito), embora tenha ouvido pedidos. Meu foco é cuidar do meu processo, ter a cadeira que é minha de direito”, pontuou o político. 

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